Texto de Apreciação Crítica – 11.ºA/B

Teatro na ESAG – Sermão de Santo António aos Peixes

 

 

Sobre Arminda Gonçalves

Professora de Português da Escola Secundária Augusto Gomes em Matosinhos.
Esta entrada foi publicada em A_2016-17Portefólio11.ºA/B, Uncategorized. ligação permanente.

12 respostas a Texto de Apreciação Crítica – 11.ºA/B

  1. Inês Oliveira diz:

    Teatro na ESAG
    Na passada sexta feira dia 18 de Novembro, no auditório da ESAG a ATE (Associação Teatro Educação) foi representar a obra Sermão de Santo António aos Peixes do Padre António Vieira aos alunos de 11º e 12ºanos.
    Em primeiro lugar, acho que deviam ter organizado melhor o espaço do auditório, pois nem toda a gente conseguiu ver a peça do início ao fim.
    Começando por comentar o ator, Alexandre Sá, penso que ele teve uma protagonização excelente, não só pela sua representação em si mas também pelo facto de saber reagir a situações imprevistas e de saber mudar o seu tom de voz nas corretas partes do sermão para chamar a atenção dos ouvintes. Defendo também que o sermão estava apelativo ao público, apesar de que, em algumas situações, o “cómico”, ou melhor o que as outras pessoas achavam engraçado, tornava-se exagerado. Por exemplo: a situação do guarda-chuva com o peixe, ou a piscina insuflável com peixes de plástico, entre outras …
    Passando agora à Rita Moreira, a responsável pela leitura de algum texto. Na minha sincera opinião foi um total fracasso, pois ninguém conseguia captar qualquer informação do que ela lia, não só porque por detrás da voz dela estava uma música de fundo (mais parecia uma música para embalar, o que não fez sentido absolutamente nenhum) mas também porque a entoação dela e a sua expressividade de leitura não eram, sem grande dúvida, as mais indicadas para a ocasião.
    Contudo, e por último, acho que o teatro foi uma experiência agradável e diferente mas teria valido muito mais se não tivesse as pequenas falhas que enumerei anteriormente e se durante a apresentação a ATE se lembrasse que estava a representar para um público jovem/adulto e não para um público constituído por crianças.

  2. Gonçalo Alves diz:

    A CORRIGIR
    Sermão de Alexandre aos Alunos
    Foi na passada sexta-feira, 18 de Novembro, que se deu a representação do “Sermão de Santo António aos Peixes” de Padre António Vieira, por parte da ATE (Associação Teatro Educação), para os alunos dos 11º e 12º anos.
    Esta encenação não ocorreu sem problemas, nomeadamente, a disposição do espaço, embora este não fosse um problema da ATE em si. A escolha do espaço foi desastrosa, visto que, por não haver bancadas, os alunos tinham de se levantar para verem outro cenário diferente do “mar” de cabeças, que se impunha à frente destes, e que portanto não permitia desfrutar completamente da experiência teatral.
    Com isto dito, passemos então à avaliação da representação. O ator (Alexandre Sá) esteve, no geral, muito bem, conseguindo captar a atenção da maior parte do auditório não só pela sua maneira de discursar, mas também pelas ocasiões cómicas que surgiram ao longo da sua representação. Mas foi neste último ponto que o ator, na minha opinião, falhou. As “piadas” que este fazia muitas vezes surgiam forçadas e de modo geral eram infantis e, embora a maior parte do auditório se tenha rido destas, encontrei-me muitas vezes a perguntar-me se isto seria realmente um teatro para alunos já com algum nível de maturidade ou se seria eu um miúdo da primária.
    Agora, falemos então da leitura de certas partes do sermão. Numa primeira impressão, para quem estava atrás e por isso era impossível ver quem se encontrava no palco, pareceu-me que havia uma gravação de voz a ser tocada para acompanhar a representação de Alexandre Sá, mas não era esse o caso. Note-se que eu digo que parecia uma gravação, pois durante essa leitura estava a passar uma música, pouco apropriada para um sermão, que abafava completamente a voz da senhora que realmente se encontrava no palco a ler e, além disso, porque a entoação da sua voz seria aquela de quem estaria a ser obrigada a ler o sermão: muito pouco expressiva, quase robótica.
    De qualquer forma, e para terminar, foi agradável ter uma leitura do sermão diferente daquela que temos normalmente nas aulas e teria sido ainda melhor, se não fosse pelos problemas de que falei.

  3. diogoooliveira diz:

    Sermão de Santo António
    No dia 18 de Novembro, o auditório da Escola Secundária Augusto Gomes recebeu a ATE (Associação Teatro Educação), nas pessoas de Alexandre Sá e Rita Moreira, com a sua representação do Sermão de Santo António aos Peixes, de Padre António Vieira.
    A peça foi muito bem representada pelo ator principal, que soube adequar o tipo de representação ao público-alvo, reagir a situações inesperadas e adaptar o tom de voz às diferentes partes do sermão. Conseguiu transformar-se num Santo António moderno e atual, engraçado e, por isto, adequado.
    Já Rita Moreira, protagonista da voz-off, não esteve tão bem como esperado. A sua leitura não foi expressiva nem clara, e a música de fundo (que chegou a ser irritante) não deixou que se percebesse parte do texto.
    Penso que os adereços foram bem escolhidos, como por exemplo, a utilização dos peixes, a piscina insuflável, a cana de pesca, a rede… porém um pouco exagerados e infantis.
    O figurino do ator estava bem concretizado, assim como as suas expressões corporais e faciais.
    Não consegui ver grande parte da ação, devido ao espaço do auditório e penso que, devido a isto, muitos dos espectadores ficaram um pouco desiludidos e perderam o interesse.
    Finalizando, gostei bastante da experiência, apesar dos pontos negativos que teve.

  4. Teatro na ESAG-Sermão de Santo António aos Peixes

    No dia 18 de Novembro a ESAG recebeu a ATE (Associação Teatro Educação) para a representação do Sermão de Santo António aos Peixes, aos alunos de 11º e 12º anos.
    O primeiro aspeto que eu quero apontar é a organização do espaço onde a peça ocorreu, porque todas as pessoas que tiveram a infelicidade de ficar mais atrás não conseguiram aproveitar a experiência na totalidade, o que foi uma pena.
    Quanto ao ator, Alexandre Sá, na minha opinião ele teve uma representação excelente, uma vez que conseguiu cativar o público jovem o que era algo difícil de se fazer .Ele conseguiu devido à sua originalidade, à sua capacidade de se adaptar a imprevistos e de chamar a atenção do público. No entanto, por vezes, foi um pouco infantil ,como por exemplo quando usou o guarda chuva com um peixe.
    Também é de se apontar o trabalho de Rita Moreira, responsável pela leitura de algumas partes do texto. Eu sinceramente achei que foi um trabalho muito longe de ser cativante e perfeito. A maneira de leitura e a entoação dela não ajudou em nada, por outras palavras, fiquei com a impressão que ela estava a ler contra a sua vontade, o que não é muito apropriado para alguém que vai ler excertos de um texto para uma auditório constituído essencialmente por jovens.
    Não percebi também o facto de, enquanto Rita Moreira lia, se ouvir uma música de fundo que, francamente, parecia uma musica de embalar, o que piorou ainda mais a situação.
    Para concluir, apesar dos erros que referi, achei que o teatro foi uma experiência interessante e nova, que podia ter rendido muito mais se quem organizou a peça e o espaço tivesse investido mais.

  5. Ana Carvalho diz:

    Santo António aos Peixes na ESAG
    No passado dia 18 de Novembro, a ATE (Associação Teatro Educação) veio até à ESAG para representar a obra “Sermão de Santo António aos Peixes”, do Padre António Vieira, aos alunos.
    Começando por fazer um comentário geral, acho que o espaço escolar não estava minimamente preparado para receber tantas turmas nem sequer tinha uma desenho que permitisse a todos visualizar o espectáculo do princípio ao fim. No entanto, tinha uma luz excelente e uma acústica que permitiu ouvir em cada ponto do auditório tudo o que era dito.
    Alexandre Sá, o ator que veio representar a peça, teve um bom desempenho, conseguiu captar a atenção dos presentes e motivá-los através da forma como interagia. Conseguiu reagir bem aos imprevistos que surgiram durante a peça e quase que nem se percebeu que alguma coisa não estava a correr da melhor forma, era divertido e usou expressões faciais muito engraçadas. No entanto, por vezes utilizou vocabulário muito infantil e repetitivo, o que ao princípio teve piada mas que, com o avançar da peça, se foi tornando maçador. Apesar disso, admiro a forma como conseguiu decorar toda a peça e não se enganou em nenhum momento.
    Referindo-me agora, à responsável pela leitura de algumas partes do texto. Apesar de ter sido uma leitura suave, relaxante e até harmoniosa acho que não se adaptou muito bem ao contexto, visto que era um sermão e que por isso deveria ser mais emotivo. Por vezes parecia uma leitura “artificial”, uma gravação, dirigida a crianças da pré-escola.
    Em suma, foi uma experiência útil, agradável mas que poderia ter sido muito mais proveitosa, se tivessem tido em consideração alguns pormenores como os que referi ao longo da minha apreciação crítica.

  6. Anónimo diz:

    A peça
    A Associação Teatro Educativo (ATE) tem como objetivo levar o teatro à comunidade escolar. E na passada sexta-feira, todos os alunos de 11º e 12º anos, tiveram o prazer de ver o teatro representado por Alexandre Sá.
    Antes de mais quero deixar bem claro que a organização não foi a melhor. Isto devido à escolha daquele espaço, uma vez que nem todos os alunos puderam ver a peça em boas condições do início ao fim.
    Por outro lado, penso que todos concordamos em dizer que a peça, em geral, foi bem representada tirando alguns aspetos. Alguns aspetos cativaram a nossa atenção mas, por outro lado não foram apropriados ao auditório presente. Como por exemplo a utilização de uma piscina insuflável até um guarda-chuva com um peixe desenhado. Outro exemplo de que a peça não foi muito apropriada à nossa idade foi quando o ator foi visivelmente muito exagerado ao repetir certos comportamentos que certamente cativariam crianças e não adolescentes.
    Mais um aspeto negativo acerca desta peça foi também a leitura de Rita Moreira, que honestamente parecia ser muito forçada, e que acompanhada a música do fundo, fez com que eu perdesse o interesse por aquela parte de peça.
    Passando a situações mais bem sucedidas, foi por exemplo a perícia que o ator teve de reagir a situações imprevistas tais como o que aconteceu com a piscina ou quando o público não cooperou à primeira com uma especifica parte do Sermão.
    Por fim, acho que tendo em conta tudo de negativo que aconteceu, foi uma experiência agradável que ajudou a fortalecer os conhecimentos de cada um e que, pelo menos a mim, despertou um pequeno gosto por teatro.

  7. Sara Silva diz:

    Teatro na ESAG
    No dia 18 de Novembro, sexta-feira, foi representado o Sermão de Santo António aos Peixes de Padre António Vieira aos alunos do 11° e 12° anos.
    Eu gostei da peça, em geral, apesar de não ter conseguido assistir à maior parte da representação porque, o espaço não estava apropriado para a situação.
    O ator era bastante cómico, conseguiu lidar com a audiência, tendo em conta as idades e foi criativo na maneira como apresentou o sermão.Conseguiu captar a atenção dos jovens e passar a mensagem.
    Não gostei da voz-off, achei-a monótona e pouco expressiva, nem da música que colocaram a tocar, enquanto ela falava.
    Contudo, foi um momento agradável e, apesar de algumas falhas, foi interessante e contribuiu para o enriquecimento cultural.

  8. Os Sermões do séc. XXI
    Foi na ESAG que a a Associação Teatro Educativo (ATE), mais propriamente Alexandre Sá e Rita Moreira, escolheu dar o sermão aos alunos do 11º e 12º anos no dia 18 de novembro. O teatro ocorreu no Auditório do pavilhão Gimnodesportivo da escola que se encontrava inacabado no momento da peça, fazendo com que a maior parte não tenha visto mais que as caras dos atores.
    A peça foi interpretada com um tom muito mais atual, sendo que despertou o interesse aos alunos que assistiram. Pelo que vi, Alexandre Sá tem um talento enorme para cativar a atenção de jovens com idades dos 15 aos 18 anos, já que, mesmo utilizando chapéus de chuva com peixes, fez-nos ver o Sermão de Santo António de uma maneira muito diferente. O Sermão em si não é matéria de difícil compreensão, mas Alexandre e Rita deram-nos outra perspetiva do texto do Padre António Vieira.
    Os atores trataram o Sermão como uma prosa subtil, cómica, o que teoricamente não o deve ser. Na minha opinião, foi uma boa decisão, já que, a maior parte dos alunos sabe que o Sermão é um texto sério. Por isso, para o interpretarmos melhor, foi necessária uma estratégia direcionada a adolescentes, que reagem melhor à comédia. Não achei a comédia de Alexandre Sá “demais” para a situação, e a leitura de Rita Moreira espantou-me, pois tinha uma voz que parecia de uma gravação, e por isso muito bonita e diferente na minha opinião.
    Para finalizar, gostava de ter visto mais do que vi, pois achei uma ótima interpretação do Sermão que me fez compreender o texto de uma maneira diferente e mais atual, uma vez que este texto, escrito por António Vieira, se aplica tanto ao século XVII, como ao século XXI.

  9. Óscar diz:

    Versão infantil do Sermão aos peixinhos

    18 de Novembro, numa sexta-feira, deu-se a representação do “Sermão de Santo António aos Peixes” de Padre António Vieira, pela ATE (Associação Teatro Educação), para os alunos dos 11º e 12º anos.
    Penso que, por mais bem realizada que seja, nenhuma encenação é 100% perfeita e esta não escapou à regra. O espaço em que a peça foi realizada não favoreceu os atores da peça, nem o público, pois uma representação engloba sempre uma relação entre estes dois grupos. Dos elementos da plateia, só os indivíduos da fila da frente é que conseguiam ver a representação, pois as cadeiras estavam todas à mesma altura. E é sempre difícil um ator cativar o público quando estes apenas ouvem o que ele está a fazer e não veem o que ele faz.
    Falando agora da representação em si, o ator principal esteve muito bem, apesar de algumas pequenas falhas iniciais enquanto enchia uma piscina insuflável, penso eu. Soube cativar o público com um discurso com variação de tons de voz para não perder a atenção dos ouvintes e com ideias inovadoras, mas infantis, como um guarda-chuva de peixinhos, piadas juvenis, entre outros aspetos, mas na minha opinião esteve muito bem. Já a protagonista da voz-off realizou a leitura do texto de uma forma muito monótona, não leu com expressividade e penso que tinha capacidade de fazer muito melhor, pois numa certa altura eu pensava que estava a ouvir uma gravação ( pois não conseguia ver nada para o palco), portanto o timbre estava lá, apenas falhou nos aspetos acima referidos.
    Para concluir, penso que foi uma experiência diferente, ver esta peça numa perspetiva que nunca tínhamos experienciado, fiquei é desiludido por não ter tido a capacidade de usufruir melhor da atuação devido ao facto de o espaço não ter sido o mais indicado, mas de um modo geral gostei, foi dinheiro bem gasto.

  10. Sermão de Santo António aos ‘Peixinhos’

    No dia 18 de Novembro, a ESAG recebeu a ATE (Associação Teatro Educação), que veio fazer uma representação do Sermão de Santo António, aos alunos do 11º e do 12º anos.
    Esta representação constituiu numa animação feita pelo ator Alexandre Sá, acompanhado por Rita Moreira, que leu certos trechos do sermão sentada a uma secretária.
    Na minha opinião, esta não se adequou ao respetivo público. É verdade que, à partida, ver um teatro poderá cativar-nos mais do que uma aula teórica a estudar o Sermão e, por isso, estava à espera de uma representação estimulante e matura. No entanto, o que presenciei foi uma abordagem um pouco infantil, podendo dizer-se, a meu ver, que foi um Sermão aos peixinhos.
    O ator demonstrou uma grande facilidade e fluidez em palco e soube até reagir a algumas situações imprevistas, porém, os acessórios e as piadas algo forçadas e repetitivas contribuíram para que eu achasse a sua representação bastante exagerada.
    Quanto a Rita Moreira, a sua leitura de certas partes do sermão foi monótona e a música que a acompanhou realçou a sua falta de expressividade. Contudo, penso que foi propositado de modo a conferir um maior destaque ao ator, o que foi conseguido.
    Em termos do espaço onde decorreu a representação, este também não foi o mais adequado pois do lugar onde eu estava não se conseguia ver certos adereços e por vezes nem o próprio ator. Esta situação também tornou a representação menos interessante.
    Como conclusão e, tendo já lido o Sermão, considero que a mensagem que o Sermão pretende transmitir e o seu impacto para mim não foram transmitidos da melhor maneira nesta representação.

  11. Henrique Sousa diz:

    Desgraça dos Peixes
    No passado dia 18 de Novembro, a ATE (Associação Teatro Educação) atuou na ESAG com a sua versão do “Sermão de Santo António aos Peixes”.
    Tal como todos os teatros em que o público é maioritariamente adolescente, persiste sempre um desafio entre tentar modernizar e manter-se fiel à peça original. Contudo, neste teatro, em que mal se conseguiu ver devido às más condições, a tentativa de modernização ficou muito aquém do que poderia ser considerado um bom uso ao dinheiro gasto. O humor utilizado pelo ator principal foi muito fraco, não estando a falar da sua infantilidade, mas sim da sua falta de imaginação. Como já quase adulto com personalidade formada, preferia ter visto um humor mais negro, pois nem toda a gente se ri tão facilmente, e, para piorar, a única parte mais cómica existiu quando a audiência fez um comentário inesperado e, Alexandre Sá teve de se desenrascar com o seu improviso. A parte mais cómica nem sequer estava preparada. Falando agora brevemente na leitura da senhora foi simplesmente péssima, uma vez que juntou a sua voz monocórdica com as músicas de embalar.Eu estava preparado para tirar uma sesta enquanto agonizava e pensava nos destinos que poderia ter dado aos meus dois euros.
    Concluindo, não gostei e espero que no futuro a escola possa ser mais seletiva em relação às experiências que irá mostrar aos seus alunos.

  12. Sermão de Santo António aos Peixes – Teatro ESAG
    No dia 18 de Novembro, no auditório da Escola Secundária Augusto Gomes, a ATE (Associação Teatro Educação) foi representar “O Sermão de Santo António as Peixes” para os alunos do 11º e 12º anos.
    Gostaria de começar por mencionar que o espaço onde o teatro ocorreu não tinha as melhores condições devido à falta de um plano inclinado, o que fez com que muitos alunos não conseguissem assistir a grande parte da representação.
    No que diz respeito à representação, gostaria de comentar a prestação do ator, pois foi bastante boa e reconheço que ele foi capaz de se adaptar às situações imprevistas e tinha uma presença de palco bastante cativante. No entanto, achei a abordagem um pouco infantil para alunos do Secundário, dou como exemplo a utilização de uma piscina insuflável. Além disso, algumas situações de cómico foram desnecessárias e exageradas.
    Por outro lado, a leitura de algumas partes do sermão foi muito fraca. Era impossível perceber o que estava a ser lido devido à música de fundo que parecia uma canção de embalar e a entoação com que o texto foi lido, em geral, não foi a melhor, pois era pouco expressiva e bastante monótona.
    Apesar disto, e para terminar, considero que foi uma experiência agradável e achei bastante interessante ouvir o sermão de uma maneira diferente.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s