Texto de Apreciação Crítica – 11.ºA/B

Teatro na ESAG – Sermão de Santo António aos Peixes

 

 

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Sobre Arminda Gonçalves

Professora de Português da Escola Secundária Augusto Gomes em Matosinhos.
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29 respostas a Texto de Apreciação Crítica – 11.ºA/B

  1. Inês Oliveira diz:

    Teatro na ESAG
    Na passada sexta feira dia 18 de Novembro, no auditório da ESAG a ATE (Associação Teatro Educação) foi representar a obra Sermão de Santo António aos Peixes do Padre António Vieira aos alunos de 11º e 12ºanos.
    Em primeiro lugar, acho que deviam ter organizado melhor o espaço do auditório, pois nem toda a gente conseguiu ver a peça do início ao fim.
    Começando por comentar o ator, Alexandre Sá, penso que ele teve uma protagonização excelente, não só pela sua representação em si mas também pelo facto de saber reagir a situações imprevistas e de saber mudar o seu tom de voz nas corretas partes do sermão para chamar a atenção dos ouvintes. Defendo também que o sermão estava apelativo ao público, apesar de que, em algumas situações, o “cómico”, ou melhor o que as outras pessoas achavam engraçado, tornava-se exagerado. Por exemplo: a situação do guarda-chuva com o peixe, ou a piscina insuflável com peixes de plástico, entre outras …
    Passando agora à Rita Moreira, a responsável pela leitura de algum texto. Na minha sincera opinião foi um total fracasso, pois ninguém conseguia captar qualquer informação do que ela lia, não só porque por detrás da voz dela estava uma música de fundo (mais parecia uma música para embalar, o que não fez sentido absolutamente nenhum) mas também porque a entoação dela e a sua expressividade de leitura não eram, sem grande dúvida, as mais indicadas para a ocasião.
    Contudo, e por último, acho que o teatro foi uma experiência agradável e diferente mas teria valido muito mais se não tivesse as pequenas falhas que enumerei anteriormente e se durante a apresentação a ATE se lembrasse que estava a representar para um público jovem/adulto e não para um público constituído por crianças.

  2. Gonçalo Alves diz:

    Sermão de Alexandre aos Alunos
    Foi na passada sexta-feira, 18 de Novembro, que se deu a representação do “Sermão de Santo António aos Peixes” de Padre António Vieira, por parte da ATE (Associação Teatro Educação), para os alunos dos 11º e 12º anos.
    Esta encenação não ocorreu sem problemas, nomeadamente, a disposição do espaço, embora este não fosse um problema da ATE em si. A escolha do espaço foi desastrosa, visto que, por não haver bancadas, os alunos tinham de se levantar para verem outro cenário diferente do “mar” de cabeças, que se impunha à frente destes, e que portanto não permitia desfrutar completamente da experiência teatral.
    Com isto dito, passemos então à avaliação da representação. O ator (Alexandre Sá) esteve, no geral, muito bem, conseguindo captar a atenção da maior parte do auditório não só pela sua maneira de discursar, mas também pelas ocasiões cómicas que surgiram ao longo da sua representação. Mas foi neste último ponto que o ator, na minha opinião, falhou. As “piadas” que este fazia muitas vezes surgiam forçadas e de modo geral eram infantis e, embora a maior parte do auditório se tenha rido destas, encontrei-me muitas vezes a perguntar-me se isto seria realmente um teatro para alunos já com algum nível de maturidade ou se seria eu um miúdo da primária.
    Agora, falemos então da leitura de certas partes do sermão. Numa primeira impressão, para quem estava atrás e por isso era impossível ver quem se encontrava no palco, pareceu-me que havia uma gravação de voz a ser tocada para acompanhar a representação de Alexandre Sá, mas não era esse o caso. Note-se que eu digo que parecia uma gravação, pois durante essa leitura estava a passar uma música, pouco apropriada para um sermão, que abafava completamente a voz da senhora que realmente se encontrava no palco a ler e, além disso, porque a entoação da sua voz seria aquela de quem estaria a ser obrigada a ler o sermão: muito pouco expressiva, quase robótica.
    De qualquer forma, e para terminar, foi agradável ter uma leitura do sermão diferente daquela que temos normalmente nas aulas e teria sido ainda melhor, se não fosse pelos problemas de que falei.

  3. diogoooliveira diz:

    Sermão de Santo António
    No dia 18 de Novembro, o auditório da Escola Secundária Augusto Gomes recebeu a ATE (Associação Teatro Educação), nas pessoas de Alexandre Sá e Rita Moreira, com a sua representação do Sermão de Santo António aos Peixes, de Padre António Vieira.
    A peça foi muito bem representada pelo ator principal, que soube adequar o tipo de representação ao público-alvo, reagir a situações inesperadas e adaptar o tom de voz às diferentes partes do sermão. Conseguiu transformar-se num Santo António moderno e atual, engraçado e, por isto, adequado.
    Já Rita Moreira, protagonista da voz-off, não esteve tão bem como esperado. A sua leitura não foi expressiva nem clara, e a música de fundo (que chegou a ser irritante) não deixou que se percebesse parte do texto.
    Penso que os adereços foram bem escolhidos, como por exemplo, a utilização dos peixes, a piscina insuflável, a cana de pesca, a rede… porém um pouco exagerados e infantis.
    O figurino do ator estava bem concretizado, assim como as suas expressões corporais e faciais.
    Não consegui ver grande parte da ação, devido ao espaço do auditório e penso que, devido a isto, muitos dos espectadores ficaram um pouco desiludidos e perderam o interesse.
    Finalizando, gostei bastante da experiência, apesar dos pontos negativos que teve.

  4. Teatro na ESAG-Sermão de Santo António aos Peixes

    No dia 18 de Novembro a ESAG recebeu a ATE (Associação Teatro Educação) para a representação do Sermão de Santo António aos Peixes, aos alunos de 11º e 12º anos.
    O primeiro aspeto que eu quero apontar é a organização do espaço onde a peça ocorreu, porque todas as pessoas que tiveram a infelicidade de ficar mais atrás não conseguiram aproveitar a experiência na totalidade, o que foi uma pena.
    Quanto ao ator, Alexandre Sá, na minha opinião ele teve uma representação excelente, uma vez que conseguiu cativar o público jovem o que era algo difícil de se fazer .Ele conseguiu devido à sua originalidade, à sua capacidade de se adaptar a imprevistos e de chamar a atenção do público. No entanto, por vezes, foi um pouco infantil ,como por exemplo quando usou o guarda chuva com um peixe.
    Também é de se apontar o trabalho de Rita Moreira, responsável pela leitura de algumas partes do texto. Eu sinceramente achei que foi um trabalho muito longe de ser cativante e perfeito. A maneira de leitura e a entoação dela não ajudou em nada, por outras palavras, fiquei com a impressão que ela estava a ler contra a sua vontade, o que não é muito apropriado para alguém que vai ler excertos de um texto para uma auditório constituído essencialmente por jovens.
    Não percebi também o facto de, enquanto Rita Moreira lia, se ouvir uma música de fundo que, francamente, parecia uma musica de embalar, o que piorou ainda mais a situação.
    Para concluir, apesar dos erros que referi, achei que o teatro foi uma experiência interessante e nova, que podia ter rendido muito mais se quem organizou a peça e o espaço tivesse investido mais.

  5. Ana Carvalho diz:

    Santo António aos Peixes na ESAG
    No passado dia 18 de Novembro, a ATE (Associação Teatro Educação) veio até à ESAG para representar a obra “Sermão de Santo António aos Peixes”, do Padre António Vieira, aos alunos.
    Começando por fazer um comentário geral, acho que o espaço escolar não estava minimamente preparado para receber tantas turmas nem sequer tinha uma desenho que permitisse a todos visualizar o espectáculo do princípio ao fim. No entanto, tinha uma luz excelente e uma acústica que permitiu ouvir em cada ponto do auditório tudo o que era dito.
    Alexandre Sá, o ator que veio representar a peça, teve um bom desempenho, conseguiu captar a atenção dos presentes e motivá-los através da forma como interagia. Conseguiu reagir bem aos imprevistos que surgiram durante a peça e quase que nem se percebeu que alguma coisa não estava a correr da melhor forma, era divertido e usou expressões faciais muito engraçadas. No entanto, por vezes utilizou vocabulário muito infantil e repetitivo, o que ao princípio teve piada mas que, com o avançar da peça, se foi tornando maçador. Apesar disso, admiro a forma como conseguiu decorar toda a peça e não se enganou em nenhum momento.
    Referindo-me agora, à responsável pela leitura de algumas partes do texto. Apesar de ter sido uma leitura suave, relaxante e até harmoniosa acho que não se adaptou muito bem ao contexto, visto que era um sermão e que por isso deveria ser mais emotivo. Por vezes parecia uma leitura “artificial”, uma gravação, dirigida a crianças da pré-escola.
    Em suma, foi uma experiência útil, agradável mas que poderia ter sido muito mais proveitosa, se tivessem tido em consideração alguns pormenores como os que referi ao longo da minha apreciação crítica.

  6. Anónimo diz:

    A peça
    A Associação Teatro Educativo (ATE) tem como objetivo levar o teatro à comunidade escolar. E na passada sexta-feira, todos os alunos de 11º e 12º anos, tiveram o prazer de ver o teatro representado por Alexandre Sá.
    Antes de mais quero deixar bem claro que a organização não foi a melhor. Isto devido à escolha daquele espaço, uma vez que nem todos os alunos puderam ver a peça em boas condições do início ao fim.
    Por outro lado, penso que todos concordamos em dizer que a peça, em geral, foi bem representada tirando alguns aspetos. Alguns aspetos cativaram a nossa atenção mas, por outro lado não foram apropriados ao auditório presente. Como por exemplo a utilização de uma piscina insuflável até um guarda-chuva com um peixe desenhado. Outro exemplo de que a peça não foi muito apropriada à nossa idade foi quando o ator foi visivelmente muito exagerado ao repetir certos comportamentos que certamente cativariam crianças e não adolescentes.
    Mais um aspeto negativo acerca desta peça foi também a leitura de Rita Moreira, que honestamente parecia ser muito forçada, e que acompanhada a música do fundo, fez com que eu perdesse o interesse por aquela parte de peça.
    Passando a situações mais bem sucedidas, foi por exemplo a perícia que o ator teve de reagir a situações imprevistas tais como o que aconteceu com a piscina ou quando o público não cooperou à primeira com uma especifica parte do Sermão.
    Por fim, acho que tendo em conta tudo de negativo que aconteceu, foi uma experiência agradável que ajudou a fortalecer os conhecimentos de cada um e que, pelo menos a mim, despertou um pequeno gosto por teatro.

  7. Sara Silva diz:

    Teatro na ESAG
    No dia 18 de Novembro, sexta-feira, foi representado o Sermão de Santo António aos Peixes de Padre António Vieira aos alunos do 11° e 12° anos.
    Eu gostei da peça, em geral, apesar de não ter conseguido assistir à maior parte da representação porque, o espaço não estava apropriado para a situação.
    O ator era bastante cómico, conseguiu lidar com a audiência, tendo em conta as idades e foi criativo na maneira como apresentou o sermão.Conseguiu captar a atenção dos jovens e passar a mensagem.
    Não gostei da voz-off, achei-a monótona e pouco expressiva, nem da música que colocaram a tocar, enquanto ela falava.
    Contudo, foi um momento agradável e, apesar de algumas falhas, foi interessante e contribuiu para o enriquecimento cultural.

  8. Os Sermões do séc. XXI
    Foi na ESAG que a a Associação Teatro Educativo (ATE), mais propriamente Alexandre Sá e Rita Moreira, escolheu dar o sermão aos alunos do 11º e 12º anos no dia 18 de novembro. O teatro ocorreu no Auditório do pavilhão Gimnodesportivo da escola que se encontrava inacabado no momento da peça, fazendo com que a maior parte não tenha visto mais que as caras dos atores.
    A peça foi interpretada com um tom muito mais atual, sendo que despertou o interesse aos alunos que assistiram. Pelo que vi, Alexandre Sá tem um talento enorme para cativar a atenção de jovens com idades dos 15 aos 18 anos, já que, mesmo utilizando chapéus de chuva com peixes, fez-nos ver o Sermão de Santo António de uma maneira muito diferente. O Sermão em si não é matéria de difícil compreensão, mas Alexandre e Rita deram-nos outra perspetiva do texto do Padre António Vieira.
    Os atores trataram o Sermão como uma prosa subtil, cómica, o que teoricamente não o deve ser. Na minha opinião, foi uma boa decisão, já que, a maior parte dos alunos sabe que o Sermão é um texto sério. Por isso, para o interpretarmos melhor, foi necessária uma estratégia direcionada a adolescentes, que reagem melhor à comédia. Não achei a comédia de Alexandre Sá “demais” para a situação, e a leitura de Rita Moreira espantou-me, pois tinha uma voz que parecia de uma gravação, e por isso muito bonita e diferente na minha opinião.
    Para finalizar, gostava de ter visto mais do que vi, pois achei uma ótima interpretação do Sermão que me fez compreender o texto de uma maneira diferente e mais atual, uma vez que este texto, escrito por António Vieira, se aplica tanto ao século XVII, como ao século XXI.

  9. Óscar diz:

    Versão infantil do Sermão aos peixinhos

    18 de Novembro, numa sexta-feira, deu-se a representação do “Sermão de Santo António aos Peixes” de Padre António Vieira, pela ATE (Associação Teatro Educação), para os alunos dos 11º e 12º anos.
    Penso que, por mais bem realizada que seja, nenhuma encenação é 100% perfeita e esta não escapou à regra. O espaço em que a peça foi realizada não favoreceu os atores da peça, nem o público, pois uma representação engloba sempre uma relação entre estes dois grupos. Dos elementos da plateia, só os indivíduos da fila da frente é que conseguiam ver a representação, pois as cadeiras estavam todas à mesma altura. E é sempre difícil um ator cativar o público quando estes apenas ouvem o que ele está a fazer e não veem o que ele faz.
    Falando agora da representação em si, o ator principal esteve muito bem, apesar de algumas pequenas falhas iniciais enquanto enchia uma piscina insuflável, penso eu. Soube cativar o público com um discurso com variação de tons de voz para não perder a atenção dos ouvintes e com ideias inovadoras, mas infantis, como um guarda-chuva de peixinhos, piadas juvenis, entre outros aspetos, mas na minha opinião esteve muito bem. Já a protagonista da voz-off realizou a leitura do texto de uma forma muito monótona, não leu com expressividade e penso que tinha capacidade de fazer muito melhor, pois numa certa altura eu pensava que estava a ouvir uma gravação ( pois não conseguia ver nada para o palco), portanto o timbre estava lá, apenas falhou nos aspetos acima referidos.
    Para concluir, penso que foi uma experiência diferente, ver esta peça numa perspetiva que nunca tínhamos experienciado, fiquei é desiludido por não ter tido a capacidade de usufruir melhor da atuação devido ao facto de o espaço não ter sido o mais indicado, mas de um modo geral gostei, foi dinheiro bem gasto.

  10. Sermão de Santo António aos ‘Peixinhos’

    No dia 18 de Novembro, a ESAG recebeu a ATE (Associação Teatro Educação), que veio fazer uma representação do Sermão de Santo António, aos alunos do 11º e do 12º anos.
    Esta representação constituiu numa animação feita pelo ator Alexandre Sá, acompanhado por Rita Moreira, que leu certos trechos do sermão sentada a uma secretária.
    Na minha opinião, esta não se adequou ao respetivo público. É verdade que, à partida, ver um teatro poderá cativar-nos mais do que uma aula teórica a estudar o Sermão e, por isso, estava à espera de uma representação estimulante e matura. No entanto, o que presenciei foi uma abordagem um pouco infantil, podendo dizer-se, a meu ver, que foi um Sermão aos peixinhos.
    O ator demonstrou uma grande facilidade e fluidez em palco e soube até reagir a algumas situações imprevistas, porém, os acessórios e as piadas algo forçadas e repetitivas contribuíram para que eu achasse a sua representação bastante exagerada.
    Quanto a Rita Moreira, a sua leitura de certas partes do sermão foi monótona e a música que a acompanhou realçou a sua falta de expressividade. Contudo, penso que foi propositado de modo a conferir um maior destaque ao ator, o que foi conseguido.
    Em termos do espaço onde decorreu a representação, este também não foi o mais adequado pois do lugar onde eu estava não se conseguia ver certos adereços e por vezes nem o próprio ator. Esta situação também tornou a representação menos interessante.
    Como conclusão e, tendo já lido o Sermão, considero que a mensagem que o Sermão pretende transmitir e o seu impacto para mim não foram transmitidos da melhor maneira nesta representação.

  11. Henrique Sousa diz:

    Desgraça dos Peixes
    No passado dia 18 de Novembro, a ATE (Associação Teatro Educação) atuou na ESAG com a sua versão do “Sermão de Santo António aos Peixes”.
    Tal como todos os teatros em que o público é maioritariamente adolescente, persiste sempre um desafio entre tentar modernizar e manter-se fiel à peça original. Contudo, neste teatro, em que mal se conseguiu ver devido às más condições, a tentativa de modernização ficou muito aquém do que poderia ser considerado um bom uso ao dinheiro gasto. O humor utilizado pelo ator principal foi muito fraco, não estando a falar da sua infantilidade, mas sim da sua falta de imaginação. Como já quase adulto com personalidade formada, preferia ter visto um humor mais negro, pois nem toda a gente se ri tão facilmente, e, para piorar, a única parte mais cómica existiu quando a audiência fez um comentário inesperado e, Alexandre Sá teve de se desenrascar com o seu improviso. A parte mais cómica nem sequer estava preparada. Falando agora brevemente na leitura da senhora foi simplesmente péssima, uma vez que juntou a sua voz monocórdica com as músicas de embalar.Eu estava preparado para tirar uma sesta enquanto agonizava e pensava nos destinos que poderia ter dado aos meus dois euros.
    Concluindo, não gostei e espero que no futuro a escola possa ser mais seletiva em relação às experiências que irá mostrar aos seus alunos.

  12. Eliana Feiteira diz:

    Sermão de Santo António aos Alunos

    Hoje em dia é complicado cativar e prender a atenção dos jovens, principalmente quando é um assunto já conhecido por estes e que pareceu um pouco aborrecido. Este foi o objetivo da ATE (Associação Teatro Educação) ao representar o Sermão de Santo António aos Peixes na passada sexta feira, dia 18 de novembro.
    Em primeiro lugar, penso que o teatro foi cativante, embora não me tenha sido possível observar toda a encenação, uma vez que o espaço estava mal organizado e na maior parte das vezes só via cabeças de pessoas.
    Apesar desta infelicidade, penso que o ator, Alexandre Sá, conseguiu abordar o Sermão de uma forma original, não o tornando tão entediante e sério, interagindo com o público e expressando-se de diferentes formas para que não nos desinteressássemos. No entanto, não sei se devido ao guião em si ou problemas da altura, tornou-se um pouco repetitivo com as mesmas piadas e ações e um pouco infantil para a nossa idade, já que, para além de nos divertir e fazer com que estivéssemos atentos, também devia ajudar-nos a entender que, a maior parte do que foi dito se aplica aos dias de hoje e que a partir do Sermão podemos retirar uma moral e não apenas gargalhadas. Um dos aspetos que me desiludiu foi a leitura de Rita Moreira, a voz off, e as músicas colocadas nalgumas alturas da peça. A voz off teve um desempenho muito monótono e forçado, parecendo a maior parte das vezes que estava a ler por obrigação, ao adicionarmos a música parecia que nos queriam fazer adormecer, já que era muito calma e sem ânimo nenhum ao contrário do monólogo em si.
    Em suma, penso que deveriam tentar melhorar nos aspetos que referi. Apesar disso, foi um momento agradável e que, caso façam mais teatros relacionados a textos que vamos ler, deveríamos aproveitar também.

  13. Sermão de Santo António aos Peixes – Teatro ESAG
    No dia 18 de Novembro, no auditório da Escola Secundária Augusto Gomes, a ATE (Associação Teatro Educação) foi representar “O Sermão de Santo António as Peixes” para os alunos do 11º e 12º anos.
    Gostaria de começar por mencionar que o espaço onde o teatro ocorreu não tinha as melhores condições devido à falta de um plano inclinado, o que fez com que muitos alunos não conseguissem assistir a grande parte da representação.
    No que diz respeito à representação, gostaria de comentar a prestação do ator, pois foi bastante boa e reconheço que ele foi capaz de se adaptar às situações imprevistas e tinha uma presença de palco bastante cativante. No entanto, achei a abordagem um pouco infantil para alunos do Secundário, dou como exemplo a utilização de uma piscina insuflável. Além disso, algumas situações de cómico foram desnecessárias e exageradas.
    Por outro lado, a leitura de algumas partes do sermão foi muito fraca. Era impossível perceber o que estava a ser lido devido à música de fundo que parecia uma canção de embalar e a entoação com que o texto foi lido, em geral, não foi a melhor, pois era pouco expressiva e bastante monótona.
    Apesar disto, e para terminar, considero que foi uma experiência agradável e achei bastante interessante ouvir o sermão de uma maneira diferente.

  14. Rita Rocha diz:

    Teatro na ESAG
    Na passada sexta feira, dia 18 de novembro, a ATE (Associação Teatro Educação) apresentou, na Escola Secundária Augusto Gomes, a peça “Sermão de Santo António aos Peixes” aos alunos de 11° e 12° anos de escolaridade.
    Devo começar por referir, desde já, que esta representação não foi com certeza a melhor, por diversas razões. Primeiramente, o espaço selecionado para a dramatização não era o apropriado, uma vez que não era suficientemente amplo para que tantas pessoas conseguissem realmente ver a peça, e não apenas ouvi-la. No entanto, dadas as condições do nosso estabelecimento de ensino, compreendo perfeitamente o porquê de esta ter aqui ocorrido.
    Quanto a Alexandre Sá, o ator que representou o Padre Vieira, podemos concluir que não esteve no seu melhor. Digo isto pelo simples facto de, logo no início da ação ter tido, não uma ou duas vezes, mas sim cinco vezes problemas com um dos acessórios (o qual ainda não comentei, mas que conseguiu ser o melhor de todos os utilizados). Assim, toda a peça foi acompanhada de gargalhadas inapropriadas que se faziam ouvir em quase todos os momentos em que o ator Alexandre Sá falava ou se movia. Agora sim, referindo-me à indumentária e aos acessórios escolhidos, posso dizer que foi uma pequena desgraça. Alexandre Sá decidiu usar uma tshirt semelhante à da Super Bock, para onde apontou referindo-se aos vícios do público, e, como se não fosse suficiente, ainda decidiu despi-la para poder desenhar no seu corpo. Quanto aos acessórios, todos eles eram perfeitamente apropriados para crianças de sete anos, mas não para jovens entre os dezasseis e os dezassete. Foi utilizada uma pequena piscina de plástico na tentativa de retratar o rio, foram utilizados gorros com desenhos de peixes para então os representar e ainda guarda chuvas também com peixes, entre outros…
    No que diz respeito a Rita Moreira, era bastante difícil ouvir a sua voz devido à música de fundo (também inadequada) e ao seu tom monótono e melancólico.
    Penso que, no geral, esta peça foi um fracasso principalmente pelo facto de, na minha opinião, os atores não terem conseguido captar a atenção do público da melhor forma. Concentraram-se demasiado em fazer-nos rir devido à estupidez dos seus atos e dos objetos usados, em vez de apenas nos “divertirem” nos momentos em que deveriam e de chamar a nossa atenção pela qualidade do seu trabalho.

  15. jorgeafonsomartins diz:

    A (tentativa de) tradução do Sermão para adolescentes
    No dia 18 de novembro, tivemos a oportunidade de ver uma representação do “Sermão de Santo António aos peixes”. Esta peça teatral teve lugar no ginásio da escola e foi, durante a maior parte do tempo, um monólogo do ator Alexandre Sá.
    O espaço onde teve lugar o espetáculo não foi o melhor, pois a maior parte da plateia não conseguia ver ou então só percebia o que se passava em parte da peça, assim não foi possível percebermos o que se passava e perdemos, também muitos pormenores da atuação.
    Colocando de parte os problemas de visibilidade, a peça foi engraçada, interessante e fez-nos rir, enquanto ouvíamos. No entanto, a comédia foi em demasia e a determinada altura, não só, deixava de manter a atenção do público, como também, a retirava ainda mais.
    Olhando para o conteúdo da peça, este foi abordado de maneira diferente. Nem sempre diferente é bom. Neste caso a diferença não melhorou a nossa compreensão do Sermão, feito pelo Padre António Vieira, em 1654, em S. Luís do Maranhão. O uso de logótipos semelhantes a marcas de cerveja, para ilustrar os vícios do auditório, não foi a melhor escolha para fazer a diferença. A pseudo-imitação de um adolescente ainda pior foi pois parecia quase que um incentivo a esse tipo de atitudes.
    Por fim, a interpretação, na generalidade, foi boa, ou seja, teve expressividade e entusiasmo. Salvo quando, por alguma razão que desconheço e que aparentemente não existe, o monólogo do ator principal foi “interrompido” para que a pessoa que o acompanhava continuasse lendo. Esta leitura para um teatro deixa muito a desejar, por isso mesmo, por ser apenas isso, leitura. Esta era a antítese do resto do que vimos, tinha falta de expressividade, entusiasmo e fez com que os que assistiam perdessem grande parte da sua atenção.
    Em suma, se tivermos em atenção a generalidade parece ter sido bem feito, interpretado, escrito, encenado. Pelo contrário, se olhamos para os detalhes e pormenores percebemos que não nos ajudou a perceber o “Sermão de Santo António aos Peixes”, algumas ações que foram feitas não tinham grande sentido e ainda nos foi tudo apresentado com alguma infantilidade.

  16. Catarina Magalhães diz:

    Sermão à ESAG

    No dia 18 de novembro, eu, a minha turma e os restantes alunos do 11º e 12º anos descemos até ao suposto auditório da ESAG (local onde fazemos ginástica semanalmente) para ver o Sermão de Santo António aos Peixes , escrito pelo pregador Padre António Vieira. Esta obra foi representada por a Associação Teatro Educação, que trouxe dois indivíduos de nome, Alexandre Sá, o ator, e Rita Moreira, pessoa que leu pequenos excertos da peça.
    Para começar, o auditório não tem condições para ver este tipo de representações. Via-se muito mal, para ser sincera não vi quase nada…
    De seguida, vou ter de criticar negativamente, em geral, a representação do sermão. Estavam a representar para adolescentes de 16/17 anos, não para crianças com 8 anos… Acho que nesse aspetos pecaram muito.
    Em terceiro lugar, tenho a opinião de que Rita Moreira não foi uma boa escolha para a leitura de alguns excertos, muito pouca expressividade na leitura. Foi mais um ponto negativo deste “teatro”… este sermão precisa de uma leitura com muita expressividade com diferentes tons de voz, o que não constou no dia 18 do mês passado.
    Acompanhando este raciocínio, Alexandre Sá, ao contrário da sua colega, esteve muito bem, boa voz, boa ação e das coisas que mais apreciei neste ator foi a forma como se livrou dos pequenos percalços que aconteceram durante a sua representação. Percalços estes também causados por alguns alunos da escola.
    De acordo com a opinião da professora Arminda, também achei de muito mau gosto dizerem indiretamente que a minha geração tem muitos vícios. Dizendo também que, um deles é o vício da bebida.
    Em suma, não gostei do teatro e acho que foi mal pensado. Penso também que nestas condições não deveríamos voltar a ver qualquer tipo de apresentação/palestra. Acho que atividades como esta, podem ser muito interessantes, o que não foi o caso e fiquei com pena porque gostaria de ter aproveitado mais, o que não foi possível.

  17. Diogo Ribeiro diz:

    Sermão de Santo Aborrecimento aos Alunos
    No passado dia 18 de Novembro, a ATE (Associação Teatro Educação) atuou na ESAG com a sua versão do “Sermão de Santo António aos Peixes”, da autoria de Padre António Vieira. A obra, na sua versão original, pretendia alegoricamente criticar a sociedade dos bajuladores, dos oportunistas, dos arrogantes e dos traidores. Porém, os únicos que foram alvo de crítica nesta representação foram quem a ela assistiu.
    Há um preconceito existente na sociedade em geral contra os jovens. Quando se lhes tenta transmitir uma mensagem de qualquer tipo, é preciso ter cuidado. Aparentemente, há uma necessidade de infantilizar tudo. De tornar tudo numa espécie de comédia. Esta peça é apenas mais um exemplo disso. Em vez de se preocuparem com a leitura e a expressividade da representação, os responsáveis pela peça decidiram que adereços parvos seriam a melhor maneira de transmitir o poder da palavra de António Vieira. Falhando redondamente. Se se tivessem concentrado em relacionar as críticas de Vieira ao mundo moderno, a peça deixaria o seu auditório a refletir, e, quem sabe, permitindo ignorar as péssimas condições da sala. Tal não aconteceu.
    Para concluir, é um grande desrespeito da obra o que veio esta companhia de teatro fazer à escola. Espero que as peças futuras a que venha a assistir em contexto escolar sejam melhores do que a presenciei naquele dia.

  18. Pedro Torres diz:

    Sermão na Esag
    No dia 18 de Novembro, foi representado o Sermão de Santo António aos Peixes aos alunos dos secundário.
    Eu gostei da peça e da representação, apesar de não ter conseguido assistir à maior parte da representação, porque o auditório/ginásio não estava apropriado para a situação.
    O ator conseguiu lidar com a plateia, tendo em conta as idades e foi criativo e cómico da forma como representou a peça.
    Não gostei muito da senhora que o acompanhou na leitura de alguns excertos, pois não era tão expressiva, nem da música que colocaram a tocar, enquanto ela falava.
    Não gostei muito do teatro pois as condições não foram as melhores mas de resto gostei. E foi um bom momento.

  19. Zé Pedro diz:

    A CORRIGIR!
    Teatro – escola – Sermão St. António aos Peixes
    18 de Novembro, uma sexta-feira pelas 10:30, uma associação de teatro foi à nossa escola para representar a peça de Padre António Vieira, que teve como espetadores os alunos do 11º e 12º ano XXX de escolaridade.
    Para mim, o local escolhido não foi o mais indicado, já que estava muita gente, as cadeiras não estavam na melhor posição possível e como resultado a experiência não foi muito agradável em relação a isso.
    O ator, Alexandre Sá, a meu ver, teve uma boa prestação, um discurso cativante e soube interagir bem com o publico XXXX (mesmo tendo acontecido poucas vezes).
    Em relação à senhora que o acompanhou que ía XXXX lendo alguns excertos do Sermão, XXXXtinha uma voz não muito indicada para o efeito, já que falava num tom nada cativante e sem expressão muitas das vezes. A musicaXXXX que começava a tocar quando começava a ler estava muito alta abafando a voz, que já em si era relativamente baixa.
    É de admirar a capacidade de “fazer muito com pouco” do ator, já que os cenários eram muito diminutos, como um “manto” ou uma piscina insuflável.
    Realço também que foi pena termos assistido ao teatro depois de termos acabado de estudar a obra, mas isso não seria grande problema, o maior problema foi mesmo não terem, a meu ver, sido concedido XXXX as condições necessárias para o bom funcionamento da atividade.
    Para concluir, apesar de as condições não terem sido as melhores, no geral, a experiência não foi assim tão má como alguns dos meus colegas acharam.

  20. Santo António aos Peixes – Teatro na ESAG

    No dia 18 de Novembro a ESAG recebeu a ATE (Associação Teatro Educação) para a representação do Sermão de Santo António aos Peixes, aos alunos de 11º e 12º anos.
    Primeiramente, gostaria de realçar que o lugar aonde foi decorreu a peça não foi o melhor. A falta de um plano inclinado foi um dos problemas devido aos alunos, que se situavam algumas cadeiras mais atrás, não conseguiam observar devidamente o teatro, como foi o meu caso. Por aquilo que consegui enxergar, o ator, Alexandre Sá, fez um trabalho excelente tendo representado com originalidade e sucesso a peça. Admirei o facto de conseguir adequar-se a momentos inesperados provocando muitas vezes o riso perante o público-alvo e realizou um ótimo trabalho nas diferentes vozes do sermão, cativando bastante a nossa atenção. Um pequeno problema era que muitas vezes revelou um comportamento infantil sendo que para a idade dos espetadores não era de todo adequado, tornando assim a peça um tanto maçadora.
    Relativamente à voz-off interpretada por Rita Moreira, achei que foi um fracasso. Não se conseguia perceber algumas palavras devido a uma música de fundo que não se encaixava com a situação apresentada. Para além da leitura ser bastante monótona, a leitora não leu com expressividade pois eu até pensei que era uma gravação. Sem dúvida nenhuma que conseguiria fazer um melhor trabalho.
    Para concluir, retirando alguns aspetos negativos que eu mencionei anteriormente, achei uma experiência diferente que se deveria de repetir noutra ocasião e que sem dúvida deu uma perspetiva diferente do sermão.

  21. Teatro do Sermão de Santo António aos Peixes
    No dia 18 de Novembro, a ATE esteve presente na ESAG para representar ” O Sermão de Santo António aos Peixes” no “auditório”, onde por acaso também se tem as aulas de ginástica.
    Eis o problema, como as filas estavam todas ao mesmo nível, eu, por exemplo, que estava no fundo do auditório só via se me levantasse, mas como consegui ouvir Alexandre Sá, o ator, consegui perceber grande parte da peça. Ele tentou encontrar equilíbrio entre contar a história do sermão em si e fazer piadas a jovens, que embora não me tenha feito rir, percebi onde estava o humor e assim não parecia uma palestra, logo foi mais fácil de “digerir”. Também havia outra senhora que de vez em quando falava, mas como não quero que ela se sinta mal, vou apenas dizer que parecia que estávamos a ouvir uma gravação de há dez anos, uma voz monótona, a sua presença no palco era quase nula, eu só reparei que existia outra pessoa no palco na segunda vez que ela falou porque até lá achei que era uma gravação mal feita.
    Para ser ainda mais honesto, a coisa mais positiva do teatro foi poder faltar às aulas, porque a história já tínhamos passado metade do 1º Período a dar em português, por isso já conhecia, a atuação em si também não foi nada de memorável, por isso o que posso dizer do teatro é que foi medíocre. Espero que o dinheiro que as turmas do 11º e do 12º anos deram tenha ido para aulas de leitura para a senhora cujo nome não me vou dar trabalho de procurar, e para equipamento para fazer o cenário mais vivo.

  22. David Pinto diz:

    Um Teatro para esquecer
    No dia 18 de Novembro aconteceu um teatro num dos pavilhões da nossa escola, O Sermão de Santo António aos Peixes.
    A princípio pensei que ia ver a peça de uma outra perspetiva, sem o guião e alguém a representá-lo, mas foi um pouco desapontante pois tive o azar de ficar numa fila muito longe do “palco” portanto não consegui ver grande coisa, mas do que consegui ver acho que foi um pouco infantil e tirou um pouco a magia da peça. O ator tornou a peça mais engraçada quando deveria ser ,na minha opinião, uma peça sobre os defeitos dos homens.
    Por último, o ator falou bastante alto e bem, e admiro o empenho que ele teve em decorar o texto todo e em superar os imprevistos da peça.
    Espero que para uma próxima vez haja mais condições para que nós possamos ver a representação do “Sermão de Santo António aos Peixes” ou outra peça de teatro.

  23. Fernando Pessoa diz:

    Uma atuação medíocre
    Na minha opinião, este teatro, que foi realizado no dia 18 de Novembro, foi um pouco infantil, mas, ainda assim, gostei da representação.
    Por um lado, o ator não cometia erros ao contar a peça e representou de uma maneira criativa, mas as condições não permitiam muito bem a visualização da peça.
    Por outro lado, não nos foi acrescentado nada para além do que já conhecíamos. A representação foi um pouco infantil e dever-se-ia ter tido em consideração a idade do público.
    Espero que seja possível no próximo ano haver uma peça mais desenvolvida e mais adaptada ao seu público.
    Em suma, achei que o teatro não era adequado ao público e podia ter existido uma melhoria na atuação da peça que cativasse mais o público, apesar de ter gostado um pouco da peça.

  24. Wilmar Lehmann diz:

    Um teatro razoável
    Na minha opinião, o teatro foi num nível dentro do razoável. Apesar da dificuldade da sua visualização, fiquei com uma certa ideia do que se passou.
    A história da peça estava muito bem encenada, o ator conseguiu decorar toda a composição, algo que se deve louvar.
    Por outro lado, os adereços estavam muito mal feitos e a forma como se realizou toda a apresentação foi um bocado infantil. Acho que deviam ter tido em consideração a idade do público.
    Por estas razoes, acho que foi um teatro engraçado para se ver, ficava-se a perceber o contexto do sermão mas considero um teatro que se vê apenas uma vez na vida, não compensa assistir mais vezes.

  25. Ricardo Faria diz:

    Sermão de Santo António aos Peixes – teatro

    O Sermão de Santo António aos peixes foi uma obra de que gostei de ler, porém estou aqui para falar da sua representação teatral, da qual não posso dizer o mesmo.
    Foi-nos proposto pela escola, a mim e aos meus colegas, assistir à representação teatral da obra “Sermão de Santo António aos peixes”, de Padre António Vieira, num auditório improvisado no ginásio.
    Desde o momento em que entramos que nos questionamos sobre o posicionamento das cadeiras em relação ao “palco”. Estavam posicionadas de tal forma que impossibilitaram a apreciação da peça pois mal conseguíamos ver. Em relação ao teatro em si, o que tenho a dizer é que não gostei e não valeu o preço, porque, apesar do ator ser bom (tinha boa dicção, chamava a atenção de todos apesar das condições adversas) foi no geral muito infantil. Foram usados objetos básicos e fúteis para representar os peixes e ações presentes na obra.
    Concluindo, na minha opinião, que é partilhada pela maioria dos espectadores, não compensou assistir…Não aprendi mais e piorou a minha opinião sobre a obra, quando o objectivo era precisamente o contrário.

  26. Gonçalo Leonardo diz:

    No dia 18 de Novembro de 2016, a nossa turma foi visualizar a peça de teatro: “Sermão de Santo António ao Peixes”. Foi representado num pequeno auditório por um homem e a ajuda de uma mulher.
    Quando o teatro começou, pouco se conseguia ver, tendo em conta os lugares que nos foram propostos. A representação da peça foi feita de uma maneira cómica, mas infantil, o que foi uma grande falha, tendo em conta a maturidade do público. Quando eu ouvi sobre a peça, pensei que seria um oportunidade para aprender mais alguma coisa do que já tinha aprendido nas aulas de Português, o que não aconteceu. Uma da outras razões da peça ter sido fraca foi o facto de a actriz, que estava a ler o sermão para ajudar o ator, ter lido de uma maneira pouco motivadora ao público.
    Em suma, deu para perceber pouco da peça, mas eu vi que tentaram chega ao público de uma maneira mais cómica. Mas deviam ter tido em conta o público para quem representavam. Não recomendo a peça a pessoas que já saibam o que se passa, pois não vão aprender nada de novo. Posso recomendar a peça a um público que seja mais jovem, porque assim a parte cómica poderá intrigá-los.

  27. Bernardo diz:

    Teatro do Sermão de Santo António aos Peixes
    A greve na zona sul da Escola Secundária Augusto Gomes causa alvoroço na manhã de 18 de Novembro (sexta-feira), típico dia de Inverno sem chuva. Chega a hora de teatro do Sermão de Santo António aos Peixes anteriormente agendado para a data, no auditório da escola.
    Tudo a postos para o espetáculo! Um homem e uma mulher em palco e eu sem perceber. Percebi que o Bino tinha uma falha de cabelo na nuca e que a Madalena tinha feito madeixas. Não via nada! Apenas imensas cabeças à minha frente…
    Efetivamente, ouvia uma voz distante sem eco que me parecia vinda de um ator com potencial que fazia a linha da frente soltar várias gargalhadas. Passado algum tempo, consegui-me adaptar às características e condições com que me deparei e, de facto, apreciar a peça. De tal modo, achei a representação de certa forma engraçada e notei que o ator, Alexande Sá, estava bem preparado e tentou apresentar a peça de uma forma mais compreensível para o público. No entanto, algumas partes do teatro tornaram-se um pouco infantis e exageradas e a leitura da narradora que acompanhava o ator ficou aquém do razoável.
    Concluindo, a ideia com que fico da peça não é ótima mas também não é péssima, contudo deu para relembrar a obra de Padre António Vieira que tem que ser obrigatoriamente lembrada num futuro próximo.

  28. Mário Taveira diz:

    A verdadeira desgraça dos peixes
    No dia 18 de Novembro alguns alunos da minha escola, incluindo eu, fomos ver um teatro da obra que estivemos a analisar em Português: “ O Sermão de Santo António aos Peixes. O teatro foi representado por um ator que se fazia passar pelo padre António Vieira e havia uma senhora que lia certos excertos da obra. Esta peça de teatro realizou-se no pavilhão da escola secundaria Augusto Gomes.
    Este teatro foi uma completa desilusão e de forma alguma compensaram os dois euros que os alunos tiveram que pagar para assistir a esta representação. Houve vários aspetos negativos os quais eu vou relatar.
    Em primeiro lugar, fomos ver um espectáculo para crianças e não para adolescentes com idades compreendidas entre os 15 anos e os dezasseis anos; penso que o ator não teve a mínima ideia da idade do público que ele tinha à sua frente.
    Em segundo lugar, o espaço utilizado para se realizar esta atividade extra curricular não foi de longe o mais adequado, era muito pequeno para o número de alunos a assistir, tanto que muitos ficaram em pé; e ainda que os alunos que estavam nos lugares mais atras não conseguiram ver rigorosamente nada, provocando o desinteresse e mau comportamento por parte de alguns alunos.
    Para concluir, esta peça não acrescentou em nada ao que sabia da obra. Esta peça denegriu a obra tão emblemática que foi escrita pelo padre António vieira; de tal maneira que, se alguém, que não conhecesse esta obra ficaria com uma péssima opinião da obra do padre António Vieira.

  29. Filipe Soares diz:

    A 18 de novembro de 2016, era suposto ter a honra de poder ver alguém a representar o “Sermão de Santo António aos Peixes”, do Padre António Vieira, mas infelizmente só a pude ouvir maioritariamente…e não tive honra nenhuma nisso.
    Do que ouvi não posso dizer que desgostei, visto que dou crédito ao ator por decorar e representar a obra daquela maneira, algo que nunca conseguiria fazer…Infelizmente o ator usou uma linguagem corporal demasiado infantil o que acabou por arruinar tudo.
    Na minha opinião, gostaria muito mais se tivesse tido a oportunidade de ver em condições a representação e se o ator tivesse adotado uma linguagem corporal mais “adulta”.

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