Reescrita das composições – 11.ºA

A presença dos clássicos da literatura na vida quotidiana dos jovens tem vindo a perder espaço para outro tipo de produtos culturais. Os jovens tendem a substituir a leitura por outras práticas de consumo cultural ligadas a suportes multimédia e a evitar a concentração e exigência que a leitura de uma obra integral exige.

Redige um texto de opinião sobre a questão abordada no texto acima. Para fundamentar o teu ponto de vista, recorre a dois argumentos, ilustrando cada um deles com um exemplo concreto e significativo. (200 a 300 palavras)

Sobre Arminda Gonçalves

Professora de Português da Escola Secundária Augusto Gomes em Matosinhos.
Esta entrada foi publicada em A_2016-17Portefólio11.ºA/B. ligação permanente.

12 respostas a Reescrita das composições – 11.ºA

  1. Diogo Ribeiro diz:

    O mundo muda

    O mundo muda. É uma das coisas que o faz tão interessante. Alguns dirão que estamos no amanhecer de uma nova era, à imagem de muitas que já tivemos. Porém, é claro que as mudanças têm sido mais rápidas e bruscas do que algo que já tenhamos experienciado. Tudo são “uns e zeros” agora. O suporte físico é uma coisa do passado. E num mundo em que acedemos a tudo tão rapidamente, ler um livro (para muitos) simplesmente não compensa o tempo e o esforço que lhe é dedicado.
    Aliás, até se tem formado uma espécie de preconceito à volta do livro. A literatura é considerada atualmente uma perfeita representação de um passado que já foi ultrapassado e substituído por algo melhor (supostamente). Quando é preciso ler um livro em contexto escolar, é visto como uma obrigação, e não como uma oportunidade. Quando alguém lê por prazer, é algo estranho, e não algo elogiável. A carga negativa à volta da leitura é algo mais antigo que a própria tecnologia, mas esta só veio apenas difamá-la ainda mais.
    Outro problema que afeta a literatura é da maneira como ela é apreciada como arte. Um quadro ou uma música é algo que podemos ver ou ouvir em poucos minutos. Um livro exige tempo e dedicação. Infelizmente, poucos jovens se podem dar ao luxo de ter os dois. As nossas vidas do século XXI são baseadas no stress e na necessidade de controlar o tempo. E a tecnologia age em concordância. Muitas das nossas redes sociais baseiam-se na partilha de vídeos de poucos segundos ou declarações de poucas palavras. É assim de que nós gostamos da nossa informação. Não há tempo para floreamentos ou recursos expressivos. Não há tempo nem vontade para ler centenas de páginas, a não ser que haja amor entre vampiros ou desejos sexuais estranhos.
    É para mim bastante claro que o livro vai seguir o caminho de, por exemplo, a música em suporte físico. Vai ser algo para dar estilo às nossas casas e para mostrarmos que somos melhores do que somos. Tornar-se-á “vintage”. A literatura continuará, claro. Mas não como a conhecemos.

  2. Mariana diz:

    Título??

    Hoje em dia, os jovens tendem a ler menos, muitos já nem lêem, mas consomem muito suporte multimédia pois, quando lêem, sentem que um livro é “secante” e não é tão activo como um filme que estimula visualmente as pessoas.
    No meu ponto de vista isto é totalmente verdade.
    Por exemplo, os jovens, a maior parte, já não lê pois tem de gastar dinheiro num livro (mesmo online) e isso faz com que eles achem um desperdício e percam o interesse em ler até porque nos dias de hoje existem imensos sites em que filmes ou qualquer outro tipo de suporte multimédia é gratuito.
    Outro ponto de muita importância é que os jovens já não lêem clássicos da literatura e por duas razão muito óbvias:primeiro, normalmente os grandes clássicos mais parecem a Bíblia de tantas páginas ter;segundo, a escrita,normalmente é complicada.
    Eu já li um dos grandes clássicos da literatura,”A Divina Comédia” de Dante e posso dizer que é interessante, mas a escrita e o significado de algumas palavras é complicado e é isso que faz as pessoas perder a paciência para ler esse tipo de livros.
    E para mim, estas são duas de muitas razões pelos quais os jovens não têm interesse em ler qualquer livro.

  3. Gonçalo Leonardo diz:

    Os clássicos na vida quotidiana
    Na atualidade, os jovens usam suporte multimédia e evitam a leitura, pois os jovens preferem ter algo que lhes diga exatamente o que eles querem, quando querem,sem ser necessário grandes esforços. Por exemplo, se for preciso falar de alguma obra clássica para um trabalho escolar, é mais provável que usem um computador para fazer um pesquisa do que um livro. A Internet é algo que tem muita informação (se não toda a informação) sobre diversas coisas, e é relativamente fácil de usar; por outro lado, utilizar um livro como fonte de pesquisa também não seria mau. apesar de ser necessário mais tempo de pesquisa e concentração. Os livros acabam por ser uma fonte mais fiável do que a Internet, pois já existem há mais tempo e acabam por conter mais informação sobre um tema específico (Pelo menos uma informação mais fiável).
    O interesse que os jovens têm ganho ao longo do tempo pelas novas tecnologias tem sobreposto o interesse pelo os clássicos. OS jovens conseguem relacionar-se com as tecnologias melhor do que com os clássico, pois a tecnologia é recente, é o que chama a atenção aos jovens e que são fáceis de utilizar; os clássicos (livros) são mais antigos, não chamam tanto a atenção pelo facto de serem antigos e é necessário estar-se concentrado.
    Concluindo, hoje em dia os jovens confiam demasiado nas novas tecnologias e esquecem-se do que é realmente confiável. Isto causa efeitos negativos nos jovens, pois ele não vão ter capacidade de se concentrar e vão ter dificuldades em fazer pesquisas de coa qualidade.

  4. Mário Taveira diz:

    Título??

    Hoje em dia a sociedade está claramente dependente dos aparelhos electrónicos e tudo relacionado com tecnologia. Esta dependência cria certos hábitos que não são os mais saudáveis para qualquer pessoa mas principalmente para um jovem que ainda está a descobrir como o mundo funciona e as suas capacidades mentais ainda se estão a desenvolver.
    Actualmente os jovens pegam mais depressa num computador do que num livro pois a leitura é uma atividade que exige muita concentração e atenção; quando se está a ler tem-se que estar focado na leitura e não a pensar no que aconteceu no dia de ontem. No entanto os adolescentes preferem situações em que tal isso não aconteça como por exemplo jogos de computador ou redes sociais.
    Além disso os pais podem ter um importante papel nesta questão do interesse dos jovens pela leitura, pois podem cultivar hábitos de leitura no filho durante a educação despertando o interesse pela leitura. Apenas contar uma historia ao final do dia à criança pode ser o suficiente.
    Porém quando os pais não tem esta disponibilidade é mais certo acontecer a troca dos livros pelas tecnologias. A nível psicológico estes adolescentes poderão ter um défice de concentração pois os jogos de telemóvel exigem muito menos atenção do que a leitura. Esta falta cognitiva, pode provocar desatenção nas aulas o que pode tornar se um grave problema. Se formos a ver, os alunos que reprovam, muitos deles não sabem o que é um livro.
    Concluindo, a leitura é importante não só pelo nível de concentração exigido mas também por ser uma atividade educativa e interessante.

  5. Zé Pedro diz:

    Jovens com pouca paciência
    As ocupações dos jovens mudam de geração em geração mas a meu ver, nos últimos 20 anos estes hábitos mudaram muito e muito rápido.
    Com o aparecimento do cinema e da televisão, os livros perderam em parte a sua atenção, já que estas atividades eram “novas” e mais apelativas. Prova disso é também a adaptação de muitas obras para o espaço digital o que, por um lado, foi bom, já que se pode entender melhor a mensagem passagem, mas perdeu-se uma das maravilhas dos livros, a imaginação da caracterização das personagens e dos espaços, algo que cada um construía por si e para si.
    Para se ler um livro é necessário concentração, tempo e um certo gosto.
    É essencial estar-se concentrado de modo a entendermos bem aquilo que lemos. A questão do tempo é relativa já que para ler um livro podemos ler algumas páginas hoje, outras amanhã e assim sucessivamente, o que pode levar semanas para acabar de ler. É porém muito prático, visto que podemos ler em praticamente todo lado, no autocarro, numa esplanada, no sofá, enfim, diversos lugares a alturas.
    Um filme, por outro lado, é necessário nos deslocarmos a um cinema (algo que nos tempos que correm não é bem assim, mas o hábito mentem-se) e dispormos de cerca de uma hora e meia para estar sentados e ver um determinado filme.
    Gostar de ler e do que lemos também é muito importante, já que precisamos de algo que nos faça continuar e ler senão, o interesse perde-se rapidamente.
    Isto combinado faz com que os jovens prefiram um filme, uma série de televisão ou mesmo ouvir música ao que para eles parece apenas ser um mero aglomerado de folhas com umas letras impressas.

  6. Fernando Pessoa diz:

    Alternativas à leitura
    Na minha opinião, os jovens de hoje têm trocado a leitura clássica intensiva por uma leitura mais ocasional e com menor interesse em analisar com detalhe aquilo que leem. Eles têm uma maior tendência a utilizar as novas tecnologias para complementar as suas aprendizagens e a sua leitura, lendo resumos, por exemplo.
    Os jovens, muitas vezes, preferem outras atividades como por exemplo, jogar videojogos ou ver vídeos, à leitura, o que várias vezes leva a desempenhos escolares mais fracos.
    Como já referi anteriormente, os jovens arranjam alternativas à leitura, mas essa pode não ser a única razão. Uma leitura que não tenha sido percebida ou apreciada por um jovem pode provocar uma desmotivação fazendo com que outras práticas de consumo, como notícias ou a internet sejam mais utilizadas para a captação de cultura geral. Estas, apesar de serem menos fiáveis, passam a ser as preferidas à leitura tradicional.
    Para concluir, os jovens da atualidade tendem a substituir a leitura por outras práticas de consumo, porque as acham melhores alternativas, apesar de nem sempre o serem.

  7. Henrique Sousa diz:

    Uma literatura sem interesse
    Nos tempos de hoje, os jovens estão a dar cada vez mais importância às novas tecnologias e a esquecer-se da literatura. Esta troca deixa as pessoas mais velhas preocupadas, pois temem pela falta de cultura e intelecto da geração seguinte.
    Assim, os jovens têm vindo a deixar um livro na prateleira para se poderem concentrar no seu telemóvel, mas a culpa não é inteiramente deles. É verdade que todos eles têm opção de escolha e, muitos preferem o telemóvel, mas, a meu ver, não está tudo nas suas mãos, já que desde pequeninos foram sempre habituados aos jogos e ao produto mais novo no mercado e nunca foram incentivados a relaxarem e a pegar num livro. Podem a sempre argumentar que o jovem já tem maturidade para escolher entre um livro ou um filme, mas é sempre difícil fugir às ideias cultivadas na nossa cabeça desde criança, como já referi, habituados ao que é novo e melhor.
    Outra razão pela qual a literatura está a ficar cada vez menos popular entre os jovens será a exigência e determinação que um livro necessita para poder ser apreciado. Para quem já é um leitor de longa data, um livro é algo fácil, tanto em tempo de leitura como em interpretação de historia. Contudo, para os jovens, pode representar um grande desafio, já que é algo fora do normal e não costuma ser como os produtos de uma empresa tecnológica, cujos pontos fortes são a facilidade de interação, algo que os jovens dizem não encontrar na maior parte dos livros.
    Concluindo, a desistência da leitura por parte dos jovens vai continuar a aumentar, pelo menos no meu parecer e, a única ação que se pode tomar e insistir na leitura, no entanto não deverá ter grande sucesso, já que as indústrias tecnológicas continuam a crescer e a ganhar poder. A perceção dos jovens sobre a leitura será cada vez mais negativa, havendo até pessoas que nunca irão pegar num livro.

  8. jorgeafonsomartins diz:

    Obras clássicas são lidas pelos jovens?
    Na minha opinião, atualmente, os jovens, na sua maioria, estão a perder os hábitos de leitura de obras clássicas. Estes estão também a ser substituídos por outras atividades.
    Nas últimas décadas houve uma grande evolução tecnológica, com a criação de “gadgets”, como por exemplo o telemóvel ou o computador. Isto fez com que o número de possibilidades de entretenimento aumentasse e com que aparecessem novas funcionalidades e potencialidades, como jogos virtuais. Por isso, muitos jovens nos seus tempos livres, em vez de ler, jogam no computador ou veem televisão.
    Para além disso, a tecnologia permitiu também a criação das redes sociais, ou seja, a possibilidade de estar com os amigos e falar com eles, estejam onde estiveram. Este é outro dos adversários da leitura pelo tempo dos jovens.
    A ultima razão é o facto de também estarmos a assistir a uma evolução social. Na atualidade há uma grande diversidade em termos de atividades de tempos livres, outras que não existiam até há alguns anos. São exemplo disso “praticar ginásio” ou, para outros, ir às compras.
    Concluindo, eu concordo com a afirmação, pois atualmente o tempo dos jovens é dividido por muitas ocupações, o que não permite que tenham o tempo necessário para a leitora que uma obra clássica requer.

  9. David Pinto diz:

    Os Livros dos dias de hoje
    Hoje em dia já não se lê como antigamente, muito por causa da evolução da sociedade e da tecnologia.
    Na altura destes clássicos as pessoas só podiam utilizar o seu tempo para ler pois não havia a tecnologia que há hoje e poucas são as pessoas que hoje param para ler um livro. A tecnologia esta por todo o lado e as pessoas preferem estar sentadas a ver televisão, a jogar na consola ou a navegar na internet do que parar e ler um bom clássico. Também preferem fazer outras atividades como pratica de desportos, conviver com amigos e família, ir ao cinema, ir a certos eventos,…, inúmeras coisas que se podem fazer.
    Muito por causa da internet já se pode saber como começa, desenrola e acabam os clássicos, e perde-se o interesse e a surpresa de um livro. As pessoas na maior parte das vezes pesquisam na internet sobre o livro e leem as opiniões de outras pessoas e podem até perder a vontade de ler esse livro.
    Para concluir, muitas vezes escolho certo livro, mas acabo por perder a vontade ou porque me sinto muito cansado, ou porque me apetece fazer outra coisa, ou até porque o livro não era aquilo que eu esperava.

  10. Tiago Rodrigues diz:

    A atualidade dos livros

    Para começar, devo dizer que concordo com o texto apresentado e compreendo que aconteça, porque também acontece comigo embora me estejam sempre a dizer que estou errado.
    Hoje em dia, os ditos “jovens”, que aqui entendo como adolescentes, preferem ver um filme baseado num livro do que ler o próprio que foi base para o filme (Mas, nem sempre isto acontece.)
    Sobre este tema também há os dois lados da moeda mas eu acredito que há uma explicação para isto. Na minha opinião, nos dias em que vivemos, a nossa vida está sempre facilitada pela tecnologia e agora os livros, em algumas cabeças Humanas são considerados coisas do passado, que já ninguém usa. Um exemplo disto são aqueles novos dispositivos que dão para comprar livros online .
    Para as outras cabeças Humanas isto é ridículo porque estas não gostam só de ler como também de ter um livro e folheá-lo e ter todas aquelas sensações auditivas, olfativas, sensitivas, etc. A tecnologia faz os jovens mais preguiçosos neste sentido, porque preferem estar com os amigos a tirar umas fotografias do que estar a ler um simples livro mas, não acontece com todos.
    Para concluir, tenho de admitir que a literatura só tem vantagens e, quando tenho de ler um livro normalmente gosto e leio sempre em livro, físico, mas a tecnologia evolui e os pensamentos e atitudes mudam com ela.

  11. fontolas diz:

    Do papel ao ecrã

    Nos dias de hoje, a literatura na vida dos adolescentes está completamente diferente do tempo dos meus avós.
    Sim! Também sou um adolescente que apesar de apreciar as novas tecnologias não me largo do que realmente vale a pena.
    Preferes deslizar o dedo ou virara página? Estar acompanhado pela quantidade de bateria que te resta ou pelo charmoso cheiro do papel que percorre as letras? Preferes ver as imagens da praia onde está o vizinho ou desgostar as descrições da natureza de autores como Sophia de Mello Breyner?
    Eu cá prefiro ler um livro… não só por toda a incomparável sensação de sentir as vírgulas a circular na mente mas também porque o posso deixar cair sem a minha mãe se chatear comigo e posso guardá-lo, emprestá-lo e oferecê-lo como prenda.
    Contudo, os tempos mudam e com eles vão os hábitos e costumes de uma era, mas o que é bom e de valor para o ser humano não pode mudar com o tempo. Se for esse o caso, é porque as pessoas estão a deixar-se influenciar por interesses e esquecem-se do que isso implica.
    Concluindo, não foi a literatura que mudou, o que mudou foi a educação literária e o pensamento das pessoas de que o que é prático é melhor e esquecem-se do que é verdadeiramente sincero e que vale a pena, como ler um livro.

  12. Pedro Torres diz:

    Título??
    A citação apresenta-nos um tema que, hoje em dia, tem-se tornado cada vez mais verdade. Os jovens deixaram a leitura de parte, e dedicarem-se às tecnologias, ou suportes multimédia.
    Como todos nós sabemos os suportes multimédia têm evoluindo muito e como os jovens são muito ligados às tecnologias, por vezes, preferem ver um certo filme ou série na televisão ou no computador; ou ouvir musica e ver vídeo no youtube; ou mesmo estar a jogar jogos nos aparelhos; e deixam a leitura tradicional de parte, por acharem muita ” seca ” e uma perca de tempo .
    O outro argumento que quero apresentar é os jovens acharem que a leitura não enriquece a sua cultura e então preferem fazer outras coisas e o que está na moda é viver dentro das tecnologias.
    Eu acho que os argumentos que podemos apresentar em relação a este tema vão ter sempre os mesmo significado e não vão ser diferentes um dos outros. De modo igual, o argumento global é que os jovens preferem estar a fazer qualquer coisa menos a ler por acharem a leitura uma perda de tempo e uma “seca”, não por haver livros caros ou assim, porque nesses casos bibliotecas.
    Concluo que este tema é verdade e as editoras e escritores deviam de trabalhar em conjunto para promover a leitura, mesmo em aparelhos tecnológicos.

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