11.ºB – Reescrita das composições

O casamento tende a acompanhar as alterações sociais. Num texto expositivo-argumentativo bem estruturado, com um mínimo de 200 e um máximo de 300 palavras, reflete sobre a instituição do casamento na atualidade.

Sobre Arminda Gonçalves

Professora de Português da Escola Secundária Augusto Gomes em Matosinhos.
Esta entrada foi publicada em Z_2015-16Portefólio11.ºA/B. ligação permanente.

13 respostas a 11.ºB – Reescrita das composições

  1. Rita Magno diz:

    O casamento

    Será que o casamento é necessário para alguém ser feliz? O que o casamento traz de diferente na vida? Será melhor ter um papel de como são casados ou viver sem ter de casa?
    O casamento na actualidade é levado como não muito importante para se ser feliz, pois podemos ser felizes sem nos casarmos. Este, o que traz de diferente de se estar junto é um papel assinado e uma festa para celebrar a união.
    A meu ver, um casamento na actualidade, apesar de ser caro, não traz nada de diferente na vida de uma pessoa, sem ser a divisão de bens (que pode não ser bom, quando o casamento acaba) mas, também traz prejuízo para o casal, ou seja, caso queiram assinar algo em que não estejam de acordo ou pagar algo que um deles não queira é muito difícil se entenderem e depois acham que o melhor remédio é separar-se.
    Será que se separar é uma boa opção? Não, porque só a papelada que se tem de assinar e as alterações que vão provocar socialmente, “não compensa”.
    As alterações sociais provocadas com um casamento são: ter uma casa partilhada; terem contas partilhadas; terem um papel como prova que estão casados, o que é muito importante para a religião católica. Mas um casamento, para mim, só devia de acontecer se o casal realmente não se vai separar ao mínimo problema que aparecer. A instituição do casamento na actualidade não é tão importante como antigamente, pois agora levam o casamento como uma diversão e antes era “muito bom” ser casado, ou seja, se fosse casado era para sempre e havia muito respeito entre ambos.
    Resumindo, na actualidade casar ou não casar é um tanto faz na vida das pessoas, pois tudo o que se devia de fazer, quando se está casado, não se faz.

  2. Paula Cunha Pires diz:

    Título???
    O casamento é um matrimónio no qual uma mulher e um homem fazem juramentos um ao outro, prometendo essencialmente amor e respeito mútuo. O casamento tende a acompanhar as alterações sociais uma vez que à medida que o tempo vai passando, a noção de moda/moderno vai variando e uma vez que os casamentos são de acordo com as possibilidades económicas de cada família.
    O casamento atual é completamente diferente dos casamentos antigos, em todos os sentidos: os sentimentos que o casal sentia um por o outro eram mais puros e verdadeiros, não havia tanta infidelidade e eram por sua vez mais simples, não existiam tantos luxos nem tanta vaidade.
    Nos tempos antigos havia de certa forma um maior respeito. Por exemplo, por respeito e educação os homens pediam a mão da sua namorada, pediam a aceitação do casamento , aos pais da futura noiva.
    Outra das características do casamento nos tempos antigos é que os jovens casavam-se mais,cedo, alguns com apenas 17 anos já se encontravam casados.
    Nos casamentos atuais, já não existem essas cortesias do namorado pedir a mão da filha aos pais desta. A taxa de divórcios é maior, a taxa de infidelidade também é superior, uma vez que algumas pessoas se casam não por amor, mas por interesses quer a nível económico quer a nível social.

  3. Beatriz Gonçalves diz:

    O casamento

    Antigamente o casamento era um ritual muito importante numa dada religião, entre casais.
    Era um grande sinal de pureza e amor pois nesses tempos as mulheres casavam virgens.
    Acho que neste momento muito pouca gente dá valor ao casamento pela igreja.
    Até acho que há cada vez menos pessoas a casar, seja pelo civil ou pela igreja.
    Por mim, o casamento é dispensável, pois, para além de ser muito caro, também é um elo que cria entre duas pessoas que não deve ser quebrado. E em relação a isto o que mais me faz pensar é se, por algum motivo o casamento é destruído… sempre há a hipótese do divórcio mas isso significa gastar mais dinheiro!
    E agora eu pergunto-me, isto tudo para quê? Na minha opinião a união de facto é muito melhor e pode não destruir a vida de um ou de outro pois mesmo que se separem não têm que sequer dar satisfações a ninguém, muito menos fazer partilha de bens, que é o que mais me choca.
    E se calhar, por muita gente pensar como eu é que já são poucos os casamentos que se vêm a ser feitos.
    Se hoje em dia o casamento fosse feito, como antigamente, com o objetivo de partilhar a vida com outra pessoa, respeitando e estando sempre presente, valeria a pena. Mas infelizmente muitos dos casamentos, neste momento, são por, simplesmente, dinheiro ou interesse em algo ou algum poder que possam alcançar com isso.

  4. Ines Santos diz:

    O Casamento

    O casamento é uma cerimónia matrimonial que tem como função unir almas de dois corpos, unir dois sentimentos e formar uma vida conjugal.
    Antigamente o casamento era muito mais formal e muito mais sério que na atualidade, agora é fácil casar, não se pede autorizações aos pais da noiva, é muito mais rapido.
    A palavra casamento tem vindo a mudar de significado para muitas pessoas, tornou-se como uma coisa banal. Esta cerimónia já há algum tempo tráz uma mudança na sociedade, é alvo de leis que mudam constantemente. Voltando à antiguidade, era impensável e fora de imaginação duas pessoas do mesmo sexo casarem-se, era absurdo. E depois do casamento não havia separações! Hoje em dia, os tempos mudaram, já todos se podem casar, sendo heterossexual ou homossexual e se não correr bem há o divórcio e fica tudo resolvido.
    Se formos um bocadinho mais à realidade na verdade, muitas vezes vemos casamentos sem valor, sem sentimento, alguns apenas por ganancia e poder. As pessoas desvalorizam de tal maneira a palavra casamento que agora há muito poucas pessoas a querer casar de verdade, é como se sentissem limitadas a algo.
    Por fim, digo que alterações são sempre necessárias e muitas vezes são boas e benéficas para o assunto em questão, mas em cada alteração tem de haver sensatez e não tornar as coisas importantes em meras coisas banais.

  5. Cláudia Cova diz:

    Casamento?
    A instituição do casamento tem vindo a perder o seu interesse e a razão pela qual é feita, ao longo dos tempos.
    Antigamente, as pessoas que se casavam, algumas delas, ou eram obrigadas a casarem-se com pessoas que os seus pais escolhiam ou casavam-se, porque existia um amor mútuo entre a mulher e o homem e eles queriam assumir a responsabilidade do casamento. Mas uma coisa era certa, depois de se casarem não se podiam divorciar ou trair o/a seu/sua acompanhante, porque era considerado um pecado. E nesta altura os casamentos homossexuais não eram legalizados.
    Na actualidade, a instituição do casamento perdeu todo o seu significado e importância. Os casais continuam a casar-se mas não com a mesma intenção de antigamente, com a intenção de proteger e amar na saúde e na doença a sua mulher/o seu homem. Hoje em dia, alguns casam-se porque é a cultura da sua família ou porque é algo que tenham sonhado realizar, mas no final, depois de casados, perdem o amor, o encanto que uma vez sentiram um pelo outro, e acabam por se divorciar. As pessoas pensam que é só um papel, mas não, é mais que assinar um papel, é demonstrar o amor que sentem um pelo outro, é para demonstrarem que não é algo que se perde de um dia para outro, é assumir que ambos querem permanecer um com o outro até que a morte os separe.
    É verdade que o casamento tende a acompanhar as alterações sociais, tanto com aspectos negativos como positivos (por exemplo: a legalização dos casamentos homossexuais), mas não se pode deixar que o casamento perca o seu encanto, o seu significado e principalmente não se pode deixar assumir que o amor é algo passageiro, porque não é.

  6. Daniela patrícia diz:

    O casamento e as alterações sociais
    O casamento tem mudado conforme as alterações sociais, que aconteceram ao longo do tempo.
    Como podemos imaginar o casamento nunca foi como podemos encontrar agora na atualidade. Podemos ver isso devido a que quando Almeida Garrett viveu era ilegal separar-se e casar com outra pessoa, isto só podia acontecer se um dos dois morresse assim poderia casar-se de novo. Conforme o tempo a lei do casamento sofreu alterações e muitas devido a que hoje em dia podemos casar varias vezes se não for pela igreja. Na igreja só podemos casar uma vez e no caso de que por exemplo a mulher morre o homem poderá casar-se de novo pela igreja, enquanto que no estado civil podemos casar e separar varias vezes.
    Na atualidade as pessoas do mesmo sexo já podem casar-se, mas não em todos os países , isto acontece devido a cultura, religião e crenças de cada pais. O homem só pode ficar com uma mulher ou mulher só pode ficar com homem, mas em alguns casos o homem pode-se casar com varias mulheres ao mesmo tempo. Podemos ver isso em países muito religiosos que seguem as crenças de Deus à “ risca”, isto é, só acreditam naquilo que Deus disse e as pessoas que têm outras opções sexuais são consideradas “aberrações”.
    Cada pessoa deve fazer o que achar correto e deve escolher com quem quer casar não devia existir leis que proibissem isso.
    Se amamos realmente uma pessoa indeterminadamente o género e queremos casar, deveríamos poder casar.

  7. Hugo Campos diz:

    Casamento
    O casamento tende a acompanhar as alterações sociais, da mesma forma que o mundo evolui.
    Nos séculos passados, o casamento era o tradicional, os noivos iam a igreja, o padre dava o seu voto e estavam casados para o resto da sua vida. A festa dos casamentos era muito simples, sem grande exuberância e sem grande manifesto, as roupas dos convidados era igualmente simples, os homens iam vestidos com um fato e com uma gravata ou laço e as mulheres iam vestidas com os seus grandes e elegantes vestidos.
    Na atualidade, o casamento tem vindo a diminuir, isto por muita culpa dos adolescentes e pessoas adultas, porque agora já não há compromissos até à morte, os casamentos muitas vezes, são em conservatórias e não em igrejas como “manda” a traição. Quando há um casamento, as pessoas vão vestidas como se fossem para um Gala de Globos de Ouro em Hollywood, ou, seja, levam vestidos muito exuberantes, aparentando, muitas vezes, aquilo que não são e levando pessoas a refletirem sobre o que eram os casamentos no passado e aquilo que são hoje.
    Em suma, os casamentos assumem outros papéis na atualidade do que aqueles que assumiam no passado, causando outro impacto na atualidade.

    Hugo Campos Nº14 11ºB

  8. Ana Miguel diz:

    Casamento
    Hoje em dia o casamento é uma prática menos comum do que era, por exemplo, há trinta ou cinquenta anos atrás.
    Um dos fatores para esta diminuição de casamentos pode ser a crise. Muitas pessoas tendo menos dinheiro vão preferir poupá-lo do que gasta-lo num casamento e isso pode ser consequência de um outro fator: muitas pessoas não veem objetivo no casamento, uma vez que podem viver juntos sem se casarem e ter uma vida normal de casal sem ser necessário o casamento. Para além disso, as relações já não duram tanto como antigamente, onde a maioria dos casais respeitava o “até que a morte nos separe”. E mesmo antigamente o casamento era visto e forma diferente, era como algo obrigatório para se um casal quisesse ter filhos ou viver na mesma casa e agora é visto como uma simples escolha, e, se o casal se separar, não existe um processo complicado tal como o divórcio.
    Apesar deste decréscimo de casamentos, muitas pessoas ainda optam por casar, mas tudo depende das escolhas, preferências, estado financeiro, e felicidade do casal, tal como no que eles acreditam, Por exemplo, se o casal não acreditar na igreja, nem nesta pratica, não vão querer se casar e isso na atualidade é completamente aceitável.

  9. Ana Dias diz:

    O casamento
    Tal como tudo aquilo que fazemos e todas as decisões que tomamos, o casamento é uma escolha, uma opção de vida é a demonstração a nível social de uma escolha pessoal realizada por nós. Acima de tudo casar representa a valorização de um compromisso, ou seja, quando casamos pretendemos oficializar uma relação.
    O casamento, como tudo na vida, sofre alterações ao longo do tempo, as necessidades vão mudando, os desejos, os objetivos de vida, com o passar dos anos aquilo que se tornava imprescindível e obrigatório antigamente vai mudando de figura ao ponto de se chegar a tornar uma banalidade para os dias que correm. Por exemplo, antigamente o casamento era o primeiro passo dar pelo casal, “quanto mais cedo melhor” e agora não é bem assim, apesar do casamento ainda ter um papel bastante importante e bem definido. No entanto para alguns o seu significado ainda não é bem claro.
    Na atualidade, deparamo-nos com vários tipos de opiniões acerca da importância do casamento, embora todas elas mereçam ser respeitadas e aceites de igual forma. Para alguns o casamento não passa de uma festa em que todos são convidados a “celebrar” uma união. No entanto, apesar do casamento ter esse mesmo significado, devia ser levado mais a sério. A instituição do casamento é correta e deve ser feita mas as pessoas que o aceitam deviam ter maior compreensão de tudo o que o casamento implica, ou seja, quando casamos com alguém o objetivo é ter uma grande certeza da decisão que estamos a tomar e não casar para “oficializar” um relacionamento mas sim porque é com aquela pessoa que queremos viver para sempre “… até que a morte nos separe”.
    Desta forma, na atualidade a instituição do casamento não um tema de absoluta concordância por parte de todos, sendo aceite por uns e rejeitado por outros, ao longo do tempo. Este ato de amor por parte de ambos os elementos de um casal tem sido visto de forma diferente pela sociedade, porque apesar do casamento continuar a representar o mesmo, as mentalidades vão mudando e há cada vez mais quem acredite que o casamento não é o maior gesto de Amor que podemos dar a alguém.

  10. Lia Castanho diz:

    O casamento
    O casamento, também conhecido como o fim da procura pela nossa alma gémea, sempre existiu. Oficial ou não, o que realmente define este compromisso é o amor. Amei-te, amo-te e amar-te-ei.
    Contudo, o facto do casamento tender a acompanhar as alterações sociais, não agrada a toda a gente. Com a passagem do tempo, a palavra foi-se espalhando. O amor já não é definido por um homem e uma mulher, o amor é agora definido por um sentimento universal que não pode ser retirado a ninguém. Homens podem amar homens, mulheres podem amar mulheres. Simplesmente amem. E os pontos vão-se somando para a comunidade homossexual. No Verão de 2015, nos Estados Unidos da América, foi legalizado o casamento homossexual. Mas, deixando esta vitória do amor de lado, cada vez mais os casais se divorciam. É quase como se agora, com a adaptação do casamento à atualidade, esta união se tenha tornado apenas um hobby. É verdade que o casamento é quase como uma montanha-russa e que antigamente era planeado e não destinado, mas nos nossos dias, o que é o casamento? É uma união de corpo e alma ou uma folha de papel que guardamos na infinidade de gavetas que temos lá em casa?
    A adaptação não é obrigatória, mas é necessária e, ao longo da nossa vida, sempre tivemos contacto com a ideia de casar porque é uma celebração universal. Quer seja por amor, por negócios ou por diversão. Felizmente, da mesma forma que todos somos diferentes, todos os casamentos são diferentes.
    Logo, para finalizar, a instituição universal do casamento na atualidade pode ser falaciosa para alguns, como pode ser uma mais valia para outros. Mas a verdade das verdades, é que está lá.

  11. Érica Filipa diz:

    O casamento
    Na minha opinião o casamento têm vindo a ser cada vez mais desvalorizado com as alterações sociais, não é que ache isso mau, até pelo contrario.
    A maior parte das crianças tanto hoje em dia como antigamente sonha crescer, encontrar o seu amor, casar e criar uma vida, independente, também eu o sonhava aos meus dez anos de idade mais ou menos. Hoje em dia vejo o casamento de forma diferente, e não lhe dou tanta importância assim.
    A maior parte das pessoas vê o casamento como uma espécie de prova de amor ou de fidelidade, quando vivem juntas, têm um emprego, têm filhos, uma casa, um cão, uma vida estável de casal, mas não são casados, são muitas vezes julgados pelas pessoas mais velhas ou apenas pelas pessoas que ainda sobrevalorizam muito esta coisa do casamento.
    Apesar de toda a evolução, de todo o desenvolvimento social dos dias de hoje, e das coisas serem muito diferentes do que eram há uns anos atrás, até porque nos dias de hoje são muito mais facilitados e aceites os divórcios, o casamento apesar de não tanto, ainda recebe muita importância por parte da sociedade actual.

  12. Diogo Fonseca diz:

    O casamento nos dias de hoje
    O casamento é um acordo entre ambos, que se cumpre até ao fim das suas vidas.
    O casamento é quando uma pessoa se compromete a ser fiel, estar ao lado um do outro no pior como também no melhor. Exemplificando, quando nós nos vamos casar na igreja, o padre pergunta ao casal se ambos se acompanham no pior.
    Por outro lado a maior partir dos casamentos, infelizmente, acabam em divórcio, principalmente quando as coisas começam a complicar-se. Quando uma pessoa começa a ficar com dívidas, ou perdeu o emprego ou por outros motivos, pedem divórcio quando supostamente deveriam ajudar o próximo.
    A sociedade vai-se alterando, na medida em que evolui, mas o casamento não, a maneira de pedir o outro em casamento e a mesma do que se pedia á 10 anos por exemplo. Outro exemplo, continua-se a ir a igreja e acontece a cerimonia.
    Em suma, o casamento não se alterou muito quanto a sociedade, o casamento e uma junção vitalícia entre os casais, um acordo entre ambos de fidelidade confiança, ajuda mútua e acima de tudo uma relação de amor. O casamento é uma fase da vida de uma pessoa, mas para existir casamento tem de se construir pilares bem fortes para não se desmoronar.

  13. Susana Maia diz:

    Título???
    O casamento já é uma prática social que existe há centenas de anos, senão milhares de anos. E tal como os tempos mudaram, também o fizeram os casamentos.
    Vejamos, antigamente, quando ainda se vivia sobre o poder da monarquia, as pessoas não tinham a liberdade de escolher com quem casar, sendo muitas vezes forçadas a casar com quem não queriam apenas por causa do bom nome da família ou estatuto social. Naquela época, o casamento acontecia quando os membros do casal eram bastantes novos e só acabava quando um deles morresse. Qualquer tipo de traição não era perdoada.
    Avançando mais um pouco no tempo, as pessoas já podiam escolher com quem casar, embora algumas ainda fossem forçadas a casar com quem não queriam. Mesmo assim, os casamentos duravam muito tempo, tal como na monarquia.
    Atualmente temos total liberdade para escolher com quem casar. Apesar disso, o valor do casamento já não é o que era, foi bastante desvalorizado. Mais agora do que nunca, vemos casamentos a acontecerem por mero interesse, por dinheiro, para conseguir um estatuto social elevado, entre muitos outros. As pessoas casam-se, muitas vezes, não por amor, o que faz com que se separem rapidamente. A “taxa” de divórcios está mais alta do que nunca.
    Podemos concluir que os casamentos já não servem para unir pessoas por amor, mas por interesse, resultando em casamentos infelizes e traições.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s