11.ºA – Reescrita das composições

O fanatismo religioso tem causado imensas vítimas desde sempre. Num texto expositivo-argumentativo bem estruturado, com um mínimo de 200 e um máximo de 300 palavras, reflita sobre esta temática tão premente ainda nos dias de hoje.

Sobre Arminda Gonçalves

Professora de Português da Escola Secundária Augusto Gomes em Matosinhos.
Esta entrada foi publicada em Z_2015-16Portefólio11.ºA/B. ligação permanente.

5 respostas a 11.ºA – Reescrita das composições

  1. Gonçalo Tato Macias Ferreira 11A Nr10 diz:

    Título ???
    Na minha opinião o fanatismo religioso tem desde sempre constituído um dos maiores flagelos político-sociais
    que abalam o nosso mundo. Este tipo de problema levou a uma divergências que hoje correspondem a um dos principais fatores para a Guerra.
    Primeiramente suporto a minha tese referindo a problemática prática de costumes e tradições baseadas em princípios típicos de certas religiões. Disto se exemplifique a intensidade sombria dos rituais de culto (Cristianismo, Satanismo, Islamismo) que negativamente afetam os inúmeros “castigados” pelos ideais dos cultos praticados nessas situações. Isto é observável nos rituais Satânicos e executações Árabes (como meros exemplos).
    Como segundo ponto desejo referir o flagelo da guerra nomeadamente a Guerra Santa. Esta enormíssima guerra de caráter catastrófico e intenso passa hoje em dia por um “ping-pong” de ameaças e ataques do tipo terrorrista. Estas ameças correspondem fundamentalmente a resultado dos ideais de cada uma das religiões e suaa divergências. Tais ameças e sucessivos ataques físicos levaram a que haja a decorrer uma guerra intensa despoletada entre todas as frentes envolvidas. Como exemplos significativos considere-se o 11 de Setembro, a Guerra no Iraque, os atentados de Paris e os bombardeamentos por parte dos EUA, Reino Unido e Rússia aos países árabes.
    Ora, a meu ver (não só em relação a estes casos como por exemplo a perseguição nazi aos judeus – o Holocausto), este tipo de situações que hoje enfrentamos corresponde a nada mais do que uma simples e intensa divergência de ideais religiosos trata-se de um negativo e desnecessário problema. Em suma, desejo deixar o meu desagrado perante este assunto agora por mim abordado e fortemente criticado, pelo que da minha parte existe uma completa e absoluta condenação por tais problemas causados por meras divergências do fanatismo religioso, um flagelo que infelizmente existe e fere inocentes não relacionados com ele (o fanatismo).

  2. Rafaela Moreira diz:

    O excesso da religião
    Desde sempre que a religião é motivo de guerras e discussões, nos dias de hoje nada mudou. Do meu ponto de vista, o que falta é respeito pelas crenças de outras pessoas, ninguém tem o direito de impor o seu Deus a outras pessoas.
    Por exemplo, uma pessoa pode acreditar num determinado Deus, seja ele qual for, e não o enaltecer perante os outros, acredita Nele, louva-o sem obrigar a que outros o façam também. Porém, nem sempre tal acontece porque, como em tudo o resto, existem fanáticos, pessoas que enaltecem a sua religião perante tudo. Seguindo o raciocínio destas pessoas, se alguém não aceita os seus princípios, essa pessoa deve morrer. O que aconteceria se todos pensássemos desta forma em relação a tudo aquilo em que acreditamos? Não restaria ninguém neste mundo.
    É incorreto haver mortes por algo como a região. A religião é algo que se baseia na fé, em crenças, não é, então, algo correto. Por este motivo, eu posso ter a crença de que a força superior neste mundo é a Mãe Natureza e outro alguém crer que a força superior é Deus. Ambos temos fé nas nossas crenças, porém nada pode provar qual é mais verdadeira do que a outra. Assim, como é que pode ser possível tirar a vida de alguém por uma mera crença?
    Em suma, todas as pessoas têm direito a ter uma determinada crença numa qualquer religião que escolherem ou até nem crer em nenhuma. O que deve ser imposto a todas as pessoas não é uma certa religião, mas sim que haja respeito mútuo entre religiões para que nenhuma religião seja enaltecida perante todas as outras.

  3. Leandro Catalarrana diz:

    Fanatismo ainda é realidade?
    Há muitos séculos atrás existiram muitas guerras santas, morreram milhões de pessoas, houve muita fome, pestes, as pessoas mais ricas tinham o poder de tudo. Assim era o tempo que já lá vai, agora isso já não existe, ou pelo menos não deveria de existir.
    Estamos em pleno século XXI e ainda existe fome nos países mais pobres, já não existe peste mas mesmo assim ainda morrem muitas pessoas de doenças e quase todos os dias uma doença nova aparece. Os mais ricos continuam a ter poder sobre os mais pobres, ficando cada vez mais ricos, aproveitando-se deles. Mas uma coisa que, na minha opinião, seria fácil de se superar seria a mentalidade dos fanáticos religiosos. Essas pessoas para imporem o seu fanatismo.
    Felizmente, é uma minoria que ainda pensa assim, mas essa minoria está a causar estragos tanto a nível de construções como, ao que é mais estúpido, ignorante e que deixam uma pessoa revoltada, que é tirar vidas de pessoas inocentes. Nenhum ser humano tem direito a tirar a vida de outro a não ser mesmo em último dos casos para a sua autodefesa e tendo uma boa justificação para o fazer.
    Em suma, esse fanatismo religioso, que é uma coisa absurda, acreditar que está tudo bem matar pessoas para defender os seus ideias extremistas, devia ser completamente erradicado pelas sociedades que têm poder suficiente para isso para acabar com esta Guerra Ao Terror.

  4. Ricardo Silva diz:

    Fanatismo religioso atualmente
    O fanatismo religioso é algo presente nos dias de hoje e como podemos ver pelo próprio nome, acaba por não ser saudável, pois ser fanático por alguma coisa pode levar-nos a fazer coisas moralmente incorretas.
    Ser fanático por algo é fazer quase tudo, desde tornar-se igual, tomar os mesmos ideais de alguém ou algo.
    Temos como exemplo na atualidade, os islamistas, que têm como único Deus Alá. Estes tomam os mesmos ideais que o seu Deus e têm que manifestar o “poder” do seu Deus, mostrá-lo. Para isso acontecem coisas terríveis como os atuais atentados na Europa, apesar de para eles ser uma honra morrer para divulgar/mostrar o quão grande Alá é, dizendo segundos antes de se suicidarem: ” Allahu Akhbar” que significa : “Alá é grande”.
    Eu não acho que devesse existir fanatismo religioso, aliás, não devia existir fanatismo de todo, porque como já disse anteriormente,só acho que nos faz mal. Neste caso que falei eles não só se suicidam, mas também matam inocentes, sendo isto também resultado de alguns interesses políticos que desrespeitaram o seu Deus ou a sua religião.
    Não vou dizer que não podemos ser religiosamente ativos, ou até mesmo um pouco fanáticos, mas desde que não causemos vitimas, tanto inocentes, como culpadas de qualquer ato. Tudo tem solução, e nenhuma tem que envolver a morte de alguém, especialmente quando o tema é religião!

  5. Gonçalo Freitas diz:

    Fanatismo levado ao limite.
    Apesar do fanatismo religioso ser um assunto histórico, continua completamente atual.
    Desde sempre houve diferenciação de religiões, com a liberdade de cada um escolher a sua. O problema está nas pessoas. Tal como cada um é livre de escolher a sua religião, também tem o direito a ser respeitado pela diferença.
    Temos o famoso exemplo dos judeus, que foram perseguidos pelos cristãos, sendo inocentes. foram mortos com o objetivo de acabar com a religião judaica.
    Desde sempre houve diferenças religiosas e ainda hoje há. Mas religião não significa fanatismo. Apesar de respeitar a própria religião, cada um deve tentar moldar-se à sociedade em que vive para evitar conflitos. No caso da religião islâmica, é completamente diferente do estado islâmico, isto é, um grupo de islamitas fanáticos que tenta impor os seus costumes à força, incapazes de aceitar as diferenças. Pode considerar-se os costumes de uma determinada religião melhores dos que outra qualquer, mas deve-se respeitar a diferença e respeito é sinónimo de paz. Muitas guerras são criadas pelo fanatismo religioso, porque não há tolerância.
    Para concluir, num mundo com liberdade de escolha é importante que haja consciência e respeito pelas diferenças, e imperial haver tolerância e acabar com os recurso às armas por causa da religião, porque no fundo todas as religiões querem a paz.

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