TNSJ – Leituras Dramatizadas – Farsa de Inês Pereira – 10.ºA/B

Página de Diário da manhã/tarde de 11 de fevereiro de 2016

10.ºA

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10.ºB

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Sobre Arminda Gonçalves

Professora de Português da Escola Secundária Augusto Gomes em Matosinhos.
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24 respostas a TNSJ – Leituras Dramatizadas – Farsa de Inês Pereira – 10.ºA/B

  1. Ana Carvalho diz:

    Querido diário,
    O dia de hoje levou-me até ao Teatro de S.João do Porto para uma actividade que eu, pessoalmente, gostei muito e achei muito enriquecedora. Após uma manhã de aulas, almoçamos e fomos para o metro que nos levou até ao Bolhão. Quando chegámos ao Bolhão fomos o restante caminho a pé para o Teatro. Ao chegarmos lá fomos acompanhados por uma formadora muito simpática chamada Ana Mafalda que ficou connosco toda a tarde. Tivemos uma conversa sobre a peça “Farsa de Inês Pereira” em que resumidamente contamos toda a história e fizemos vários jogos e actividades que pretendiam promover a nossa descontracção e encenação em palco, como por exemplo o jogo do polícia e do ladrão.
    Quando terminámos estas actividades, partimos para a fase seguinte que consistiu em sermos separados por pequenos grupos e a cada grupo foi destinada uma parte desta peça para ser encenada. Podíamos usar os utensílios que estavam na sala onde nos encontrávamos (a Sala Branca) ou outros objectos que tivéssemos connosco. Foi incrível, as encenações ficaram super engraçadas e os utensílios que usamos vieram enriquecê-las ainda mais.
    Achei uma visita de estudo muito produtiva porque ajudou-nos a entender melhor a peça e a interpretar pormenores que se calhar na aula nos tinham falhado. É uma experiência a repetir.

  2. 11 de fevereiro de 2016
    Querido diário,
    A tarde de hoje foi bastante agradável! Não só por não ter tido aulas, mas também porque tive uma visita de estudo ao Teatro Nacional de São João com a minha turma.
    Depois do almoço, fomos todos comprar as viagens para irmos de metro (sozinhos) até à Batalha, no Porto. Foi uma grande responsabilidade que a professora depositou em nós, mas correu tudo bem e conseguimos todos apanhar o mesmo metro…
    Encontrámos a professora à nossa espera à saída e, antes de irmos para o teatro, tirámos fotos na Igreja de Santo Ildefonso e visitámos um antigo cinema que passou a ser um hotel.
    Chegámos ao teatro rapidamente mas, até chegarmos à sala onde tivemos a atividade, tivemos que subir imensas escadas! Apesar de estarmos cansados, todos nos divertimos porque estávamos todos empenhados e também porque a Mafalda, com quem realizámos a atividade, teve uma abordagem engraçada que nos cativou.
    Eu já tinha uma ideia do que íamos fazer: representar partes da Farsa de Inês Pereira, mas os jogos que fizemos foram também muito divertidos. Acho que cada grupo representou com imensa criatividade e penso que todos se divertiram. Esta atividade, para além de nos ter permitido “brincarmos” um pouco, também nos fez ver que a Farsa, representada de uma maneira mais atual e brincalhona, é bastante engraçada.
    Apesar de ter chegado à escola mais tarde do que estava à espera, gostei desta visita de estudo e espero que as próximas nos permitam estar tão “livres” como esta.
    Boa noite,
    Ana

  3. Gonçalo Alves diz:

    Quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
    Querido diário,
    Hoje fui ao Teatro Nacional São João no âmbito da disciplina de Português. Fomos fazer um workshop de teatro por causa da peça de Gil Vicente que estudámos: ”A Farsa de Inês Pereira”.
    A chegada ao teatro foi pacífica, embora houvesse muitas pessoas que nunca tinham andado de metro (pelo menos parecia assim). Depois esperámos pela professora na paragem de metro e seguimos juntos para o teatro, mas antes disso parámos em dois lugares: a Igreja de Santo Ildefonso e no hotel Moov (o local de um antigo cinema).
    Chegando ao teatro fomos levados para uma sala onde conhecemos a coordenadora da atividade, Mafalda, e começámos por contar o enredo da Farsa de Inês Pereira.
    Depois disto, fizemos alguns jogos para “quebrar o gelo” e sentirmo-nos mais confortáveis, o que ajudou muito pois no início sentia-se que havia algum desconforto e que as pessoas tinham alguma vergonha de falar.
    Finalmente, fomos divididos em grupos e cada grupo representou uma parte da peça, de uma forma muito cómica.
    Foi uma visita de estudo muito interessante, pois foi interativa, o que é uma experiência diferente de outras que já tive. Além disso, acho que todas as pessoas gostaram da visita de estudo porque foram elas que a “fizeram”, ao terem de ser eles a representar.
    Bem, vou-me embora diário tenho que ir estudar.

  4. inespaiva6 diz:

    Olá, mais uma vez, querido diário!
    Hoje, dia 11 de fevereiro, tenho uma aventura fantástica para te contar. Tive uma tarde diferente e bastante interessante.
    Tudo começou com o almoço… Estava com muita fome e fui comer um hambúrguer com os meus outros colegas de turma, coisa que já não fazia há algum tempo como tu sabes, e confesso que tinha saudades.
    Após este agradável almoço, seguiu-se a espera no metro e depois a dita viagem. O metro estava cheio e, a meu ver, isto é porque é dos melhores e mais rápidos transportes que podemos usufruir hoje em dia.
    Depois de um tempo de viagem que, parecendo que não, ainda foi algum, saímos na paragem do Bolhão.
    E foi então que vimos a tão incrível rua de Santa Catarina. Adoro aquela rua. Cheia de vida e recheada de pessoas a toda a hora! Encontrámo-nos com a professora e depois de feito algum tempo fomos para o Teatro. Tinha uma arquitetura bonita e tivémos de subir inúmeras escadas para chegarmos à sala onde realizamos o workshop.
    A formadora era engraçada e fizemos uma série de jogos e brincadeiras agradáveis e diferentes que apreciei bastante. Mas sabes qual a melhor parte da tarde?
    A formadora, dividiu-nos em grupos e selecionou uma parte da farsa de Inês Pereira, que estudámos há bem pouco tempo, para representarmos. Foi muito engraçado. Encarnei a Inês Pereira e penso que até correu bem. Demos umas gargalhadas todos uns com os outros.
    Posto isto, despedimo-nos do teatro e descemos novamente a rua. O pior de tudo foi a chuva… Mas foi uma tarde fantástica e diferente que valeu muito a pena!
    Amanhã volto a escrever-te para te contar novas peripécias,
    Mª Inês.

  5. Eliana Feiteira diz:

    Quinta feira, 11.fevereiro.2016
    Querido Diário,
    Hoje voltei às aulas após as férias de Carnaval e penso que foi um bom regresso.
    De manhã tive as aulas habituais e fui almoçar mais cedo do que esperava para poder ir de metro até ao Porto, onde teria a minha primeira Visita de Estudo do 2º período, espero que a primeira de muitas. Depois de andarmos no agitado e rápido metro encontramos a nossa professora de Português na rua de Santa Catarina. Eu pessoalmente, adoro essa parte do Porto por causa de todas as lojas de roupa e bijuteria, que não se encontram num espaço fechado, e por causa de todo o movimento e alvoroço que se visualiza.
    Estávamos todos à espera de seguir direto para o Teatro Nacional São João, onde eu nunca tinha entrado e onde se realizaria a nossa atividade, mas a professora teve a ideia de tirarmos uma foto em frente à Igreja de Santo Ildefonso e de visitarmos o hotel Moov, com fotos fantásticas de modelos e atrizes antigas onde antigamente era um cinema.
    Chegamos finalmente ao Teatro e subimos para uma sala ampla e conhecemos a coordenadora, que nos acompanhou durante toda a atividade, Ana Mafalda que nos colocou logo à vontade. Começamos por lhe contar um grande resumo da Farsa de Inês Pereira, que tínhamos dado antes nas aulas, e por lhe dizer o que estávamos a espera de fazer. Muitos achamos que iriamos representar toda a farsa e estávamos corretos mas antes disso fizemos alguns jogos para que o nosso lado criativo sobressaísse e para que nos soltássemos. Cada grupo representou uma parte da peça e cada pessoa mostrou uma parte de si, o que foi muito engraçado e hilariante principalmente durante os cómicos de situação. Todos estiveram muito bem e penso que fiquei a conhecer as pessoas um bocadinho melhor.
    E pronto… É isto diário, foi uma visita muito motivadora e divertida.
    Amanhã talvez volte, se tiver algo de interessante para contar.
    Eli

  6. Carina Gomes diz:

    11 de fevereiro de 2016
    Querido diário,
    A minha aventura de hoje deixou-me memórias que não irei esquecer: desde uma saída das aulas antecipada até às viagens de Metro onde parecíamos um grupo de adolescentes barulhentos, coisa que não somos. Isto tudo para que melhorássemos as nossas capacidades de representar, utilizando a “Farsa de Inês Pereira” de Gil Vicente.
    Hoje fui ao Porto, uma cidade que eu adoro mas tenho muitas dificuldades em visitar, ou porque o tempo está mau ou porque apenas não me levam lá para passear. Tenho de dizer que tenho muita pena em não conhecer minimamente esta cidade que está mesmo à minha beira. Uma cidade que parece ter sido tirada dos filmes, cheia de gente a passear, faça chuva ou faça sol: todos querem parar no Porto.
    A saída das aulas deu lugar a um almoço em turma muito divertido, todos a comer “comida de plástico”. É só de vez em quando… Depois a viagem de Metro deu para nos mostrar as paisagens a que não temos acesso diariamente, pelo menos para mim, que não ando neste transporte tão frequentemente.
    A chegada ao Porto foi marcada pela visita a um hostel que outrora fora lugar de muitos filmes de cinema. Depois de uma foto de grupo em frente à Igreja de Santo Ildefonso, fomos para o Teatro Nacional de São João, onde conhecemos a coordenadora Mafalda que nos ajudou a perceber melhor a ” Farsa de Inês Pereira”. Fizemos uns jogos, como o Polícia e, neste caso, o Assassino, e divertímo-nos a fazer a onda todos de mãos dadas. Deste modo ficámos todos mais confortáveis uns com os outros.
    O propósito desta visita de estudo era o Workshop de teatro. Por grupos encenámos partes da Farsa, da maneira mais cómica que conseguíssemos. O objetivo era sempre divertirmo-nos. Uns conseguiram melhor, outros perdiam-se nas falas do Português antigo, como foi o meu caso ao interpretar Pero Marques. As pessoas podiam utilizar vários objetos para a sua encenação, o que enriqueceu bastante a nossa peça de teatro.
    Concluindo, esta visita de estudo fez-nos ver as peças de Gil Vicente como algo divertido. Visitas de estudo como estas são de recordar porque a nossa criatividade esteve sempre em jogo. Para além disso, fez-nos descobrir mais uma parte desta cidade que tão poucos parecem conhecer. Realmente a rirmo-nos as coisas são muito mais interessantes!
    Mais tarde terei novas aventuras para te contar.
    Carina Gomes

  7. Sara Silva diz:

    11/02/2016
    Querido Diário,
    Hoje foi uma quinta-feira, e começamos as aulas às 8:20, com Física-química, e como tu tão bem sabes, eu adoro Física-Química pela manhã.
    Após as aulas da manhã terminarem, fomos almoçar em turma ao Burger King, junto à escola, e foi agradável e saboroso!Estávamos muito entusiasmados pois sabíamos que nos aguardava um workshop de teatro relacionado com uma das peças de Gil Vicente,”A Farsa de Inês Pereira”, no âmbito da disciplina de Português.
    Dirigimos-nos então para a paragem do metro e, surpreendentemente, toda a turma encontrava-se reunida a horas! A viagem de metro foi muito confusa, devido à grande quantidade de pessoas, mas acabou por ser engraçada graças aos encontrões.
    Após chegarmos à paragem do Bolhão, encontrámo-nos com a professora Arminda, e após algumas paragens no caminho tais como tirar uma fotografia junto da Igreja de Santo Ildefonso e ver o hotel Moov, um antigo cinema repleto de quadros de famosos artistas, dirigimo-nos ao Teatro Nacional São João. Ao entrarmos no teatro, reparámos logo na sua belíssima arquitetura e como o espaço era tão elegante. Relembro-me de estar a subir as escadas e olhar para cima e parecerem infinitas (que de facto, pareciam realmente).
    Depois de acabarmos a subida, entrámos numa sala, iluminada com a luz do sol através duma janela gigante, onde conhecemos a formadora da atividade, Ana Mafalda, que nos entreteu e descontraiu bastante, desde jogos divertidos a chamar à Inês Mercedes de Constança mais que uma vez, despropositadamente.
    Assim que já nos sentíamos mais descontraídos, foram formados vários grupos e a cada um foi destinada uma parte da farsa, tendo como objetivo representá-la.
    Com a adição de adereços como por exemplo o chapéu da professora e uma guitarra “original”, cada interpretação foi muito divertida, diferente e possibilitaram à turma, não só um momento cultural e de aprendizagem, como um momento de diversão e grandes gargalhadas.
    Apesar de termos perdido as aulas da tarde, o que me entristeceu muito (hehehe), valeu cada minuto e, visto que me conheces melhor que ninguém, gosto muito de representar e sem qualquer dúvida repetiria esta tarde.
    Agora vou descansar, foi um longo dia e o dia de amanhã aguarda-me, novamente com Física-Química pela frente!

  8. Jorge Afonso Martins diz:

    11 de fevereiro de 2016
    Querido diário,
    Hoje não foi um dia como outro qualquer do tempo de aulas, especialmente a manhã. Hoje tive uma visita de estudo ao Teatro Nacional de S. João, no Porto. Deves estar a pensar que fomos ver uma peça de teatro ou algum espetáculo, então estás enganado; pelo contrário, nós é que tivemos de representar, ou pelo menos tentar.
    Cheguei à escola por volta das 8:20, mas não para as aulas. Juntei-me aos meus colegas que já tinham chegado, enquanto esperávamos pelas professoras para irmos para a estação de metro perto da escola. A viagem de metro foi tranquila, mas um pouco demorada, e terminou quando saímos do metro na estação do Bolhão. Para irmos para o Teatro tivemos de atravessar a Rua de Santa Catarina, um pouco deserta àquela hora. Chegamos ao teatro 15 minutos adiantados, pois só às 10:00 é que abria. Depois de entrarmos, quando abriu, pudemos ver a sala de espetáculos, antes de irmos para a sala onde se ia realizar o “Workshop”, a sala Branca.
    A atividade demorou a manhã inteira. Apesar do principal ser a representação, não foi apenas isso que fizemos. Começamos por fazer uma espécie de apresentação. Em simultâneo recordamos, superficialmente a “Farsa de Inês Pereira” a peça que mais tarde iriamos representar. Depois jogamos alguns jogos. Finalmente passámos à parte da representação. Então fomos separados em grupos de 3, 6 e 8; cada grupo ficou então responsável por representar uma parte. Preparamo-nos durante algum tempo e por fim representamos, ou mais corretamente, fizemos a leitura.
    A atividade tinha acabado, portanto, dirigimo-nos para a estação e fizemos a mesma viagem de metro, apenas no sentido contrário. Chegamos à escola pouco antes das 14:00. Nesse momento separámo-nos e cada um almoçou onde quis. Por fim, tivemos aulas, como noutra 5ª feira qualquer.
    Gostei muito do dia de hoje, porque, apesar de representar não ser a minha atividade favorita, fiz algo que nunca tinha feito e isso valeu a pena.
    Até à próxima,
    Afonso Hora

  9. oscar diz:

    Quinta feira, 11.fevereiro.2016
    Querido Diário,
    Hoje não foi um dia como os outros, só o facto de não ter tido aulas de tarde para ir a um workshop de Português tornou o dia mais feliz. De manhã tive as aulas de costume, FQ logo às 8:20 para uma pessoa acordar logo em grande , Matemática de seguida e para terminar Biologia, que manhã divertida! Mas após esta manhã super divertida como já referi, eu e a minha turma fomos de metro até ao Bolhão e deslocamo-nos para o Teatro Nacional de S. João. Tivemos uma visita guiada realizada pela nossa professora também, o Porto é uma cidade com muita história mesmo. Lá no teatro, o que custou mais foi subir aquelas escadas, meu Deus .. Lá no topo do edifício, fomos acompanhados por uma senhora chamada Mafalda que esteve a falar connosco, sobre uma peça que supostamente ela desconhecia, a Farsa de Inês Pereira e sobre o que almoçamos também. Ah, e se subir aquelas escadas nos tinha cansado, mas essa resposta era óbvia… Foi uma conversa interessante, jogamos alguns jogos como o polícia e ladrão, mas o mais interessante foi a nossa representação desse teatro que a Mafalda supostamente desconhecia. Pelos vistos a nossa representação foi excelente, e tenho de concordar! Há pessoas na minha turma com imenso jeito, já eu, ficava é bem por detrás das cortinas. Foi um dia bastante divertido, nunca tinha tido esta experiência.
    Até à próxima,
    Óscar Folha

  10. Inês Oliveira diz:

    Quinta feira, 11 de Fevereiro de 2016
    Querido diário,
    Hoje foi um dia diferente da rotina! Finalmente uma visita de estudo para aliviar o stress dos testes!
    Então, como todos as quintas feiras começamos com uma aula de Físico-Química de 100 minutos, seguida de uma aula de Matemática (50 minutos) e por fim a última aula da manhã de Biologia, supostamente a aula era de 100 minutos mas o professor deixou-nos sair após os primeiros cinquenta.
    Chegou a merecida pausa de almoço. Como foi uma tarde diferente, a turma decidiu almoçar toda junta no Burger King e depois ir para a paragem do metro às 13:15, como combinado anteriormente.
    A viagem do metro foi uma autêntica algazarra, como sempre. Havia aqueles alunos que se sabem comportar e outros que parecia que nunca tinham saído de casa (parecia, agora se é verdade ou não…). Quando chegamos ao Porto, mais precisamente ao Bolhão, tínhamos a nossa professora de Português, Arminda Gonçalves, à nossa espera.
    Como ainda tínhamos tempo fomos visitar dois locais: a Igreja de Santo Ildefonso e o hotel Moov (o local de um antigo cinema).
    Após a chegada ao teatro, fomos encaminhados para uma sala, onde a coordenadora da atividade (Mafalda) esteve a conversar um pouco connosco para nos conhecer melhor e depois pediu para nós contarmos a história da “Farsa de Inês Pereira”.
    Depois de tal conversa, estivemos a executar uns jogos “Breaking the Ice” como os ingleses dizem, para nos sentirmos mais confortáveis e à vontade com o Workshop. Finalmente, dividiu-nos em grupos e cada grupo representou uma parte diferente da Farsa.
    Pessoalmente gostei da visita porque tive a oportunidade de representar com o Diogo Oliveira e com a Catarina Magalhães e foi uma visita diferente das outras, pois fomos nós que a realizamos.
    Bem, agora vou dormir porque já é um bocadinho tarde, beijinhos
    Inês

  11. Marta Neto diz:

    Querido Diário;
    Boa noite! Bem, tenho de te contar o meu dia de hoje porque foi mesmo fixe. Acordei de manhã às 7.20, para minha infelicidade, cheia de sono como normalmente. O que me salvou foi lembrar-me que o dia iria ser diferente hoje porque, de tarde, iria para o teatro ter uma visita de estudo no âmbito da disciplina de português.
    Fui para a escola de manhã e tive físico-química, matemática e biologia da qual saí mais cedo para poder ter tempo de almoçar e apanhar o metro a tempo. Assim todos fizemos, apenas tivemos o primeiro tempo de biologia e fomos embora para almoçar no segundo.
    Almocei no Mac com a Inês e lá apanhámos o metro para ir para o Bolhão (paragem onde saímos para ir para o teatro). A viagem de metro foi a coisa mais divertida de sempre, a turma toda no metro… que festa! A professora estava à nossa espera em Santa Catarina e fomos com ela tirar uma foto e ver um hotel antes de finalmente irmos para o edifício onde se ia realizar a visita.
    Depois de subir umas mil escadas (muitas escadas mesmo), chegamos a uma sala bem iluminada onde fizemos uma roda para começar. Depois de algumas perguntas e jogos foi-nos entregue uma capa com o texto da Farsa De Inês Pereira e, em grupos, dramatizamos a parte do texto que nos foi entregue.
    Na vinda para Matosinhos, eu saí na Casa Da Música, porque tinha uma consulta no médico por isso não acompanhei o resto da turma na viagem.
    Resumindo, espero que dias como este se possam repetir mais vezes, porque acho uma boa maneira de unir a turma numa atividade divertida e aprender ao mesmo tempo.

    Da tua;
    Marta Neto

  12. Tiago Rodrigues diz:

    11 de fevereiro de 2016
    Querido Diário…
    Hoje foi um dia espetacular e cheio de coisas novas. Hoje, logo depois da pausa do carnaval tivemos uma visita de estudo ao Teatro Nacional São João!
    A maior parte da minha turma, que juntamente com a professora me acompanharam, foi de metro até à cidade Invicta, o Porto! Quando lá chegámos, fomos até à porta do teatro à espera que abrisse. Enquanto isso a professora distribuiu rebuçados a todos os alunos para ficarmos mais contentes. Assim que as portas abriram entramos.
    O teatro era enorme e muito bonito com as cadeiras vermelhas e alguns retoques dourados nas paredes, em cima da zona da plateia estava uma pintura enorme que cobria o teto de toda aquela área. Após termos visto a belíssima sala de teatro, tivemos de subir uma longa escadaria ate à zona onde, mais tarde, vimos a senhora que nos ia dar o tal “workshop” de teatro!
    Assim que nos apresentamos e falamos um bocadinho daquilo que estávamos ali a fazer, fizemos dois jogos muito engraçados e só depois disso é que começámos a actividade teatral, representar partes da peça de Gil Vicente, “A Farsa de Inês Pereira”.
    A actividade foi incrível, apesar de não gostar muito de representar, adorei-a. Quando saímos do teatro, fomos outra vez para o metro, que nos levou de volta a Matosinhos para irmos almoçar e depois ir para as aulas.
    Bem, foi um dia extraordinário!
    Volto amanhã se entretanto acontecer algo novo.
    Tiago

  13. diogoooliveira diz:

    Querido diário,

    Depois de uma manhã de aulas, a maior parte da turma almoçou junta no Burger King de Matosinhos.
    Depois do almoço, reunimos toda a gente na paragem de Metro da Câmara de Matosinhos e daí fomos de Metro até ao Bolhão, onde nos aguardava a nossa professora de Português.
    Tivemos de percorrer a Rua de Santa Catarina até à Praça da Batalha, onde ouvimos uma pequena explicação sobre a Igreja de Santo Ildefonso e ficamos a saber que lá foi batizado Almeida Garrett, ilustre português representado numa imponente estátua em frente à Câmara do Porto. Aproveitamos também e em frente a essa igreja, tiramos uma foto de turma, a primeira do 10ºB.
    Visitamos também o Hostel Moov, instalado num edifício que outrora já foi cinema, e repleto de decorações alusivas a esta arte.
    Às 14:30 apresentámos-nos no Teatro Nacional de S. João, onde nos levaram até à Sala Branca.
    Uma simpática senhora de nome Mafalda esperava-nos para fazermos o workshop de teatro alusivo à Farsa de Inês Pereira.
    Começámos por quebrar o gelo, e fizemos uma conversa informal com a Mafalda.
    Acabámos por também fazer alguns jogos e por fim deram-nos o guião da Farsa para as mãos.
    Fomos divididos em grupos, cada um responsável por uma parte do texto. Fiquei com a Inês Oliveira, que representou a Inês Pereira e com a Catarina, que representou o Moço. Eu representei o Escudeiro.
    Após cinco minutos de preparação e escolha de adereços, começámos o teatro, seguindo a ordem do texto.
    Foi divertido esta nova maneira de aprender, rimos muito e divertimos-nos imenso.
    Acabamos por não visitar a sala principal do teatro, o que não considero nada bom, pois ir ao Teatro São João e não entrar naquela sala, penso que deveria ser uma espécie de crime.
    No final, cada um seguiu o seu rumo.
    Para mim, as visitas de estudo são sempre uma boa maneira de fazer coisas diferentes em contexto escolar e de experimentar novas atividades.
    Gostei da tarde.
    Até amanhã,
    Diogo

  14. Querido diário,
    Portanto, hoje foi um dia muito diferente dos outros, pela positiva obviamente, porque tivemos uma visita de estudo ao Teatro Nacional São João.
    Primeiro tivemos a manhã do costume de uma quinta feira, com aulas de Física e Química, Biologia e Matemática.
    Depois chegou o tão desejado e merecido intervalo de almoço, em que a turma, bem, quase toda, foi ao Burger King, combinado dias antes.
    Em seguida, encontrámo-nos todos no metro, pelas 13:15 para fazermos a nossa viagem rumo ao Bolhão. A viagem foi simplesmente incrível, com a turma inteira dentro de um metro, já era previsível que ia ser uma viagem muito divertida.
    Saímos então na estação do Bolhão onde tínhamos a professora à nossa espera e seguimos então caminho ao nosso destino pela Rua De Santa Catarina. Passamos ainda por dois sítios: a igreja de Santo Ildefonso, onde tirámos uma foto de grupo e o Hotel Moov, onde o cinema era o que este hotel representava mais.
    Chegamos então ao Teatro, tivemos de subir umas escadas enormes dignas de um palácio para chegarmos à Sala Branca, onde fomos recebidos por uma senhora chamada Mafalda.
    Começamos por fazer uma conversa informal, depois fizemos jogos e por fim tínhamos guiões nas nossas mãos da Farsa de Inês Pereira. Fomos então divididos por grupos e estivemos de representar a nossa parte à frente dos nossos colegas.
    Fomos então embora, acabamos por não visitar a sala principal do teatro, o que foi uma pena, mas mesmo assim foi uma experiência muito boa.
    Cada um seguiu o seu caminho para a sua casa, alguns vieram no metro, outros ficaram por lá e outros foram com os pais.
    E pronto, gostei muito desta experiência e deste dia.
    Até amanhã,
    Miguel

  15. Gonçalo Leonardo diz:

    11 De Fevereiro de 2016
    Querido diário,
    Hoje eu e a minha turma, acompanhados pela nossa professora de Português e de Inglês, fomos a uma visita de estudo ao Teatro Nacional São João no Porto. A visita consistia em participar num “workshop” que tinha como tema a “Farsa de Inês Pereira”, de Gil Vicente. Combinamos entre nós encontrar-nos na paragem do metro para começar a nossa viagem juntos. Quando chegamos ao Porto, dirigimo-nos à entrada do teatro que se encontrava fechado, obrigando-nos a esperar que abrisse. Entramos após uns minutos de espera, e uma funcionária fez-nos uma vista guiada até ao teatro, que foi suficiente para podermos admirar o ambiente e a dinâmica que nos transmitia o espaço.
    De seguida, dirigimo-nos a umas escadas que se localizavam perto da entrada, a partir daí foi uma subida que parecia, a mim e aos meus colegas, interminável. Chegando, finalmente, quase ao topo daquele edifício gigante, entramos numa sala pequena mas acolhedora. Foi-nos imediatamente apresentada uma outra funcionária que realizou connosco diversas actividades/jogos que achei bastante divertidas. Após isso começamos o tal “workshop” que toda a gente tentava decifrar como é que ia ser realizado; acabou por ser uma representação da farsa, com um “toque de 10º A”.
    Despedimo-nos e agradecemos pela maravilhosa tarde. Deparávamo-nos mais uma vez com as escadas, só que desta vez era muito mais simples, pois era só descer. Fomos diretos para a paragem onde tínhamos chegado, chegamos à escola e a partir daí cada um de nós foi almoçar para mais tarde continuarmos as nossas aulas. Foi uma visita rápida e interessante que não me irei esquecer!
    Até amanhã meu querido diário,
    Gonçalo Leonardo.

  16. David Pinto diz:

    11 de Fevereiro de 2016
    Querido diário,
    Hoje foi um dia com emoções alternadas comecei por ficar preocupado e já no final fiquei mais alegre. Vou explicar tudo do início.
    Começou quando fui de metro para a estação do Bolhão, local que tinha sido combinado. Eis que por volta das 9:30, quando já tínhamos chegado à estação reparei que tinha me esquecido da mochila no metro. Fiquei aterrorizado pois tinha lá os meus livros e algum dinheiro para almoçar. Mas acabou por correr tudo muito bem, recuperei a mochila e tudo o que estava lá dentro.
    Já dentro do Teatro começamos por ver o teatro em si: o palco e as bancadas. De seguida fomos para uma sala onde começamos o workshop. Começamos por fazer certos exercícios para projectar melhor a nossa voz. Depois desses exercícios começamos por fazer grupos para iniciar a representação da peça “ A Farsa de Inês Pereira ”. Eu mais o meu grupo representamos a parte em que os judeus apresentam o Escudeiro a Inês.
    Foi um dia interessante com altos e baixos, mas acabei por gostar bastante e espero voltar ao Teatro Nacional São João.

  17. catarinamagalhaes16 diz:

    Quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
    Querido diário,
    Como é habitual, quando o despertador tocou lá tive eu de me levantar! Fui com as olheiras do costume porque produtos de cosmética não é comigo, bem só de vez em quando. Vá admito, nos últimos dias tenho usado, mas hoje esqueci-me!
    Hoje não tivemos a segunda aula de biologia, porque precisávamos desse tempo para poder almoçar pois de tarde tínhamos uma visita de estudo. Fomos visitar o Teatro Nacional S. João.
    Como fomos para o Porto? É verdade, todos de metro. Posso dizer que a minha turma é cheia de “pessoais responsáveis”. Ou pelo menos é a imagem que todos transmitimos!
    Sobre a viagem tenho a dizer que foi só mais uma viagem de metro cansativa, ora em pé, ora sentada, até chegar à paragem do Bolhão, onde todos saímos. De seguida, encontrámo-nos com a professora que esteve à nossa espera na respetiva paragem! E lá vamos nós, 25 alunos e uma professora pela Rua Santa Catarina. Autênticos turistas! Sem tirar, nem pôr!
    Ainda antes de chegarmos ao teatro, visitamos um hotel que em tempos foi um cinema!
    Quando chegamos ao teatro, subimos uma escadaria gigantesca. Talvez se ainda fosse do 7º ano a probabilidade de ter contado o número de escadas que subi era grande, mas agora já não faz sentido nenhum, aliás provavelmente era a última coisa que ia pensar em fazer.
    Passamos uma bela tarde, na minha opinião, foi um workshop muito interessante e produtivo. Adorei o facto de a Ana Mafalda, a senhora que esteve connosco a tarde inteira, estar vestida a combinar! Ela era muito simpática e engraçada!
    Dei imensas gargalhadas a ver os meus colegas a representar a “Farsa de Inês Pereira” de Gil Vicente, mas o momento de que mais gostei foi os “jogos” que fizemos e principalmente da parte em que o Artur foi um alvo fácil de descobrir no jogo do polícia e ladrão.

    Até amanhã,
    Catarina Magalhães

  18. Zé Pedro diz:

    11 de Fevereiro de 2016
    Querido diário
    Hoje não foi uma quinta-feira como costuma ser, começou de forma semelhante, levantei-me cedo, arranjei-me e fui para a escola, mas, ao contrário do que é habitual, não fui para a sala de aula, fiquei antes à entrada da escola, já que era lá que todos os meus colegas de turma se encontravam, juntamente com a minha professora de português e de inglês.
    Pouco tempo depois, cerca de 10 minutos, dirigimo-nos para o metro, íamos a um “workshop” de teatro no Teatro Nacional São João, no Porto!
    A viagem demorou cerca de 45 minutos e quando lá chegamos, como ainda era cedo, esperamos à porta do teatro à espera que abrisse. Entramos e demos uma vista de olhos à sala principal do teatro, no entanto, não ia ser ali que íamos “trabalhar”, portanto seguimos para uma sala mais pequena e sem “plateia”, como uma sala de ensaios suponho eu.
    Já na sala e sentados no chão numa grande roda, cada um de nós falou um pouco sobre o que sabia da peça, estudada previamente nas aulas. De seguida, fizemos uns “jogos” que pareceram-me ter o objetivo de as pessoas se conhecerem melhor e estarem mais à vontade com a situação.
    Depois de termos terminado estes jogos, formamos grupos, o meu foi de 3 elementos, mas havia uns de 4 ou 5 e um bastante grande, com cerca de 12 pessoas! Depois de formados os grupos, foram-nos entregues guiões, que eram nem mais nem menos do que peça de teatro na íntegra. Cada grupo ia representar uma pequena parte da peça, depois de praticarmos cerca de 10 minutos “começou a ação”!
    O meu grupo, eu e mais 2 colegas, foi logo o primeiro e gostei muito de representar e de ver os meus colegas a representar, ainda para mais sendo uma peça que já tinha sido estudado, algo que ajudou não só a perceber bem a história, algo que tecnicamente já devia estar sabido, mas também pequenos pormenores relacionados com a entrada e saída das personagens por exemplo.
    Concluindo, foi uma experiência muito engraçada e espero que seja repetida, com outra peça claro!

  19. Diogo Ribeiro diz:

    “Querido” Diário,
    A manhã do dia 11 levou-me a uma visita ao Teatro Nacional São João, onde participaríamos numa representação dramática da “Farsa de Inês Pereira”. O local e arredores do Teatro revelou-se bonito e acolhedor, ao contrário da “sala” onde realizaríamos o tal “workshop”.
    A dinamizadora da visita (Mafalda, se me lembro bem) começou por falar connosco sobre a obra vicentina que iríamos dramatizar, mas antes participámos em alguns “jogos” de quebrar o gelo, de forma a canalizar o nosso espírito teatral.
    Espírito esse que, como se veio a descobrir, muitos não dominavam (incluindo eu).
    De resto, a viagem de metropolitano e o curto passeio pela Rua de Santa Catarina ajudaram a valorizar esta nossa saída da escola, e da rotina monótona.
    Até nunca,
    D

  20. Fontes diz:

    Quarta feira, 11 de Fevereiro de 2016
    Querido diário,
    Hoje acordei bem cedo, visto que nos últimos dias o alarme só tocou por volta da hora da segunda refeição do dia, e fui ter à paragem do metro conforme estava combinado.
    Viajámos de metro durante algum tempo até ao Bolhão e dai, fomos até ao Teatro S. João, onde se realizou a atividade.
    O workshop era no último andar do edifício, este com umas escadas forradas com um limpo e vibrante tapete vermelho em espiral que subimos… Subimos… SUBIMOS…
    Lá em cima fizemos várias atividades. Jogámos alguns jogos e fizemos uma encenação da “Farsa de Inês Pereira”. Gostei muito de ver e de encenar a peça e fiquei e percebê-la melhor.
    E outra vez as escadas. Descemos,…
    …descemos,…
    …descemos e por fim voltámos ao metro que nos trouxe à escola.
    Em suma, gostei da visita e do passeio e acho que foi bom para consolidar o que aprendemos nas aulas.

  21. Querido diário,
    Depois da maioria da turma almoçar no Burger King® fomos para a paragem de metro onde nos reunimos todos. Saímos na paragem do Bolhão e tirámos uma foto de turma na Igreja de Santo Ildefonso e depois fomos a um hotel com fotos de famosos, mas o que eu mais gostei foram dos sofás pois eram muito confortáveis. Depois, finalmente, chegámos ao Teatro Nacional S. João e depois de subir muitas escadas chegámos a uma sala onde conhecemos a Mafalda, a coordenadora da atividade. Estivemos a falar um bocado e jogámos ao polícia e ladrão. A atividade propriamente dita foi quando nos deram os guiões da peça de Gil Vicente ” Farsa de Inês Pereira ” e nos dividimos em grupos para cada grupo representar uma parte da peça. Para acabar, achei divertido especialmente a parte de ter faltado às aulas ( para que conste, eu não disse isto ) e andarmos no metro todos juntos.

  22. Pedro Torres diz:

    11 de Fevereiro de 2016
    Hoje, eu e minha turma reencontramos outra vez na escola após as mini-ferias, mas hoje era diferente. Iamos visitar o Teatro de S.João.
    Quando chegamos ao teatro, esperamos um pouco pela hora de abertura. Quando entramos, fomos ver a sala principal. De seguida subimos umas escadas enormes e tínhamos como destino a sala branca onde lá tínhamos à nossa uma jovem chamada Mafalda, que nos ia orientar no workshop.
    Principalmente começamos por fazer uma pequena apresentação, depois jogamos um jogos dos quais eu gostei.
    Por fim dramatizamos a farsa de Inês Pereira, dividindo-a em grupos e cada grupo tinha algumas cenas.
    Todo correu bem e não foi muito secante como estava à espera .

    Pedro Torres

  23. Leonor Ferreira diz:

    Quinta feira, 11 de Fevereiro 2016
    Querido diário,
    Hoje tive um dia bastante diferente de todos os outros dias um pouco aborrecidos que tenho. São dias que passo na escola fechada numa sala a ouvir os professores e a cada 50 minutos que passam matéria nova está pronta para entrar para o meu cérebro. Hoje foi diferente, hoje fui com a minha turma ao Teatro Nacional São João, no Porto!
    A parte da manhã foi semelhante a todas as quintas. O despertador tocou pela primeira vez, tocou a segunda vez, mas só acordei depois dele tocar umas quatro ou cinco vezes. Tomei um bom pequeno almoço,maquilhei-me como sempre o faço e fui-me vestir e para variar na altura de sair de casa faltava-me sempre alguma coisa, desta vez foram os óculos.Corri a casa toda mas só os encontrei cinco minutos depois de começar a procura-los,estavam na casa de banho!
    Fui para a escola e tive Física e Química, Matemática e Biologia e Geologia.
    Mal soou a campainha, sai logo a correr para poder ter tempo de almoçar, de entregar os livros na Biblioteca Municipal de Matosinhos e de carregar o andante, bem foi uma correria!
    Por volta das 13:30h já toda a turma estava reunida e apanhou o metro e a viagem até foi bastante rápida. Quando lá chegamos, lá andamos à procura da minha professora de português que estava atrás de nós, mas não a vimos e todos juntos fomos caminhando pelas maravilhosas ruas do Porto. Paramos em frente à Igreja de Santo Idelfonso, não tenho a certeza se é assim que se chama, e tiramos uma foto. Ao lado da igreja havia um hotel e também o visitamos porque antes de ser um hotel era um cinema.
    O teatro era quase quase à frente e caminhar até lá não custou nada , mas subir as escadas que subimos e que pareciam nunca mais acabar até à sala onde estivemos, isso sim cansou bastante.
    Fizemos muitas actividades e jogos que nos colocaram à vontade e nos fizeram entrar um bocadinho nas brincadeiras que imagino que todos os actores fazem e depois , como não podia deixar de ser,fizemos a leitura dramatizada da “Farsa De Inês Pereira” e eu achei muito giro porque dividimos-nos em grupos e além de trabalharmos o nosso espírito de equipa também nos conhecemos mais.
    E como não podia deixar de ser eu fiz de mãe. Ainda estava dentro da personagem que representei há uns dias atrás na festa da adolescência o que ainda foi mais engraçado porque tive a oportunidade de relembrar esse momento. E tenho que admitir que até tenho jeitinho para fazer de velhota!
    O workshop acabou e tivemos que voltar a descer aquelas escadas que nunca mais acabavam. Saímos do Teatro e fomos para o metro que apanhamos mesmo à rasca, faltava 3 minutos para chegar se perdessemos aquele metro teríamos que esperar 15 minutos por outro.
    Depois de uma longa viagem chegamos a Matosinhos e o resto do dia foi igual ao de sempre…
    Boa noite e até amanha querido diário!

  24. Quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
    Querido diário,
    Peço desculpa por não te ter escrito durante 5 dias, mas tentei aproveitar a pausa da escola ao máximo. Quando digo que as aproveitei, quero dizer que as passei a dormir, obviamente. Não há nada melhor que isso.
    Depois de umas mini férias fantásticas e relaxadas, as aulas começaram da melhor maneira porque tivemos logo uma visita de estudo. Passadas algumas aulas de estudarmos a “Farsa de Inês Pereira”, a nossa professora de português propôs um workshop para consolidar o assunto de uma maneira original. O workshop realizou-se no Teatro Nacional São João, no Porto, e teve como principal objetivo a leitura dramatizada da Farsa de Inês Pereira.
    A seguir a uma manhã trivial, a hora de almoço foi um pouco diferente, pois tínhamos menos tempo, mas foi uma oportunidade para criar laços de turma, pois comemos fast food todos juntos. Fomos para o Porto de metro e quando saímos, na paragem do Bolhão, a professora estava à nossa espera. Para ocupar algum tempo antes de irmos para o teatro, tirámos uma fotografia de turma e, seguidamente, visitámos um hostel que costumava ser um cinema.
    Quando chegamos ao teatro, tivemos a excelente surpresa de ter de subir uma escadaria enorme, mas não custou muito porque a decoração do teatro distraía-nos do cansaço. Depois de chegarmos à sala onde o workshop ia ocorrer, conhecemos a coordenadora que nos ia orientar durante a tarde, a Mafalda. A Mafalda era muito engraçada e rapidamente conseguiu pôr-nos à vontade. Depois de uma conversa animada, realizámos alguns jogos para descontrair. A seguir, fomos divididos em grupos e foi-nos dado uma parte da Farsa de Inês Pereira para ler. O desafio era encontrar uma maneira original de dramatizar a história, por isso tivemos acesso a variados acessórios para nos ajudar. Para finalizar a atividade, assistimos às leituras dramatizadas de cada grupo, o que foi bastante interessante e divertido porque todos tinham algo diferente e original.
    Em suma, a visita de estudo foi bastante interessante e interativa e foi uma maneira divertida de abordar um tema que por vezes, se poderia tornar aborrecido. Diverti-me imenso, espero que venham muitas mais visitas de estudos pela frente.
    Agora vou dormir porque, como sabes, é a minha atividade favorita. Escrever-te-ei de novo amanhã se algo de interessante acontecer.
    Beijinhos, Joana

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