Visita de estudo a Mafra – 12ºano – maio de 2015

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Sobre Arminda Gonçalves

Professora de Português da Escola Secundária Augusto Gomes em Matosinhos.
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37 respostas a Visita de estudo a Mafra – 12ºano – maio de 2015

  1. Francisco Cruz diz:

    No dia 14 de Maio de 2015, numa quinta-feira, realizamos a visita ao Convento de Mafra, com todos os alunos do 12ºano.
    Quando chegamos ao Convento de Mafra, ficamos à espera num jardim ao lado do Convento. Depois, chamaram-nos para dar início à visita ao interior do Convento. Já no seu interior encontramo-nos com uma guia, muito divertida, que deu início à visita. Vimos a igreja, vimos também várias salas, entre elas, os quartos dos reis, os quartos de vestir, a sala amarela e a sala vermelha, e muitas outras. Depois chegamos à biblioteca do Convento. Lá estavam as prateleiras cheias de livros antigos, a maioria deles com mais de cem anos.
    Passadas duas horas e meia de visita fomos almoçar, alguns alunos fizeram um piquenique no jardim, outros foram a cafés ou a restaurantes.
    Depois das duas horas de almoço, regressamos para assistirmos à peça sobre o “Memorial do Convento”. Tivemos que subir 63 degraus para chegar a uma sala que não tinha cadeiras, logo sentámo-nos no chão e deu-se início à peça. Vimos então, a encenação do auto de fé da mãe de Blimunda, e depois levantámo-nos e acompanhamos as personagens para uma outra sala. Aqui pudemos sentar-nos, pois tinha bancos, mas não tinham encosto o que provocou algum incómodo. Voltando à peça, achei-a cativante, as personagens representaram bem, principalmente o padre Bartolomeu e a Blimunda. No final saímos da sala, descemos os 63 degraus, e saímos do Convento de Mafra.
    De seguida, entramos na camioneta e seguimos rumo à Vila de Óbidos. Lá tivemos uma hora livre para visitar a vila e ir à muralha. Por fim, regressamos a Matosinhos, mas antes fizemos ainda uma paragem na área de serviço da Mealhada para jantarmos.
    Em suma, a visita ao Convento de Mafra foi muito marcante, pois fez-me viajar no tempo e imaginar a passear no espaço real com os reis que passaram por lá. Quanto ao teatro sobre o “Memorial do Convento”, fez-me entender melhor o que se passa na obra. Finalmente, Óbidos, um lugar bastante conhecido por mim, foi um bom espaço de convívio e de aventura.
    A última coisa que eu tenho a dizer sobre a visita é que gostei muito.

  2. Susana diz:

    A viagem realizada no dia 14 de Maio a Mafra, coincidente com o feriado municipal desta vila, foi de um modo geral interessante.
    Na minha opinião, a visita guiada ao Convento foi muito cativante, uma vez que a guia estava empenhada em nos relembrar toda a história do “Memorial do Convento” de uma forma dinâmica e descontraída. Gostei especialmente da Basílica, pois tanto a decoração como toda a iluminação natural são algo de fascinante. Fruto de tanto trabalho, o Convento é de uma dimensão gigantesca e faz-nos admirar o esforço de todos os homens que foram recrutados para aquela grandiosa obra. Achei também de uma notória importância a Biblioteca do convento, tanto pelo seu tamanho e decoração, utilizando mármores no pavimento e estantes em estilo concheado, como por toda a relíquia literária presente.
    De tarde, assistimos ao teatro sobre o Memorial que a meu ver foi, para quem leu o livro, uma representação no geral fiel à obra, existindo apenas algumas partes em que existiu uma liberdade na encenação. Embora os assentos não fossem muito confortáveis (sendo este o único ponto fraco, pois causava algum desconforto tendo como consequência uma certa desconcentração), considero que foi algo agradável. Para mim as personagens que se destacaram foram a Blimunda e o Padre Bartolomeu de Gusmão, porque mantiveram o mistério e a energia e ambição de querer voar tal como é enunciado no livro.
    No final tivemos a visita a Óbidos, à vila histórica, em que pudemos subir à muralha e ver toda aquela vista encantadora sobre o município.
    Para concluir, achei toda a visita uma experiência enriquecedora a nível cultural.

  3. Hugo Areias diz:

    Foi realizada, no dia 14 de Maio, pelos alunos do 12ºano e respetivos professores uma visita de estudo ao convento de Mafra ligada à obra “Memorial do Convento” de José Saramago.
    Como sempre, neste tipo de visitas, a viagem de camioneta em si é algo memorável e, apesar de muita gente ter dormido poucas horas, havia muita energia. A visita guiada ao Convento de Mafra, contudo, foi algo aborrecida porque, apesar de ter sido interessante ver as diferentes salas e os pormenores da construção daquele edifício, a guia, na minha opinião, demorava muito tempo na mesma sala, por vezes apenas contando a história de “Memorial do Convento” sem acrescentar nada de interessante. Mas talvez seja devido ao facto de eu não estar muito interessado no que ela tinha para dizer, só me interessava ver o edifício.
    Por outro lado, se há algo com o que fiquei agradavelmente surpreendido foi com o teatro.Todos os atores tiveram uma bom desempenho mas, de facto, dois deles brilharam mais, Blimunda e o Padre Bartolomeu. Este foi interpretado por Rogério Jacques, alguém cuja voz reconheci de imediato de um desenho animado, voz essa que gosto muito de ouvir, e me tornei fã não só da sua voz, mas também da sua representação. O facto de estar na primeira fila foi uma boa experiência, pois permitiu ver com mais atenção alguns pormenores e lá as cadeiras não eram desconfortáveis, como algumas pessoas se queixaram.
    Depois de nos despedirmos de Mafra fomos a Óbidos e pudemos subir à muralha, que não é lá muito segura há que dizer, mas foi uma boa experiência estar lá no topo.
    Finalmente, há que realçar que apesar das visitas a Mafra e Óbidos terem sido boas experiências, a viagem de camioneta não ficou nada atrás e sinceramente foi, na minha opinião, a melhor experiência do dia, especialmente a viagem de volta a Matosinhos, tendo sido assim concluído da melhor maneira um dia memorável.

  4. Catarina Almeida diz:

    No dia 14 de maio de 2015 foi realizada uma visita de estudo a Mafra no âmbito da disciplina de Português. Perto das 6 horas da manhã houve a chegada dos alunos, professores e também dos três autocarros. Depois das 6 horas, quando todos já estavam sentados, partimos com destino a Mafra.
    Apesar da longa viagem, finalmente chegamos e demos inicio à visita guiada pelo convento. Na minha opinião, foi uma visita muito bem estruturada e bem apresentada. Tanto a guia como os alunos estavam à vontade e desta forma não houve dificuldade em perceber tudo o que nos foi dito. A parte que mais me cativou no convento foi a biblioteca, toda preenchida com cerca de 40 000 livros, os quais podem ser consultados. Gostei da curiosidade dos morcegos, o facto destes contribuírem para a conservação dos livros era algo que me era desconhecido.
    Em relação ao teatro, penso que foi uma peça bem encenada apesar dos acentos serem desconfortáveis, o que fazia com que ficássemos mais entediados por breves momentos. Mas, de um modo geral, fiquei satisfeita com o que foi apresentado.
    Após tudo isto, seguiu-se viagem para Óbidos da qual também gostei e, de certa forma, deu para todos descontrairmos um bocado.
    Em suma, foi uma visita que deu para aprender, o que é sempre bom, e sobretudo para mudar dos ares a que estamos habituados.

  5. De manhã é que começa o dia e assim foi… 5 horas da manhã toca o despertador e por incrível que pareça não me custou nada a levantar da cama, ou por ansiedade ou até mesmo pelo facto de já me ter mentalizado.
    No dia 14 de Maio de 2015, os alunos do 12º ano reuniram-se na hora marcada 05:45h no portão da escola. A tão esperada viagem tomou início por volta das 06:10h, e eu de certa forma já sabia que dificilmente iria colocar o meu sono em dia e assim foi, não preguei olho nem por um minuto que seja.
    Quando chegamos a Mafra, a ansiedade era imensa. Primeiro fui dar uma volta pelo jardim e não posso deixar passar o vento que estava, mas quando a companhia é ótima isso passa despercebido, ou pelo menos por breves momentos.
    Finalmente, entramos no Convento de Mafra e nunca pensei que fosse tão grande e tão lindo. Antes de mais, a guia era bastante simpática, divertida e via-se que conhecia ao pormenor o convento e toda a história do “Memorial do Convento” de José Saramago. No entanto, falava muito rápido… e às vezes não conseguia captar toda aquela informação, mas de um modo geral foi uma guia bastante atenciosa. Tão atenciosa que a visita demorou mais uma hora do que o prevista.
    Em seguida, foi a hora de almoço. Foi tão bom podermos ter a liberdade de conhecer um pouco Mafra à nossa vontade… tirar fotografias, passear, conviver… Um local muito bonito!
    Depois do almoço, dirigimo-nos ao Convento para podermos assistir ao teatro, e estava bastante ansiosa de o ver. Gostei muito da peça, dos atores e foi bastante bom para relembrar ainda mais a peça. Claro que não podiam representar a peça ao pormenor, e certas coisas que eu considero essenciais na obra não foram representadas. Porém, adorei e tive uma opinião completamente diferente daqueles que foram ver o teatro de manhã. O único senão foi mesmo os bancos, chegou a um certo ponto que se tornaram muito desconfortáveis.
    O último destino da viagem foi Óbidos, nunca lá tinha ido… bastante agradável e com uma bela paisagem visto das muralhas, e como é óbvio tive que subir até lá cima, porque ir a Óbidos e não subir às muralhas não era objetivo cumprido!
    Em conclusão, fomos novamente para a camioneta com o destino Matosinhos, regresso a casa. Com uma paragem cerca de 20 minutos para jantarmos. Foi um dia muito bom, embora bastante cansativo.

  6. Ana Pacheco diz:

    Na passada quinta feira, dia 14 de Maio, as turmas de 12º ano da minha escola foram visitar Mafra e Óbidos, passando o dia inteiro nessa visita.
    A viagem iniciou-se às 6.00 da manhã rumo a Mafra. Chegámos ao destino por volta das 10.00h da manhã e a minha turma pertenceu ao grupo que faria a visita ao Convento de Mafra do turno da manhã, e que, à tarde, assistiria a uma peça de teatro, também no Convento. E assim foi: preenchemos o nosso tempo até à hora de almoço a visitar o Convento que, já agora, era lindíssimo! Era de uma dimensão para além do esperado e com estruturas magníficas que embelezavam o Convento, da forma que D. João V tanto queria. Tivemos o privilégio de pisar o chão do quarto do rei e da rainha, e de ter uma percepção mais realista de como era a vida no século XVIII, sendo que a guia que esteve presente connosco durante toda a visita fez um excelente trabalho ao mostrar-nos isso, da forma irónica e engraçada que ela tanto gostava de falar.
    Partimos para o almoço, e tivemos cerca de duas horas e pouco livres. Almoçámos no parque que havia a uns metros do Convento e passeámos um pouco. Depois disso, era hora de partir para o ponto de encontro, que se situava na entrada do Convento, a fim assistir à tal peça de teatro. Foi-nos então, indicado que o teatro se iniciaria numa sala, e que, depois de algumas cenas, nos teríamos de dirigir a uma segunda sala para assistir ao resto da peça. Não achei que houvesse qualquer tipo de problema neste tipo de logística, ao contrário dos meus colegas, pois assumi-a como algo diferente, apenas. Dirigimo-nos, então, à primeira sala, onde nos sentámos no chão confortavelmente a observar o que estava projetado. Depois de alguns momentos, apareceram os atores que deram início à peça. Após uns minutos que corresponderam ao início da obra de José Saramago, “Memorial do Convento”, Blimunda, que era uma das personagens em cena no momento, saiu porta fora e esse era o sinal de que nós, a plateia, se devia dirigir para a segunda sala, pelo que foi um erro termo-nos posto à vontade na primeira sala e sentado confortavelmente. Chegámos à segunda sala e, para minha surpresa e desilusão (visto que a viagem até esse momento estava a correr muito bem), essa sala onde iríamos assistir ao resto da peça era constituída por filas, cada uma contendo um longo banco, sem encosto, onde todas as pessoas se deveriam sentar uma a uma. À primeira vista pareceu mau, mas o que foi realmente mau foi não poder estar atenta à peça porque doem as costas e porque as pessoas que estão ao meu lado estão demasiado próximas de mim, apertando-me. O que valeu foi que os bancos eram almofadados. Mas, tendo em conta o que consegui ver e apreciar do resto da peça, e, mais uma vez, de opinião contrária da maior parte dos meus colegas, eu gostei do que vi. É certo que Baltasar e Blimunda não poderiam passar para a peça a paixão e algumas cenas que são descritas na obra de Saramago, mas é como sempre é: os filmes/peças de teatro NUNCA são melhores que os livros. E só temos que meter isso na cabeça e apreciar o teatro da forma que ele é: um teatro. Não é um livro, e temos que partir do princípio de que o que vai ser visto não é o livro, mas uma adaptação deste. Para além disso, desconfio que essa opinião dos meus colegas derivou do último teatro a que tínhamos assistido, “A revolução dos que não sabem dizer nós”, que foi uma peça espetacular, mas claro que não vão ser todas assim. Foi uma atuação boa, na minha opinião. Não foi má, de todo, mas também não foi fantástica, de todo, também.
    Após o teatro, partimos para Óbidos, onde seria o ponto final da nossa viagem. Demorámos, salvo erro, cerca de vinte minutos a chegar ao destino, que era lindo. Nunca tinha lá ido. Apreciámos as muralhas, tirámos muitas fotografias, e, claro está, não podia faltar a famosa ginginha. De seguida, partimos de novo, mas, infelizmente, de destino a casa.
    Globalmente, gostei bastante da viagem, tirando, como já referi, o mal estar no teatro, e também o facto de toda a gente ter entrado primeiro que eu e umas amigas na camioneta e termos que ficar separadas da nossa turma durante aquelas horas de viagem. No entanto, foram simples pormenores que foram compensados em todo o resto da viagem.

  7. Diogo Oliveira 12ºD diz:

    No âmbito da disciplina de português (com umas pitadas de história) foi realizada, no passado dia catorze de maio de dois mil e quinze, uma visita de estudo a Mafra, realizada pelos alunos do décimo segundo ano, bem como seus professores…
    Bem, ao contrário de meus camaradas, nada me custou acordar às cinco horas da manhã, afinal que escuteiro seria eu se a hora da alvorada me incomodasse? É de manhã que começa o dia e se for às cinco da manhã tanto melhor, mais horas me sobram para explorar o que de bom me tem o dia para oferecer. Ora, isto no papel parece muito animado, mas a verdade é que uma vez sentado na cadeira (/sofá cama) do autocarro passei os primeiros vinte minutos da viagem a babar a minha almofada insuflável e a “descansar as vistas”, sim, entre aspas porque se me perguntarem estive desperto durante toda a viagem.
    Parámos… E parece que sinto de novo o formigueiro a subir-me as pernas… como se estivesse, mais uma vez, a espreguiçar-me com o sol das seis da manhã a bater-me no rosto. Pus os óculos de sol… de modo a que estes disfarçassem as olheiras, impedissem o sol de me continuar a cegar e me dessem aquela quantidade de “swag” imprescindível a uma viagem de estudo com todo o décimo segundo ano presente… Pois bem, parámos e após reabastecer o depósito e o estômago seguimos viagem, não para Fátima, mas rumo a Mafra. Em verdade vos digo que o resto do caminho foi num contínuo “pára-arranca” de sono. Mas após o sol estar já tão acima da linha do horizonte não havia como voltar atrás. Abrir os olhos e acordar era agora obrigatório… isto porque o sol ia alto, a “canalhada” não se calava e a professora Arminda teve a feliz ideia de me seleccionar para iniciar o processo (penoso) da leitura de Memorial do Convento (de José Saramago) em plena autoestrada… dito isto está claro que não tive opção. Acordei.
    Fiquei um pouco decepcionado com a reacção dos restantes alunos a este momento de leitura, mas afinal de contas aquela era uma visita de estudo, não um passeio de claques de futebol, juntas para ir assistir a um jogo clássico de rivais. E para o teor de algumas das conversas que me “atingiam em fogo cruzado” ainda bem que a professora tomou a iniciativa de colocar alguém ao microfone… Posto isto de parte, concluiu-se a leitura de Memorial e, apesar das reclamações, ninguém vomitou devido às leituras a noventa quilómetros por hora.
    Parámos pela segunda vez… E desta vez já vejo o convento de Mafra. Já cá tinha estado mas não me lembrava de tamanha imponência. É realmente convento para muito frade… Muito frade ou muito rato…
    Após abandonar a camioneta e dirigir-me ao muito bonito jardim na lateral do convento percebi que cometi um grande erro. Sair de casa com calções e T-shirt. Estava tanto frio e eu (e alguns colegas também eles burlados pelos ditos “senhores da meteorologia”) ali vestidos como se de uma ida à praia se tratasse…
    Logo depois de um curto lanche/pequeno-almoço dirigimo-nos, finalmente, ao interior do convento de Mafra. Quando dou por mim estou a seguir uma espécie de metralhadora com óculos que me começa a explicar o que vamos visitar, como ela o visitaria, como se deveria visitar, o que vamos ver, quando vai acabar, a que peça é alusiva, que personagens entram… Tudo isto em fracções de segundo, entenda-se…
    Brincadeiras à parte a senhora esteve muitíssimo bem… Melhor do que alguma vez poderia esperar. Levava aquele trabalho (que eu veria como) maçudo, repetitivo e exaustivo de uma maneira alegre, leve e muito cativante… O humor dela só pecava pelas contínuas referências a Baltasar, personagem da obra de Saramago que a senhora descrevia como “um verdadeiro Deus grego” o que me deixava numa posição algo esquisita…
    Finalmente o momento porque todos esperávamos… Seguindo a guia turística, ainda em modo, metralhadora, fomos ver a famosa Benedictione… E afinal esta famosa pedra transportada por tanto boi, tanta junta e tanto homem não passava de uma “pedrita” que não correspondeu de todo às minhas expectativas… Mas já havia sido avisado pela professora que tal viria a acontecer…
    ALMOÇO!!! E aqui sim, a minha parte preferida do dia… Descanso, algumas horas para visitar a cidade (a salvo da metralhadora) e ver tanto quanto possível de Mafra, cidade onde para o ano espero estar a estudar, no ensino superior da Academia Militar. Tive oportunidade para ver o desfile das forças armadas da guarda nacional republicana, o que foi um grande ponto positivo pessoal. Visitámos, comemos, corremos, jogámos e outro momento esperado por todos chegou… O teatro onde veríamos uma adaptação de memorial de convento… Ao contrário de muita gente não achei o local insuportavelmente desconfortável… Fazia falta um encosto? Sim, fazia… Mas era almofadado… Grande qualidade, e decerto os vossos traseiros agradecem (ainda que não as vossas costas). Acho que os meus colegas ficaram de tal forma incomodados com o espaço e a maneira como estavam desconfortáveis que não abriram a mente à peça… Isso, ou Blimunda lhes havia roubado a vontade quando lhes apontou o seu frasco… Felizmente não me atingiu. Gostei em geral da peça… Apesar de ter expectativas muito altas, fruto do excelente trabalho que tive o prazer de presenciar no teatro do Bolhão (com a peça “a revolução dos que não sabem dizer nós”), não a achei má… Achei que fazia falta um pouco mais de conexão entre Baltasar e Blimunda e um pouco mais de distância entre locais ao longo da peça… Achei que subir e descer uns degraus de madeira foi uma solução pobre para o problema que seria a mudança de cenários…
    Posto fim ao teatro recolhemos à camioneta e partimos rumo a Óbidos. Na minha opinião Óbidos foi, também, um ponto alto da viagem… Gostei muito dessa paragem estratégica e cirurgicamente planeada na medida em que retirou parte do peso que seria uma viagem sem paragens em direcção a Matosinhos. Nesta paragem tivemos oportunidade para visitar as muralhas, comprar lembranças, petiscar qualquer coisa, provar a Ginginha e esticar as pernas (claro está).
    E assim passou a viagem a Mafra. Mas engane-se quem pensa que o regresso foi calmo, monótono e silencioso… Aquela Ginja tinha qualquer coisa que além de aquecer a garganta aqueceu os sofás cama da camioneta! Se a ida foi agitada, garanto-vos que a volta foi um pandemónio, no melhor sentido da palavra… Além de cantorias de todos os géneros musicais, jogos de mímica, e oportunidade de nos conhecermos melhor entre turmas jogámos um jogo que o João Paulo trouxe com ele no IPad… Um jogo que nos levou à exaustão!
    Concluindo um comentário que já vai extenso gostei muito da visita, gostei muito de ter estado e criado laços com os meus colegas de turma, gostei muito de mais esta oportunidade que os meus professores me proporcionaram mas acima de tudo gostei muito de não ter tido aqueles negros cem minutos de português…
    Obrigado, professora Arminda, sem ressentimentos?

  8. Nuna Barbosa diz:

    Visita a Mafra
    No dia 14 de Maio de 2015 as turmas de 12º ano foram a Mafra.
    Chegamos por volta das dez horas e tivemos alguns minutos para tirar fotos na fachada do palácio de Mafra e ambiantarmo-nos ao local onde íamos passar o dia. Contudo houve um ponto mau que foi ter de carregar todos os sacos que trazíamos.
    Começamos então a visita , e pudemos guardar as malas na entrada. A nossa guia deixou-nos muito à vontade e explicou muito bem toda a história de Memorial, a história propriamente dita do séc. XVIII, e a inspiração de José Saramago para escrever a obra.
    Uma das coisas de que mais gostei na visita guiada foi nomeadamente o facto de a guia ter a capacidade de falar da obra nos locais que se relacionavam sem nunca saltar nenhuma parte, nem voltar atrás ou repetir-se. Foi de facto muito útil , assim permitiu-nos fazer uma representação na nossa mente da obra ao mesmo tempo que passeávamos pelo local onde o autor se inspirou e o palácio que as personagens efetivamente frequentaram.
    Seguidamente, na parte da tarde o teatro foi muito bem conseguido e é evidente que para quem conhecia a obra, conseguíamos ter um fio condutor, embora eles saltassem algumas partes importantes. Apesar disso, alguns pontos que menos apreciei foi o facto do Baltazar não ter sido tão rude como eu imaginei e terem dado pouca importância ao ritual da colher.
    Na viagem de regresso fizemos paragem em Óbidos e tivemos oportunidade de conhecer a vila que é rodeada pela muralha, que pudemos subir e ver ótimas vistas. Também provamos as ginjinhas que é a especialidade.
    Foi portanto uma visita muito calma, pelo menos para o 12ºC, que teve, a meu ver, um aproveitamento muito grande. Quem não conhecia a obra mas esteve com atenção à guia teve a oportunidade de aprender enquanto se divertia. Adorei esta visita, foi realmente muito bem planeada e não houve um único “espaço” morto.

  9. Raquel Silva diz:

    No dia 14 de maio de 2015 algumas turmas do 12º ano foram a uma visita de estudo a Mafra. Visitamos o convento de Mafra e assistimos ao teatro sobre o livro “Memorial do Convento”. Gostei bastante da visita ao convento, pois é um convento bonito, mas um pouco grande, e achei que a nossa guia foi espectacular porque, além de nos falar um pouco sobre o livro, tornava a visita mais interessante contando piadas sobre as personagens do livro. Fiquei um bocado desiludida, porque pensei que a “Benedictione” fosse maior, visto que muitas pessoas do povo morreram quando a transportavam, mas isso dependia da perspectiva. Achei a biblioteca do convento deslumbrante por causa da sua arquitectura. Eu sabia que o convento era enorme, mas quando o vemos mesmo à nossa frente ele parece ainda maior.
    De tarde almoçamos no jardim ao lado do convento e depois fomos dar uma volta para conhecermos melhor o jardim. Na minha opinião a única coisa má nesta visita foi o vento que estava bastante forte. Depois assistimos à peça de teatro sobre o “Memorial do Convento”, da qual eu gostei bastante fora o facto de estarmos um pouco apertados nos bancos. Depois de tudo isto fomos a Óbidos e andamos a passear durante uma hora. Eu gostei muito de subir à muralha, apesar do vento, pois a vista era incrível.
    Concluindo, gostei muito desta visita, porque além de aprender coisas novas foi bastante divertida.

  10. Hugo Ferreira diz:

    Que grande prenda foi esta viagem !

    Eram aproximadamente 6h da manhã quando partimos para Mafra, rumo a uma viagem incrivel de muito convívio, boa disposição, conhecimento e cultura. Desde cedo se viu que seria uma viagem a não esquecer, eram 6h da manhã mas o ambiente era incrivel … ora havia risos ora havia dorminhocos, ora havia gritos ora havia conversas de cariz mais calmo e suave. Começou a viagem, que desde já agradeço, partimos para Mafra, muita agitação e o normal nervosismo e entusiasmo erguem-se.
    Foi uma viagem longa, mas não cansativa, foi uma viagem bem passada, com diversas piadas, brincadeiras e até mesmo revisões de teste que tenho desde já de dizer que foi uma óptima ideia.
    Chegamos a Mafra, após uma pequena paragem de 20 minutos, e fomos “petiscar” um pouco, fazendo tempo para irmos à tão esperada visita ao Convento. Fazem-se 10.30h e entramos na visita, ao inicio um pouco reservados e , até pensando ainda alguns que de nada teria de interessante , surge-nos uma senhora guia que fez uma figuraça. Com piadas bem joviais, brincadeiras e trocadilhos de se rir e chorar por mais e com um à-vontade pouco habitual em guias de monumentos turísticos ( que é o que para mim o Convento é, sem dúvida ! ). Explicou-nos a história, resumiu-nos a época, falou e criticou as personagens, engraçou até sobre os submarinos numa comparação brilhante entre os desperdícios da obra e os desperdícios de hoje em dia… e deixou muitos dos alunos pasmados e concentrados e realmente interessados por um livro que até se calhar nem leram. É preciso talento, seja qual for a profissão, é preciso talento e aquela senhora tinha-o!
    A visita foi engraçadíssima, um palácio belíssimo, mas que me desiludiu… não o palácio em si mas a grandeza tão pequena que a Benedictione tinha, sendo realmente honesto, imaginava-a bem maior e mais colossal !
    Acabou a visita e era hora de almoçar, pegamos todos nas merendas e fomos, convivendo, almoçar em grupo onde o convívio foi estupendo. Como o calor já era forte e a sede se multiplicava por todo o grupo masculino da turma, acabamos por ir a uma esplanada descontrair e refrescar-nos um pouco. Mas atenção !! Às 15h estávamos já novamente no convento prontos para uma atuação de encher o olho, o interesse e a vontade de ver novamente. Blimunda é a meu ver, a grande personagem daquele teatro ( e cá entre nós igualmente da obra), misteriosa, olhar que vê tudo e não revela nada, calma, paciente, inteligente e destemida, persistente e bela ( é claro) a Blimunda da obra estava completamente em palco, sem dúvida… falando aqui entre nós eu até acho que ela me viu por dentro..
    Enfim, continuando, todos os outros elementos estiveram igualmente bem, o cenário bem pensado, o inicio inovador e cómico, falhando apenas nos rituais… o da colher nem se viu e o do sangue mal se percebeu… era uma peça para quem conhece a obra, o que faz todo o sentido, porém algumas partes deviam ter sido mais exploradas.
    Acaba-se o teatro e os aplausos e partimos em direção a Óbidos, onde subimos a muralha e cá entre nós subiria novamente…estou a brincar !! Aquilo é altíssimo, forte e resistente, mas eu não sou bem a definição de forte e resistente, e a união entre as rajadas fortes de vento, o escorregadio proporcionado pelas pedras e a minha leve estatura, quase proporcionaram um desequilíbrio, que me deu muito, muito medo!
    Chega ao fim Óbidos e ainda com uma curta paragem na Mealhada, chegamos a Matosinhos! Pais à nossa espera para nos receber e contentes e empolgados para saber de novidades, e nós mortos de cansaço contentes e empolgados para dormir e descansar da melhor e , infelizmente, última viagem de estudo.

  11. Ana Duarte diz:

    No anterior dia catorze de Maio realizamos uma visita ao passado com uma ida a cidade de Mafra, onde visitamos o Palácio Nacional de Mafra.
    De seguida, a guia veio ter connosco e levou-nos para iniciarmos a visita. A guia era bastante divertida e cativava-nos imenso, até porque normalmente as visitas são uma grande seca. Além de que a senhora contava-nos a história do Memorial ao longo da visita, recorrendo a piadas e assuntos bastante atuais.
    Posto isto, fomos almoçar. Mais tarde reunimos-nos todos novamente e fomos ver o teatro. Tudo começou com apenas dois atores numa sala de multimédia onde um pouco depois nos foi apresentado o resto do elenco, cinco no total. O teatro foi interessante, mas penso que saltaram algumas partes importantes da história, tal como o ritual da colher.
    Depois de todos os grupos terem terminado as suas atividades seguimos para Óbidos, onde subimos as muralhas e tivemos uma vista deslumbrante e onde alguns, apenas os que tinham idade, provaram a ginja.
    Concluindo, foi um dia bastante cansativo mas que foi bastante recompensador.

  12. Elvira Paquete diz:

    No passado dia 14 de Maio alguns alunos do 12º ano da Escola Augusto Gomes juntaram-se e partiram para Mafra. Tudo começou ainda eram 5h45 da manhã, mas nem por isso nos deixamos ir abaixo com o sono, pois acredito que o autocarro número 1 fosse o mais alegre e agitado.
    Apesar das quatro cansativas horas de viagem, lá chegamos a Mafra e deparamo-nos com um convento gigantesco e com uns jardins bastante bonitos ao lado. O meu primeiro pensamento foi: “parecia mais pequeno nas fotos”, o que me surpreendeu imenso, porque não estava à espera de algo assim. Antes da visita, fomos passear nos jardins que, tirando o facto de tarem a voar poeiras por todo o lado, era bastante bonito com todo aquele verde.
    Chegada a hora da visita, metade das turmas foram ao teatro e a outra metade foi visitar o convento. O 12ºD, comigo incluída, foi primeiro visitar o convento e calhou-nos uma guia espetacular, não só se notava que sabia o que dizia como também parecia gostar e, para nos cativar, ia deixando algumas piadas bem colocadas no meio do seu rápido discurso. Alguns aspetos do convento lembraram-me o palácio que visitamos em Sintra no ano passado, nomeadamente os quartos e as salas de convívio do palácio. Duas horas passadas pareceram-me meia hora e, pelo que dizem, quando se gosta, o tempo passa rápido.
    Acabada a visita ao convento fomos almoçar nos jardins, onde pudemos passear novamente.
    15h: de volta ao convento, tudo pronto para vermos a peça de teatro que, após todas as críticas feitas pelos alunos que tinham ido de manhã, não nos entusiasmava muito.
    Na minha opinião, e como amante de teatro, achei esta peça um pouco fraca. Não só tivemos que mudar de sala a meio da peça como também os atores eram muito exagerados. Compreendo a mudança de sala mas poderiam haver outras maneiras para o fazer, sem ser necessária toda esta mudança. Para contribuir para a minha crítica negativa, os lugares eram desconfortáveis, o que não me deixava relaxada para poder apreciar a peça sem estar sempre a pensar na dor horrível que tinha nas costas. Toda a peça ansiei para que algo me fascinass, mas tudo era muito previsível e exagerado como os enjoos que Blimunda tinha ao utilizar o seu poder.
    Acabada aquela hora e meia que não parecia acabar, partimos para Óbidos, onde pudémos passear um bocado e explorar à vontade. A seguir, só nos restava voltar para casa.
    Penso que, no geral, foi um dia maioritariamente bem passado pois, para além do teatro, gostei de tudo. Se voltava a realizar esta viagem? Provavelmente não, pois não me fascinou tanto quanto Sintra que, ainda hoje, penso lá voltar.
    Para concluir, digo à Professora que deve continuar a realizar este género de visitas, pois é uma excelente forma de nos interessarmos pela matéria e também para convivermos uns com os outros e, mesmo não gostando, por vezes, da escolha que fizemos acabamos sempre por nos divertir.

  13. João Silva diz:

    No dia 14 de Maio de 2015, os alunos do 12º ano realizaram uma visita de estudo a Mafra devido ao estudo da obra de José Saramago “Memorial do Convento”.
    Tudo começou às 6 da manhã, quando partimos em direção a Mafra. Como sempre as viagens de camioneta são sempre divertidas.
    Quando chegamos a Mafra, a ansiedade era muita. Esperamos num jardim ao lado do Convento até nos chamarem para o início da visita. A visita guiada ao Convento, de um modo geral, achei um pouco aborrecida pois a guia, apesar de simpática, demorava muito nas diferentes divisões, falava muito rápido e muitas vezes via-se que falava decorado, não acrescentando nada de interesse.
    Finalmente, passadas duas horas e meia de visita fomos almoçar.
    Da parte de tarde fomos assistir ao teatro. De um modo geral eu até gostei,e acrescento que até tive sorte no lugar em que fiquei, pois só a fila da frente é que tinha encosto.
    O último local da viagem foi Óbidos. Lá, subi até ao topo da muralha o que foi espetacular.
    Passado uma hora, regressamos à camioneta para dar início à viagem de regresso. Novamente a viagem foi muito animada.
    Em geral gostei da visita, pois foi um dia bom e muito diferente do habitual.

  14. Mariana Justo diz:

    No dia 14 de maio de 2015 as turmas de 12º ano da Escola Augusto Gomes, em Matosinhos, realizaram uma visita de estudo no âmbito da disciplina de Português. Esta visita de estudo não foi uma visita qualquer foi, sim, uma visita baseada na obra que foi lida para as aulas, a famosa obra, “Memorial do Convento” de José Saramago, uma história de amor, ambição e trabalho.
    Como uma boa visita de estudo, esta foi planeada ao pormenor, a hora de saída, as paragens pelo caminho, a chegada a Mafra, a divisão dos alunos em grupos, entre muitas outras coisas. Por isso mesmo, eu acho que é de louvar a paciência e o empenho das pessoas responsáveis para que esta visita se tenha realizado. Iniciando a falar do que realmente interessa, esta visita foi dividida em três grandes partes. O grupo ao qual eu pertencia foi de manhã visitar o convento, depois da hora de almoço ver o teatro da obra e depois ainda passamos por Óbidos para descontrair um pouco.
    Começando pela visita guiada ao convento de Mafra, penso que foi uma visita muito bem estruturada e que o meu grupo teve a grande sorte de ter uma excelente guia que conseguia fazer-nos ouvi-la e manter-nos interessados enquanto fazia a revisão, por assim dizer, do livro que anteriormente tínhamos lido. Ao mesmo tempo nos ia contando um pouco da história do convento e da época em que foi construído.
    Uma vez que a visita ao convento correu tão bem tinha que vir um mas, o teatro. Não duvido que os atores se tenham esforçado e que não tenham trabalhado para nos oferecer a melhor peça possível mas, como disse, tinha que haver um mas… Não me cativou, depois de se ler um livro é sempre mais difícil de se gostar de uma peça, pois nunca conta a história tão detalhadamente, e ainda, ao lermos o livro, criamos certas imagens na nossa cabeça que, depois, ao não serem concretizadas, ficamos desiludidos e penso que, a mim, foi isso que aconteceu.
    Para finalizar o nosso dia, passamos pela bela terra que de Óbidos, local onde pudemos espairecer mais um pouco e andar por lá.
    Por tudo isto, penso que foi uma viagem que compensou, pois apesar de tudo o que foi bom e de tudo o que foi mau pudemos divertir-nos e aprender novos factos.

  15. Ana Pontes diz:

    Uma visita a Mafra
    No passado dia catorze de Maio, as turmas do décimo segundo ano da Escola Secundária Augusto Gomes realizaram uma visita de estudo a Mafra, a qual tinha vários objetivos. O primeiro era conhecer e visitar o convento da cidade; o segundo era ver uma peça de teatro que representava alguns excertos da obra dada nas aulas de Português com o nome “Memorial do Convento” e, por fim, conhecer a cidade de Óbidos.
    Na minha opinião, a visita teve vários pontos positivos e apenas um negativo. Um dos pontos positivos foi a qualidade notória da guia da visita ao convento. A guia conseguiu contar a obra de uma forma bastante pormenorizada e cativante. Também gostei de ver o convento em si. Ou seja, apreciei a arte e as peças presentes no interior do espaço. Nunca tinha visto algo do género. O ponto negativo foi o local onde assistimos ao teatro. A peça em si era interessante, mas os bancos eram bastante desconfortáveis, o que tornou o tempo aí passado um pouco maçador.
    No geral, foi uma visita agradável e instrutiva. A viagem correu bem e foi animada. Os locais por onde passamos eram bastante interessantes, o que me levou a gostar ainda mais desta ida a Mafra, pois tivemos a oportunidade de viajar e aprender ao mesmo tempo.

  16. Patrícia Botelho diz:

    Na passada quinta feira, dia 14 de maio, algumas turmas de 12º ano, acompanhadas pelos respetivos professores, realizaram uma visita de estudo a Mafra.
    Pouco passava das 6 horas da manhã e os alunos já estavam a começar a entrar nas respetivas camionetas para iniciarem a viagem rumo ao Convento de Mafra.
    Chegamos ao nosso destino por volta das 10 horas da manhã e, enquanto não íamos para a atividade agendada, ficamos à espera num jardim localizado ao lado do convento. Os alunos foram divididos em dois grupos, o meu grupo começou o dia com a visita ao convento, enquanto que o segundo grupo foi ver o teatro relacionado com a obra em estudo, “Memorial do Convento, de José Saramago.
    A visita guiada pelas instalações do convento foi o ponto alto dia. A nossa guia era bastante empenhada e conseguia captar a atenção dos alunos e professores. Esta atividade durou 2 horas, e conseguimos ver algumas instalações do convento, nomeadamente: os aposentos do rei, os aposentos da rainha, vimos as áreas dedicadas à corte, a sala de caça, a biblioteca, a Basílica de Nossa Senhora e de Santo António de Mafra, entre outros. Quando a visita pelo convento acabou, fomos almoçar, uns em restaurantes da vila, outros no parque de merendas, localizado junto ao convento. Enquanto não chegava a hora do meu grupo ir ver o teatro, alguns alunos aproveitaram para passear pelos jardins da vila de Mafra.
    Por volta das 3 horas da tarde começamos a entrar para uma sala, onde iria ser apresentada uma pequena introdução à peça baseada no “Memorial do Convento”. Acabada a introdução, passamos para o auditório onde iria decorrer o resto da peça. O teatro, para mim, foi uma pequena desilusão. Tendo em conta a obra que li, esperava um pouco mais. A peça mostrou os pontos importantes da obra, com as habituais adaptaçõs, no entanto o elenco não me pareceu o melhor. Para além disso, achei a alternância de lugares desnecessária e os bancos do auditório não eram muito confortáveis. No geral, a peça foi aceitável, no entanto com algumas questões a melhorar.
    No final da tarde, os alunos reuniram-se ao lado do convento para começarem a viagem rumo ao último local a visitar, Óbidos.
    Quando chegamos ao nosso destino, a divisão das turmas feita inicialmente já não existia e cada um aproveitou a liberdade que tinha para visitar o que queria. Eu optei por passear pelas ruas de Óbidos e visitar as muralhas.
    Quando o nosso tempo disponível para visitar a vila de Óbidos terminou, cada aluno entrou para a respetiva camioneta, pois já estava na hora de voltar para o Porto. A viagem de regresso foi bem mais animada do que a inicial, pois começamos a fazer jogos e a conversar, não só com os colegas da nossa turma, mas também com os alunos do 12º C. Fizemos uma breve paragem numa estação de serviço para jantarmos e depois voltamos para a nossa escola, acabando por chegar já depois da 22 horas.
    No geral, a visita foi um sucesso pois todos os espaços que visitamos eram agradáveis e cheios de história. Queria reforçar que o trabalho da nossa guia compensou, pois ela consegui consolidar a obra “Memorial do Convento”, com a história e o seu bom humor. Foi mais uma viagem bem sucedida e cheia de boa disposição.

  17. Carina Borges diz:

    No passado dia 14 de maio de 2015 as turmas de 12º ano da Escola Secundária Augusto Gomes foram em visita de estudo ao Convento de Mafra e a Óbidos.
    Quando chegámos a Mafra, começámos por visitar o convento. Tenho de ser sincera, o convento era magnífico, fiquei totalmente deslumbrada. Apesar da grandiosidade e da beleza do convento, fiquei desiludida apenas com uma coisa, a Benedictione. Na obra “Memorial do Convento” de José Saramago, há uma grande descrição acerca do transporte desta pedra e por essa razão eu pensava que esta seria muito maior do que é na realidade. Também gostei bastante da forma como a guia nos explicava todos os detalhes do convento e da obra de Saramago, porém a única parte negativa foi o facto de a visita guiada ter demorado mais do que o previsto.
    Após o almoço, regressámos ao convento para assistir à peça de teatro sobre o “Memorial do Convento”. Os bancos eram muito desconfortáveis e o ambiente estava um pouco abafado devido aos efeitos especiais e para além disso, houve coisas essenciais na obra que não foram representadas na peça. Mas, apesar de tudo isso, eu adorei a peça, principalmente pelo facto de o padre Bartolomeu ter sido interpretado por Rogério Jacques, uma voz muito conhecida dos desenhos animados dos anos 90.
    Depois do teatro rumámos em direção a Óbidos. Esta foi a primeira vez que fui lá e simplesmente adorei. A vila é encantadora e a paisagem que se vê do cimo das muralhas é belíssima.
    Concluindo, foi um dia muito cansativo mas muito compensador também, porque para além de ter aprendido ainda mais sobre o “Memorial do Convento”, passei um belo dia cheio de descobertas novas.

  18. Madalena Meca diz:

    Visita a Mafra
    No passado dia 14 de Maio de 2015, fui visitar o convento de Mafra com as turmas do 12º ano da escola secundária Augusto Gomes.
    A viagem correu bem sem qualquer contratempo.
    Chegamos ao convento e tivemos uma guia, de quem eu gostei muito, soube cativar e tornou a visita bastante mais interessante. Em relação ao convento em si, achei que retratava bem o séc.XVIII e consegui ver as condições em que a realeza vivia e perceber o quão absolutista o rei era.
    A zona do convento de que mais gostei foi a basilica, fiquei deslumbrada com a arquitetura e o design, pois nunca tinha visto algo tão belo.
    Acabada a visita, chegou a hora do almoço, foi um tempo bem passado, apesar do vento que estava.
    Ao inicio da tarde, fui ver um teatro.
    O teatro em sim foi interessante e mostrou pontos importantes do “Memorial do Convento”. Do que não gostei foi dos bancos. Como não tinham encosto, tornou-se bastante desconfortável e desagradável.
    Quando acabou o teatro, partimos para Óbidos, local onde nunca tinha estado.
    A vila era sossegada e engraçada, achei que era uma vila humilde e acolhedora.
    Subi até às muralhas e fiquei completamente maravilhada com a vista, era muito bonita.
    A meu ver, foi uma visita de estudo interessante e que me permitiu compreender melhor a história do “Memorial do Convento”, passar tempo de qualidade com os colegas de turma e permitiu-me visitar dois lugares onde nunca tinha estado.

  19. Andreia Torres diz:

    Visita a Mafra
    Quinta-feira, dia 14 de Maio de 2015 por volta das 5h45min todos os alunos do 12º ano se encontraram para começar a nossa aventura por Mafra.
    Por volta das 6 horas partimos para Mafra com o propósito de visitar o convento e assistir a peça de teatro do “Memorial do Convento”. Quando chegámos, mais ou menos por volta das 10 horas apesar do frio que estava, começamos por dar uma volta pelo jardim ao lado do convento para fazer tempo para irmos fazer uma visita ao belíssimo convento de Mafra. Às 10h30min voltámo-nos a encontrar para então começarmos a visita. A nossa guia era super simpática e conseguiu cativar logo a nossa atenção e, entre brincadeiras e risadas lá fizemos a nossa visita demorando mais ou menos 2h30min. Quando a visita terminou, já estávamos todos a morrer de fome e como tal fomos logo almoçar.
    Depois do almoço regressamos todos ao convento para assistir à peça de teatro sobre o “Memorial do Convento”, gostei bastante da peça e na minha opinião o único ponto negativo foi o facto dos bancos serem um pouco desconfortáveis.
    Depois do teatro, partimos para Óbidos. A vila é encantadora e a paisagem que se vê do cimo das muralhas nem se fala , é um espanto.
    Apesar de ter sido um dia bastante cansativo gostei muito de viver novas experiências e conhecer locais novos.

  20. Rui Oliveira diz:

    Um passeio pela história

    Eram 5h45min do dia 14 de Maio, quando os alunos do 12º ano da Escola Secundária Augusto Gomes se encontraram no portão. Às 6h foi dada a partida em direção a Mafra.
    Apesar das 4 horas de viagem, aproximadamente, foi feita rapidamente, em grande convívio e diversão com a turma e pelo meio ainda foi feita uma paragem para tomar o pequeno-almoço.
    A chegada a Mafra foi registada por voltadas 10h. Às 10h15min dirigimo-nos para o palácio para pousarmos os sacos e darmos início à visita por volta das 10h30min. A guia ajudou bastante em tornar a visita ao palácio divertida e cativante. Ela contou-nos a história toda do Memorial, utilizando vocabulário atual e recorrendo ao cómico, ajudando a perceber muito melhor a história.
    Uma das coisas que me cativaram bastante foi a dimensão e o perfecionismo do palácio. É de lamentar apenas a quantidade de trabalho e trabalhadores e também de custos que foram necessários para tornar esta obra possível e depois o pouco uso que lhe foi dado, deitando todo este sacrifício por água abaixo.
    Como a visita se estendeu por mais do que o que era previsto, fomos almoçar um pouco mais tarde. O almoço da turma deu-se no Parque do Cerco, que ficava colado ao palácio. Depois do almoço, eu e alguns colegas de turma fomos dar um passeio pela vila.
    De seguida, fomos para o teatro onde foi representada a obra “Memorial do Convento”. Na minha opinião a peça foi muito bem representada e com muita originalidade. Jogaram ainda muito bem com os efeitos auditivos e visuais.
    Por volta das 17h foi dada a partida em direção a Óbidos. Como é óbvio, na chegada a Óbidos, não podia faltar o passeio pelas muralhas e a ginja, portanto a turma foi em direção a isso. O que é de realçar é o facto de ser uma terra maravilhosa, com um design muito fora do habitual e com uma história imensa. Foi a primeira vez que visitei Óbidos e espera lá voltar mais vezes.
    Eram 19h quando foi dada a partida em direção à Escola Augusto Gomes. Por volta das 20h30min ainda foi feita uma paragem na estação de serviço da Mealhada para podermos jantar. A viagem foi feita num clima completamente calmo, de descontração total. A chegada a Matosinhos foi feita por volta das 22h15min.
    Em conclusão, penso que foi uma visita de estudo muito bem organizada, muito bem conseguida e feita num ambiente de diversão e descontração. E de certeza que voltarei mais vezes tanto a Mafra como a Óbidos.

  21. Maria Silva 12ºD diz:

    A viagem realizada a Mafra pelas turmas de 12º ano da nossa escola teve, como habitual, os seus pontos negativos e positivos, mas no geral foi interessante e didática.
    A visita guiada ao Palácio Nacional de Mafra, realizada de manhã, foi definitivamente cativante e interessante. A nossa guia era bastante competente e igualmente engraçada. Conseguiu manter o grupo sempre atento e interessado devido às ridicularizações e explicações detalhadas acerca de toda a história do Memorial do Convento e do Palácio. Foi uma visita de certa forma cansativa mas, como já referi, toda a história envolvente do Palácio ajudou a que se realizasse rapidamente e sempre com os olhos atentos a tudo o que se passava à nossa volta.
    O tempo livre de almoço é para nós, alunos, um momento sempre muito apreciado e divertido. Pudemos usufruir do parque de piqueniques de um parque ao lado do Convento, bastante bonito. Aproveitamos também o tempo para tirar fotografias e passear pelo centro da cidade com os nossos colegas. Por ser feriado municipal em Mafra, deparamos-nos com algum movimento inesperado e festejos tradicionais.
    Na parte da tarde, depois do almoço, assistimos a um teatro. Para grande desilusão minha e dos meus colegas as apreciações não são as melhores. Primeiramente, o espaço foi dividido em dois, o que causou confusão e desconforto na compreensão desta peça. Depois de um primeiro espaço onde assistimos ao início da peça, sentados no chão, passamos a um pequeno auditório para assistir ao resto da peça. O mau estar devido à falta de encosto dos bancos provocou a dispersão da maior parte de nós do que se passava em palco. Estes aspetos menos positivos fizeram com que não apreciássemos a peça devidamente e, no geral, não gostássemos.
    Depois do teatro seguimos para Óbidos onde pudemos usufruir de tempo livre para conhecer a vila.
    O regresso a casa foi tranquilo e divertido. Fizemos uma paragem rápida para jantar e descansar.
    No geral, foi uma boa e agradável visita de estudo e tivemos oportunidade de conviver e passar um dia diferente. Tenho, por fim, que agradecer a todos os professores que fizeram com que esta viagem fosse possível.

  22. Tânia diz:

    No dia 14 de Maio, os alunos do 12ºano da escola secundária Augusto Gomes, partiram, às 6 horas, rumo a Mafra!
    Como sempre, o convívio na camioneta é do melhor! Já é hábito irmos com a mesma turma, o que facilita e aumenta o companheirismo.
    Em primeiro lugar, os alunos das várias turmas foram divididos em grupos para uma melhor organização nas atividades. O grupo em que me inseri foi visitar, em primeiro lugar, o convento enquanto que os restantes grupos iriam assistir a uma peça de teatro sobre a obra ‘Memorial do Convento’, também ela no convento.
    Por volta das 11:00h começou a visita ao convento de Mafra, com a ajuda de uma guia bastante simpática e muito cativante. Com a ajuda da nossa guia, conseguimos perceber melhor como era a vida no tempo do reinado de D.João V. A visita ao convento é importante para a matéria lecionada em Português, visto que o rei que mandou construir o Convento de Mafra é uma das personagens da obra escrita por José Saramago. D.João V era um rei muito ambicioso, megalómano que tencionava construir o Convento mais luxuoso da Europa, tendo-o feito com bastante sucesso, apesar de não o ter conseguido acabar.
    Na visita ao convento, fiquei bastante impressionada com a maneira como eram as ‘casas-de-banho’, visto que, na minha opinião, não se podia chamar isso ao que todos vimos! Outra das coisas que mais me surpreendeu foi a enorme separação entre o quarto da rainha e o quarto do rei, pois ficavam separados cerca de 250 metros. Fiquei um pouco desiludida de não poder desfrutar mais da visita à biblioteca do convento, porque achei bastante interessante e lindíssima!
    Depois desta maravilhosa visita às inúmeras salas do convento, partimos então para o parque de merendas, onde almoçamos e pudemos visitar Mafra durante 2 horas livremente.
    Logo após o almoço, partimos para uma sala onde visualizamos o início da peça de teatro, logo depois, o teatro passou para outra sala onde assistimos à mesma até ao final. Muito sinceramente não gostei nada do teatro, não por o conteúdo ou por as personagens serem más! Não gostei, porque os lugares eram super desconfortáveis o que não deu para avaliar ou até mesmo aproveitar a peça em si. Estar durante 1h e 30min desconfortável é impossível conseguir estar atenta a toda a peça!
    Depois de Mafra, partimos imediatamente para Óbidos onde usufruímos de uma visita livre durante 1 hora. Durante esse tempo, subimos à muralha, tiramos imensas fotos (fotos essas que eram raras as que ficavam bem, devido ao vento), passeamos pelas ruas, vimos várias lojas e experimentamos a ginja tradicional de Óbidos num copo de chocolate.
    Por último, depois dessa hora livre em Óbidos prosseguimos em direção a Matosinhos, parando apenas na Mealhada, como de costume, para jantarmos e seguirmos então para o destino, depois de uma viagem muito longa, mas muito divertida.
    Em suma, acho que esta visita foi muito divertida e bastante produtiva e esclarecedora em relação à obra ‘Memorial do Convento’. Por ter sido a última visita do secundário, esta visita marcou-me em certos aspectos e espero um dia voltar a Mafra e até mesmo a Óbidos.

  23. Ana Rita diz:

    No dia 14 de maio de 2015 as turmas do 12º ano foram a Mafra. Eram 5 da manhã quando tive de acordar e para mim, uma pessoa que adora dormir, foi um pouco complicado, não tanto como estava à espera, afinal quando se trata de passear estamos sempre prontos. Eram 6 da manhã quando partimos da escola e o ambiente na camioneta era dos que mais gosto, apesar do sono, apesar das horas e da escuridão?????? lá de fora havia muita animação e boa disposição.
    Quando chegamos ao nosso destino, após uma paragem para tomar o pequeno almoço e tomar-mos um café, o grupo do qual eu fazia parte seguiu para a visita do convento. Pessoalmente nunca houve uma visita guiada da qual eu gostasse, nem mesmo ao Louvre que eu pensava que iria simplesmente amar. Com as expectativas baixíssimas, entrei dentro do convento e deparei-me com uma senhora que à primeira vista me parecera um pouco antipática, o que diminuiu ainda mais as expectativas. Foi uma enorme surpresa, quando percebo que me tivera enganado desde o início. A nossa guia era uma senhora extremamente simpática, bem disposta e muito engraçada com as suas ironias e piadas. Assim uma visita que eu pensava que ia ser monótona e aborrecida tornou-se num momento muito divertido do qual eu gostei imenso. Sem duvida que o convento de Mafra foi o monumento que mais gostei de visitar, aliás acho que foi o único de que gostei.
    Acabada a visita, seguiu-se o tão esperado almoço. Almoçamos e de seguida fomos explorar um pouco a cidade, embora não tivéssemos visto quase nada pois o tempo era escasso. De seguida fomos para o teatro. Mais uma vez as expectativas estavam muito baixas, não por eu não gostar de teatro, mas sim pelos comentários feitos pelo outro grupo que tinha ido de manhã. Também mais uma vez se tratou de uma boa surpresa, quando me apercebo de que o teatro foi um bom momento do qual eu gostei muito. Todos ou quase todos os meus colegas se queixaram não do teatro em si mas do desconforto que sentiram durante todo o teatro. Não me senti assim tão desconfortável como eles, no sítio em que eu estava não me encontrava apertada, claro está que, se tivesse um encosto, as minhas costas agradeciam, mas não me senti muito desconfortável de todo. Achei que os atores estiveram muito bem, uns melhores do que outros mas todos bem. Gostava de ter visto um beijo entre a Blimunda e o Baltasar mas isso é a minha opinião pessoal e não muda o facto de ter gostado do restante espetáculo.
    Dado como terminada a visita em Mafra fomos para Óbidos com o objetivo de “relaxar” um pouco e descobrir um bocadinho daquela pequena vila. Com bastante medo subi até ao cimo das muralhas e valeu muito a pena, a vista era deslumbrante! Subi e desci umas quantas escadas e no fim fomos beber a famosa ginginha que muito bem nos soube.
    O regresso para Matosinhos foi ainda mais animado do que a ida. Deu para convivermos todos e rirmo-nos bastante. Última visita de estudo do meu secundário e terminou em beleza. Gostei imenso e diverti-me muito e para além de toda esta diversão também me ajudou imenso na compreensão da obra ‘Memorial do Convento’.

  24. Diogo Andrade diz:

    A Última
    No passado dia 14 de Maio, realizamos uma visita no âmbito do estudo da obra “Memorial do Convento”, estudada pelos alunos do 12º ano ao longo deste período. Partimos em direção ao nosso destino por volta das 6 horas da manhã, e após 4 horas de viagem com uma paragem pelo meio chegamos a Mafra. Como era previsto, a minha turma estava no grupo que iria realizar a visita ao Convento na parte da manhã. E assim foi, fomos ver a tão polémica obra abordada no livro de Saramago. A acompanhar-nos tivemos uma excelente guia, que logo nos pôs a vontade e nos explicou tudo da melhor maneira possível, o que juntando à imponência daquela grande obra arquitetónica contribuiu para que tivéssemos uma visita bonita. Depois da visita ao convento, tivemos tempo livre para (mais ou menos duas horas), onde houve convívio entre os alunos e podemos ver a zona envolvente do convento.
    Na parte da tarde fomos ver a dramatização da obra, também no convento. Primeiramente estivemos numa sala com novas tecnologias, onde foram dramatizadas as primeiras cenas. À primeira vista, não me pareceu uma boa ideia, mas depois entendi a situação como uma forma de inovação tecnológica, e no fundo, foi bem pensado. O teatro seguiu-se depois numa outra sala. Sala essa bastante desconfortável, tanto a nível da nossa posição durante o espetáculo como a nível de calor. Mas nem isso fez com que o teatro fosse menos educativo, ou bem feito.
    A visita seguiu-se com uma passagem em Óbidos. Achei uma excelente ideia, e no fundo foi como que uma despedida de todas as vistas de estudo que este grupo excecional teve em conjunto. Em Óbidos divertimo-nos bastante, é uma cidade lindíssima e cheia de história. De cima das muralhas temos uma vista fabulosa, embora tenha achado que aquele espaço deveria ser vedado, para oferecer uma maior segurança aos turistas. Por fim, voltamos em direção ao norte com paragem para jantar na Mealhada. Chegamos por volta das 22h30. Foi uma visita fantástica, grande convívio tanto na viagem como no locais visitados.

  25. Rafael Moura diz:

    No dia 14 de Maio de 2015, as turmas do 12º ano da Escola Secundária Augusto Gomes realizaram uma visita de estudo a Mafra com passagem por Óbidos.
    Foi um dia que começou bem cedo, em que os alunos tinham de estar pelas 6:00 da manhã na escola para começarem a viagem em direção a Mafra. Pela viagem houve uma breve paragem numa estação de serviço para que os alunos pudessem tomar o pequeno almoço e conviver um pouco. Com três autocarros e cerca de 180 alunos havia bastante confusão, mas tudo correu bem. Quando se chegou a Mafra, os alunos foram divididos em dois grandes grupos: um grupo iria ter uma visita guiada pelo convento de Mafra para conhecer todas as salas e saber um pouco mais sobre a história do edifício, enquanto o outro grupo assistiria a um teatro sobre a obra “Memorial do Convento” de José Saramago. Realizadas as atividades em Mafra, os alunos regressariam a Matosinhos, mas antes houve uma passagem por Óbidos onde puderam apreciar toda a beleza da cidade dentro das enormes muralhas, certamente algo que não vão esquecer tendo em conta a beleza desta cidade.
    Finalmente, penso que todos os alunos gostaram desta visita de estudo devido às atividades realizadas e aos lugares por onde passaram.

  26. Inês Ferreira diz:

    A visita a Mafra

    No dia 14 de Maio, todas as turmas do 12º ano da Escola Secundária Augusto Gomes tiveram a oportunidade de realizar uma visita a Mafra e a Óbidos, no âmbito da disciplina de Português. Esta teve como objetivo permitir um maior contacto com a obra “Memorial do Convento ” de José Saramago.
    Mal o sol tinha nascido, estava tudo a postos para iniciarmos a última visita de estudo do secundário! É verdade que a viagem até Mafra é longa e cansativa mas nada melhor do que umas boas gargalhadas e uns “bons cantores” para quebrar esse tédio.
    Chegados a Mafra, esperámos um pouco num jardim antes de iniciarmos a visita guiada ao Convento . Esta superou sem dúvida as minhas expetativas! Para além de ter apreciado a arquitetura e a decoração deste monumento, a nossa guia, bastante divertida e comunicativa, fez com que enfrentássemos a realidade vivida no século XVIII, no reinado de D. João V.
    No entanto, fiquei um pouco desapontada ao ver a pedra mãe (Benedictione). A minha reação foi algo semelhante a “É só isto?”.
    Após o almoço, assistimos a uma peça teatral relativa à obra ” Memorial do Convento”. Este espetáculo ficou muito aquém daquilo que imaginava: as instalações eram péssimas e o cenário pouco cativante. Além do mais, não considero que o trabalho realizado pelo elenco tenha sido o melhor. Apesar disso, permitiu-nos consolidar conhecimentos associados ao estudo da obra de José Saramago.
    Ao final da tarde, a viagem prosseguiu até à pequena Vila de Óbidos, onde pudemos usufruir de paisagens magníficas enquanto percorríamos as muralhas que a rodeiam. As casas, pequenas e rústicas, e o castelo embelezavam a vila, tornando-a agradável e especial.
    Terminada a visita a estas duas vilas do centro de Portugal, regressámos à Invicta, com uma curta paragem na Mealhada durante a viagem.
    Em conclusão, esta visita de estudo foi bastante gratificante, tendo permitido um convívio entre colegas e professores. No entanto, o mau-estar sentido pelos alunos durante a peça teatral demonstra ser um aspecto negativo deste dia.

  27. Sofia Barroso diz:

    XXXXXX a corrigir

    Bem eu adorei a visita de estudo a Mafra. Da visita aquele maravilhoso convento ao teatro ao teatro a Óbitos. Bem mas indo por pontos. O convento era simplesmente fantástico, a sua arquitectura e arte eram simplesmente fantásticas. Mas o que eu gostei mais da visita ao convento foi a nossa guia. Que para além de ter imensas partes do memorial decoradas, que eu já acho um acto de se louvar, era super engraçada, e consegui captar a minha atenção do início ao final da visita. Outra coisa que também gostei muito nela foi o facto de ela nos contar o que realmente aconteceu naquela época e por isso em paralelo com a obra Memorial de convento.
    Adorei o jardim que almoçamos era muito bonito e tinha varias aves como pavões e aves de pequeno porte lá, em gaiolas. Foi um bom sítio para almoçar e relaxar um pouco.
    Em relação ao teatro eu sei que muita gente não gostou, mas eu até que gostei. Obvio que não estava perfeito, obvio que havia coisas que podiam estar melhor. Mas também temos de nos lembrar que adaptar uma obra como o Memorial de Convento para teatro não é uma tarefa fácil. Na obra as personagens falam muito pouco, especificamente o Baltasar e a Blimunda então eu acho que quem adaptou a obra para uma peça de teatro fez um excelente trabalho. E eu pessoalmente gostei bastante dos actores. E adorei a parte em que eles subiram para passarola.
    Para acabar em beleza fomos a óbitos. Eu andei pela mortalha e a vista de lá de cima foi simplesmente fantástica!
    Isto sem falar na oportunidade de passar um dia inteiro com os meus amigos. Divertimo-nos imenso entre jogos, brincadeiras etc…
    A única coisa que me deixou triste foi pensar que vai ser a última vez que vou fazer uma viagem deste estilo com estas mesmas pessoas… Mas bem apesar disso a viagem foi simplesmente fantástica!

  28. Joana Craveiro diz:

    Era quinta-feira, 14 de maio de 2015, quando tive a oportunidade de, em conjunto com os meus colegas de décimo segundo ano, visitar Mafra e Óbidos, no âmbito da disciplina da Português, tendo em conta que demos a obra “Memorial do Convento” de José Saramago. Começou logo de madrugada. Apesar de termos todos dormido pouco, energia não faltou, tanto à ida como à vinda. A visita em si foi interessante, tivemos a oportunidade de ver o Convento e todas as partes constituintes do mesmo (já agora maravilhosamente embelezadas). Ter o privilégio de pisar o mesmo chão que D. João V havia pisado outrotra deixou-me arrepiada. Apesar da beleza de todas as salas e pequenas partes que faziam parte das mesmas, penso que a guia salientou demasiadas coisas, algumas óbvias, outras que deveriam fazer parte da cultura geral de qualquer bom português. Terminada a visita guiada, tivemos cerca de duas horas e pouco para almoçarmos num parque localizado nas redondezas do Convento e passearmos mais um pouco. Marcado o ponto de encontro, chegou a hora de ir ver a tal peça de que tanto se falou. A peça no entanto, foi dividida em duas salas. Não achei indicado perguntar a que se devia este tipo de logística, mas assim o fiz. Numa sala vimos alguns excertos projetados, tendo dado depois os atores início à peça. Soubemos que deveríamos mudar de sala, quando Blimunda, a personagem em cena, saiu porta fora, tendo indicado à plateia que deveria mudar de sala. Algo desconfortável, sentada em bancos sem encosto, assistimos ao resto da peça. A coisa boa desses bancos era que eram almofadados e, contrariando a opinião da maioria dos meus colegas, gostei daquilo que vi. É certo que em algumas cenas não foi transmitida a paixão e o entusiasmo que deveria ter, no entanto, foi algo agradável de se ver. Terminada a sessão, partimos para Óbidos, último sítio para “passear” antes de voltar ao Norte. Nem dei pelo tempo que demorámos a lá chegar, visto que só a paisagem era deslumbrante. As muralhas, de facto icónicas, foram alvo de várias fotografias. Depois de algum tempo a apreciar as redondezas, lá voltámos. Mais uma vez, o barulho e a energia dos meus colegas não faltou para animar o resto da viagem, tendo sido em geral uma viagem muito boa e eficaz na minha aprendizagem.

  29. Susana rodrigues diz:

    No passado dia 14 de Maio, as turmas de 12ºano da Escola Secundária Augusto Gomes, realizaram uma visita de estudo a Mafra no âmbito da disciplina de português.
    Tudo começou por volta das 6h da manhã, encontrávamo-nos todos à porta da escola à espera dos autocarros, a viagem começou mais ou menos às 6h15. Chegámos a Mafra eram 10h e dirigimo-nos para a porta do Convento. A minha turma começou por fazer uma visita guiada pelo Convento e pelo Palácio, tínhamos uma guia muito boa, explicava de uma maneira tão cativante que era quase impossível estarmos desatentos com a forma como ela nos contava a história do “Memorial do Convento”, mais precisamente da parte da história sobre a sua construção.
    De seguida, tivemos a nossa hora de almoço que, no meu caso, se realizou no jardim ao lado do Convento. Era um espaço muito bonito e ótimo para passar as 2h de almoço.
    Por volta das 15h partimos de novo para o Convento para assistirmos à peça de teatro sobre o “Memorial do Convento”. Na minha opinião, achei a peça boa. No entanto, achei que a plateia não tinha a melhor das condições, os bancos eram na verdade muito desconfortáveis para se estar sentado quase duas horas.
    Para acabarmos a viagem em grande fizemos uma paragem em Óbidos. Foi das melhores partes da visita, nunca tinha tido a oportunidade de visitar este destino e adorei, tem um ambiente bastante antigo mas muito bonito e com paisagens lindíssimas através das muralhas.
    Depois de uma hora a passear por Óbidos, começámos a nossa viagem de volta ao Porto.
    Para concluir, achei uma visita muito interessante, tanto a nível do que aprendi sobre o “Memorial do Convento” como a nível de visitar novos destinos.

  30. Bárbara Machado diz:

    Como descrever uma visita tão desejada desde o início deste ano letivo?
    É difícil descrever num pequeno texto o quanto estas visitas de estudo são enriquecedoras para os alunos. Sim, é verdade que a maior parte só aproveite estas visitas para uma folga das aulas, mas eu acho bastante produtivo pois é da maneira que aprendemos mais e de uma forma que não consideramos “aborrecida”. Peço desculpa pelo termo mas a realidade é que há aulas que são um bocado mais maçadoras que outras e, agora dando a minha opinião, preferi conhecer a história do livro de José Saramago nesta visita! Adorei a visita guiada, apesar de um pouco cansativa, acho que posso dizer que tivemos sorte com a guia que nos acompanhou. Era muito simpática e tentava animar sempre um pouco a história que ele própria sabe que a nossa geração nem sempre aprecia. Eu até gostei da história, devo dizer que fiquei um pouco surpreendida por tal acontecer, mas a verdade é que não foi de todo aborrecida e deu-me vontade de acabar de ler o livro. Pela informação que ganhei durante esta visita, um grande obrigado à nossa espantosa guia.
    Relativamente ao teatro não tenho muito a acrescentar para além daquilo que já comentei com a professora. Como referimos na aula, dou um 1 na classificação do espaço e um 4 ao teatro, de 1 a 5. Sei que a professora entende o facto de obter esta classificação. O sítio onde a plateia se encontrava a assistir ao teatro era incrivelmente desconfortável. Este facto diminuiu consideravelmente a minha atenção para o teatro. Sei que não devia, mas o incómodo era demais e acho que deviam considerar melhor esse aspeto. Agora, falando do teatro em si e dos atores, penso que tiveram uma boa performance visto que também já tinham feito aquilo de manhã e devem fazer quase todos os dias. É de admirar que o consigam e têm grande talento.
    Em suma, gostei da visita, aprendi imenso, tanto da história de Portugal como da história de “Memorial do Convento”. A visita a Óbidos foi uma ótima maneira para relaxar. Obrigada professora.

  31. Joana Mendes diz:

    O dia começa bem, às cinco da manhã já a pé e ansiosa pela viagem. A verdade é que nem me custou a levantar, até fiz o meu pai despachar-se a sair da cama para ter a certeza de que eu chegava a horas ao ponto de encontro, tanto que chegámos com uns 10 minutos de antecedência. Entretanto começam a chegar as pessoas e eu mortinha por entrar no autocarro para seguir viagem. Apesar da hora, eu não preguei olho a viagem toda, nem deixei as pessoas à minha volta descansar como queriam, tiveram que me vir a aturar durante 4 horas.
    Então, estava eu no meu sossego (quanto era possível) quando a professora começa a chamar “cobaias” para “testar” o microfone com leituras da obra “Memorial do Convento”. Eu, escondida no meu cantinho, só pensava nos coitados que estavam ali a ler, quando a professora pede a uma aluna para ler uma parte final do livro em que Baltasar está desaparecido e Blimunda está desesperada à procura dele. Não, não fui eu, que sorte a minha, mas a pessoa escolhida estava a dormir. É nisto que alguém tem a brilhante ideia de gritar o meu nome, e lá se foi a minha sorte, a professora ouve e fica toda contente com a ideia, juntamente com as pessoas que me sugeriram. Toda a gente contente, menos eu! Pronto, não correu assim tão mal, gritei umas quatro vezes “BALTASAR” com uma convicção que não enganava ninguém, mas tenho a desculpa de nunca ter tido aulas de teatro!
    E lá chegámos! O convento de Mafra é bem maior do que eu pensava. São raras as vezes em que a realidade supera a minha imaginação quando leio um livro, e esta foi uma dessas vezes. Eu não tinha a mínima noção do tamanho do palácio… Pensava que ia ser do género de uma igreja um bocadino maior, nada de mais. Bem, já estava surpreendida. Passado algum tempo, entramos lá dentro, para a área da receção, e, no meio de tantos alunos, aparece de repente uma senhora com um cartão ao peito. “Deve ser uma rececionista que nos vai mostrar onde é que a visita vai começar”, pensei eu e mal. A senhora era na verdade a nossa guia e começou logo a disparar a matéria de História perdida misturada com eventos de “Memorial do Convento”, como se quisesse acabar a visita dali a meia hora. Duas horas, foi o tempo que demorou a nossa visita e à velocidade da luz! Mas a velocidade com que a guia falava não afetou de modo nenhum a nossa comunicação. Isso até dava um certo ar de graça quando ela dizia uma piada com essa velocidade e nós só conseguíamos reagir uns momentos depois. O verdadeiro tamanho do convento viu-se a partir do interior. Aquela igreja um bocadinho maior do que o costume deu-nos duzentos metros de passeio de um lado ao outro!
    Depois do almoço, a parte mais esperada da manhã, deixaram-nos à solta por Mafra. Eu e uns colegas ficámos na zona do jardim, a conviver e a ver a diversidade de aves no local. Sim, uma das minhas partes preferidas da viagem de estudo foi a observação dos pavões que lá estavam.
    De manhã visita, à tarde teatro. Eu gostei do teatro, imagino que seja uma adaptação difícil da obra, mas deu a entender a história (principalmente para aqueles que não leram o livro). Gostei dos atores e do cenário, embora tenha havido uma parte que não percebi muito bem o que queriam com aquilo. Refiro-me à parte em que nos põem numa sala com umas telas em que a peça começa e depois mudam-nos para o auditório principal. Não percebi muito bem a ideia disso, mas de resto foi uma peça apreciável.
    Depois de Mafra, a paragem em Óbidos só nos fez bem. Passear nas muralhas, comprar recordações e apreciar o bom resto do dia que nos faltava.
    Estava quase completo este longo dia que parecia ter começado há semanas, mas para acabar bem foi toda a gente no autocarro, agora desperta, a conhecer-se uns ao outros e na brincadeira.
    Eu nem dava pela exaustão, estava demasiado alegre para notar nisso, mas mal cheguei à minha caminha adormeci logo, nem deu para assimilar tudo o que tinha feito na visita de estudo. Enfim, mais um dia de aulas começou e voltámos todos à normalidade.

  32. Ana Margarida diz:

    Um dia em “Memorial do Convento”
    No passado dia 14 de maio pelas seis horas da madrugada parti para uma aventura com rumo a Mafra. Uma aventura que me transportou até ao século XVIII, tempo diegético do romance “Memorial do Convento” escrito pelo vencedor do Nobel da Literatura José Saramago. O objetivo da visita era visitar e conhecer um dos “protagonistas” deste romance, o Convento de Mafra, onde iríamos visitar as instalações e assistir a uma adaptação em teatro desta obra.
    Partimos ainda de noite de Matosinhos e fizemos uma viagem de quatro horas até Mafra. Quatro horas passaram calmamente com maior parte dos alunos a completarem os seus sonos de beleza (estando eu incluída neste grupo) ao embalo da leitura das passagens mais importantes de memorial. Quando chegamos a Mafra, ainda faltavam 20 minutos para a visita ao Convento por isso aproveitamos para explorar remotamente o “Parque do Cerco”, espaço verde situado ao lado do convento. Às dez e meia da manhã iniciamos a visita ao convento de Mafra. Devem estar a pensar “Ei mas que seca visitar um convento enorme sempre de pé a ouvir alguém a citar frases decoradas de um romance que tivemos de ler na aula de português”. Bem, a verdade é que não podiam estar mais errados. Primeiro não foi uma seca, aliás foi bastante divertido, mas a única razão pelo qual assim foi, foi a guia que me calhou. Ao início a guia falava muito rápido e era até um bocado maçador de ouvir mas, de repente, e sem avisar, tornou-se numa das melhores guias com que já realizei uma visita, assim como os guias de Sintra e da Casa do Camilo de anos anteriores. Para além de nos mostrar o convento e indicar os factos históricos mais importantes, reenquadrou-nos na sociedade do século XVIII de “Memorial do Convento” da maneira mais cómica de sempre. Só para terem uma ideia, de próxima vez que me falarem de D.João V a primeira coisa que me virá a cabeça será o problema de sua Alteza Real, de flatulência e da maneira ridícula como o tentou resolver. Recordarei também os vários cenários da história que nos apresentou de uma forma que nem Saramago me fizera imaginar. A visita começou na entrada do convento e acabou na biblioteca, passando pela basílica ao estilo italiano do convento, pelos aposentos do rei, pelo corredor de 233 metros que separavam estes aposentos dos da rainha, pelos aposentos da própria rainha e pelas muitas e variadas salas de estar onde a corte passava os dias. Desta visita os meus locais preferidos foram a biblioteca e a basílica e a peça de mobiliário mais criativa foi a estante retrete que era o último grito em cerâmicas inglesas do século XVIII.
    Após a maravilhosa visita tivemos uma já bem esperada hora de almoço. Almoçamos no “Parque do Cerco” e aproveitamos para visitar os cantos de Mafra.
    Da parte da tarde, tivemos o complemento à visita da manhã. Enquanto que de manhã tínhamos visitado a corte de D.João V, da parte da tarde mudamos de cenário até ao Povo, personagem coletiva do “Memorial do Convento” representada por Baltasar Sete-Sóis e Blimunda Sete-Luas. A adaptação em teatro do romance focou o amor entre Baltasar e Blimunda, a construção da passarola e a construção do convento. Ao contrário do que os alunos que foram ao teatro da parte da manhã consideraram, eu achei que o teatro foi bastante bom, mas tenho de realçar a atuação dos atores que iniciaram a peça com o papel de camareiros, rei e rainha, pois deram vida a muitas mais personagens sem deixar transparecer qualquer dúvida de qual personagem interpretavam no momento. Considerei muito engraçado o facto de o ator que deu vida ao papel do Padre Bartolomeu de Gusmão ser a voz de várias personagens de desenhos animados da minha infância. Terminado o teatro entramos no autocarro com o objetivo de regressar a casa mas não sem antes passarmos pela Vila de Óbidos.
    Na Vila de Óbidos não tivemos muito tempo. Deu para visitar um pouco da muralha e para passear nas ruas de Óbidos enquanto apreciávamos uma especialidade local. Apesar do pouco tempo tenho de admitir que esta foi uma das minhas partes preferidas da visita pois as ruas de Óbidos têm um encanto diferente de Mafra.
    Após um jantar na Mealhada rumamos ao Porto já estafados mas felizes (pelo menos da minha parte) depois de um dia bem passado. Chegamos ao Porto por volta das dez e meia.
    Fazendo um balanço da visita a única coisa que falhou foi mesmo o tempo muito ventoso, mas isso não estava na nossas mãos. Para finalizar só quero agradecer à professora Arminda por mais uma vez organizar uma fantástica viagem que irei guardar na minha memória com muito carinho bem ao lado de todas as outras ao longo destes três anos. Muito obrigada!

  33. João Paulo Nóvoa diz:

    A última visita de estudo do secundário!

    No dia catorze de maio deste ano, uma quinta-feira, as turmas de décimo segundo ano tiveram a oportunidade de visitar a vila de Mafra, com uma breve passagem por Óbidos, no âmbito da disciplina de Português, mais concretamente, no sentido de um maior envolvimento e compreensão da obra “Memorial do convento” de José Saramago.
    Bem, escusado será dizer que para uma viagem deste tamanho e importância, acordar cedo não é de estranhar! Assim o fiz, por volta das cinco e um quarto da manhã, mas não foi nada que me tivesse custado, porque, para além de sempre ter achado que dormir era uma perda de tempo, estava muito ansioso por este dia! Tudo isto para podermos cumprir os horários estabelecidos, com sucesso! Partimos por volta das seis da manhã como planeado, rumo à tão esperada vila de Mafra.
    A viagem de ida, contrariamente ao que se podia pensar, foi de facto muito agitada, cheia de conversa e cantoria, repleta de brincadeiras e jogos e carregada de fotografias. Foi, sem dúvida, uma longa viagem, rápida, com uma curta paragem para um pequeno lanche ou outro motivo.
    Chegamos então ao destino! Paramos, mesmo em frente ao convento de Mafra, junto a um bonito e verde jardim. Estava um dia calmo, fresco e luminoso, o que acrescentava ainda mais magnificência à imagem deste palácio monumental! Aguardamos um pouco num pequeno parque até ao momento em que se iniciou a visita. Visita essa que consistiu num percurso pelo palácio, acompanhados por um guia, cuja função era contar-nos a história do “Memorial do Convento” ao mesmo tempo que o relacionava com a história de Portugal, fazendo a clara distinção entre o real e o fictício. Não podia ter calhado melhor guia ao nosso grupo! Era, de verdade, uma mulher com um sentido de humor incomparável e com uma velocidade de discurso inalcançável. Com o auxílio dos seus momentos de comédia e das suas intervenções históricas, não muito pesadas, aquela visita guiada típica aborrecida, tornou-se num momento cativante e cheio de aprendizagem! Apesar de já lá ter estado no quarto ano, não me lembrava de quase nada, o que contribuiu para a conservação da minha atenção.
    O palácio era encantador! Tenho que admitir que D. João V “fez um bom trabalho” no que toca à unicidade e imponência de tal monumento. Uma basílica com um conjunto único de seis órgãos e o maior conjunto de carrilhões da Europa entre outros elementos fazem deste convento um dos maiores e mais esbeltos, representando o Barroco em todo o seu esplendor.
    A meu ver, esta visita guiada foi, para além da função informativa, uma preparação para o segundo momento principal da viagem, o teatro! Penso que o facto de o outro grupo a ter tido após o espetáculo foi o motivo de tanto desagrado em relação ao mesmo!
    Mas antes disso, as nossas barrigas já estavam a pedir satisfação! Foi então que fomos almoçar ao tal jardim, referido anteriormente e onde tivemos direito a tempo livre para visitar o local. Como era feriado, se não me engano, quinta-feira da espiga, assistimos ainda a determinadas comemorações!
    Depois de muita fotografia e de barriga feliz, voltamos então ao palácio, mas desta vez para assistirmos à adaptação para peça de teatro da obra “Memorial do convento”. O espetáculo começou numa sala multimédia onde predominava o vermelho, devido ao auto-de-fé e de seguida deslocamo-nos para uma espécie de anfiteatro onde decorreria o restante teatro, provavelmente para nos sentirmos na posição de Baltasar quando seguiu Blimunda até casa! Depois de alguma discussão entre turma, chegamos à conclusão que a ideia era boa, mas na prática não resultava bem! Devo dizer que o anfiteatro parecia confortável, mas adivinhem só, enganei-me redondamente! Mal me sentei, comecei a ser empurrado e esmagado! Estava um calor insuportável, para não falar da dor dos joelhos que devido à incapacidade de mobilidade, aumentava continuamente. Sinceramente, estava a desejar que o teatro terminasse para me poder levantar e esticar. No entanto, tenho também que admitir que o teatro era bom! Não era o melhor do mundo, mas era uma boa revisão rápida da obra, tendo em conta que se tratava de uma adaptação. Em relação às personagens, considero que o Padre Bartolomeu esteve muito bem, seguido por Blimunda. Já Baltasar podia ter mostrado mais atitude, tal como na obra.
    Terminada mais uma etapa da nossa visita, era hora de regressar a casa, mas não antes de a professora Arminda cumprir a promessa de nos levar a Óbidos. E assim foi! Na viagem de regresso passamos por lá onde tivemos a hipótese de provar a tão famosa ginjinha e de subir às muralhas onde a sessão fotográfica foi obrigatória!
    Bem, após uns quarenta e cinco minutos lá, seguimos viagem em direção a Matosinhos com uma paragem para jantar! Se a viagem de ida teve direito à descrição que teve, então não há palavras para descrever a de regresso. Uma autêntica festa ambulante onde a boa disposição não faltou!
    Apesar dos aspetos negativos, que foram poucos, foi uma visita fascinante! Aprendi bastante com ela e achei-a muito recompensadora. A minha última visita de estudo do secundário não podia ter sido melhor!

  34. Visita de estudo a Mafra
    No dia catorze de Maio de 2015, todas as turmas de 12º ano, da Escola Secundária Augusto Gomes, foram a Mafra.
    Às seis horas da manhã, já tínhamos de partir pela estrada fora, rumo a Mafra. O que me custou imenso e por isso fui o caminho todo, ou quase todo a dormir.
    Paramos na estação de serviço para tomarmos um café e para esvaziar a bexiga, depois continuamos viagem.
    Por volta das dez horas, chegamos a Mafra e tivemos alguns minutos para tirar fotos na fachada do palácio de Mafra e ambientarmo-nos ao local onde iríamos passar o dia.
    Começamos então a visita. De inicio quando vi a nossa guia , pensei que a visita ia ser muito maçadora. Mas quando começou a falar, e a explicar as coisas deixou-nos logo muito à vontade. Explicou muito bem toda a história de Memorial do Convento, a história propriamente dita do séc. XVIII, e a inspiração de José Saramago para escrever a obra, tudo isto com umas pitadas de piada.
    Quando terminou, já todos esfomeados, lá fomos nós almoçar para o parque de merendas que se situava ao lado do Convento. Depois disso, fomos passear um pouco e conhecer o local.
    Seguidamente, na parte da tarde, o teatro. Não achei que o teatro fosse muito bem conseguido, penso que os atores não representaram muito bem as suas personagens, e que saltaram alguns aspectos importantes da história. Além disso, os lugares onde nos sentamos não eram assim muito confortáveis e por isso não dava para estar totalmente concentrada. Apesar disso tudo , gostei do cenário e como idealizaram a passarola.
    Na viagem de regresso fizemos paragem em Óbidos, que para mim foi o ponto alto da viagem. Pois gosto de me aventurar, e foi isso que fiz, percorri a muralha toda que cercava Óbidos. Achei aquilo lindo, fantástico…a vista era incrível. Depois disso, tive o prazer de provar a famosa e deliciosa ginja de Óbidos.
    Foi uma visita muito divertida, que teve um aproveitamento muito grande. Quem não conhecia a obra mas esteve com atenção à guia teve a oportunidade de aprender, enquanto se divertia. Adorei esta visita (especialmente porque foi a última do secundário) foi realmente muito bem planeada e bem conseguida. Obrigada, professora.

  35. Rita Mota diz:

    No dia 14 de Maio, todas as turmas do 12º ano fizeram uma visita a Mafra para visitar o Convento e para assistir a um teatro e ainda a Óbidos. A viagem teve início por volta das 6 da manhã e chegamos ao nosso destino por volta das 10 da manhã. Começámos por visitar o Convento. A nossa guia, uma pessoa impecável, muito expressiva e que nos cativou sem dúvida nenhuma, mostrou-nos então as instalações do convento e ia simultaneamente relembrando um pouco a história “O Memorial do Convento”. Fiquei espantada com o que vi, pois era tudo incrível e parecia que tínhamos voltado àqueles tempos.
    Finalizada a visita ao convento, fomos então almoçar. Tínhamos cerca de duas horas livres para podermos passear, até termos que nos encontrar com o resto do grupo para ver o teatro. Passadas estas duas horas, reunimo-nos todos no convento novamente, para assistir ao teatro. Após subirmos inúmeras escadas, deparámo-nos com um senhor que nos diz que a primeira cena será vista numa sala, e que de seguida mudaremos para outra. E assim foi, entrámos, sentámo-nos todos no chão à espera que a peça de teatro começasse. Entra em cena então o padre Bartolomeu Lourenço, Baltasar e Blimunda e é com a saída desta de cena, que a cena acaba e passamos então para a outra sala para dar continuidade à peça. Ao contrário de algumas pessoas, eu gostei bastante do teatro, era diferente do normal, porém a única coisa que desgostei e que me incomodou um pouco, foi de facto ter estado desconfortável nos bancos. Chegou uma altura do teatro que já estava um pouco cansada e a atenção ao teatro já não era a mesma, infelizmente. Terminada a peça de teatro, reunimo-nos todos novamente para irmos para as camionetas, para nos dirigirmos a Óbidos, onde estaríamos uma hora. Quando chegámos a Óbidos, fomos passear, para conhecer um pouco e achei tudo muito giro.
    Passada uma hora, tivemos que nos dirigir de novo para a camioneta para regressar ao Porto.
    Gostei bastante da visita, valeu a pena sem dúvida. Foi muito interessante, e apesar de uma ou outra coisa menos boa, foi tudo incrível, apanhámos bom tempo e sem dúvida que será um sítio a visitar de novo.

  36. Maria Maçana diz:

    No passado dia 14 de maio, todas as turmas de 12º ano da Escola Secundária Augusto Gomes foram numa visita de estudo a Mafra, talvez a última visita de estudo do secundário para muitos.
    Bem, a ideia de ter de sair da cama às 5.00h da manhã nunca é muito animadora, mas todos sabemos que vai compensar o esforço no final do dia. 5.45h já estava quase tudo na porta da escola pronto a embarcar e por volta das 6.10h arrancamos. Passei a viagem a dormir, porque infelizmente eu e as minhas amigas não conseguimos um bom lugar no autocarro, junto da turma e de toda a movimentação da parte de trás de um autocarro.
    10h e já tínhamos chegado ao enorme convento e para desagrado de muitos, e meu também, estava vento e frio o que tornou os tempos livres da visita “desagradáveis”. Como me calhou a visita da parte da manhã, lá entrei eu e o meu grupo para o convento e para nosso espanto, calhou-nos uma guia fantástica, cativava-nos e ajudava-nos a perceber melhor a obra do Memorial do Convento enquanto nos mostrou uma parte do convento. Fiquei surpreendida com o tamanho de tal, já sabia que ia ser um convento muito grande, mas 1200 divisões?? É obra.
    A hora de almoço como sempre é das melhores partes, até porque as horas de almoço de toda a gente coincidiam então deu para estar com outras pessoas que pertenciam a outros grupos.
    Depois da quantidade de comentários negativos que ouvimos sobre o teatro, chegara a nossa hora. Eu devia ter dado ouvidos quando me disseram para ficar no canto se me queria encostar, mas não consegui, então tive de aguentar a dor de costas durante o tempo que estive naquele auditório. Em relação ao teatro achei claro que podia ter sido melhor, no entanto gostei da peça e achei que retratou bem grande parte da obra do Memorial.
    Após tudo terminado em Mafra, fomos até Óbidos passear e foi uma ótima ideia, para além de adorar Óbidos foi uma maravilhosa maneira de terminar o dia, com os passeios nas muralhas, as vistas muito bonitas e como não podia deixar de faltar a ginjinha!
    Resumindo, gostei bastante da viagem e de todas as memórias que esta me deixou! Obrigada professora e a todos que participaram na organização da visita.

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