Leituras Dramatizadas no Teatro Nacional de São João – “O Doido e a Morte” de Raul Brandão – 11ºG

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Sobre Arminda Gonçalves

Professora de Português da Escola Secundária Augusto Gomes em Matosinhos.
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14 respostas a Leituras Dramatizadas no Teatro Nacional de São João – “O Doido e a Morte” de Raul Brandão – 11ºG

  1. Catarina Oliveira diz:

    A ida ao Teatro Nacional São João foi uma experiência muito dinâmica e o que facilitou bastante foi o à-vontade em que decorreu toda a atividade.
    É de salientar a criatividade e simpatia do encenador e ator Nuno Cardoso que, através dos jogos, não só fez com que desenvolvêssemos a atenção e interação com os outros, como também ajudou a criar um clima de grande diversão. Como não podia deixar de ser e sendo que era esse o objetivo da nossa visita de estudo, representamos a peça de teatro “O Doido e a Morte” de Raul Brandão. Com um certo tempo de preparação, a representação decorreu perfeitamente e com muita dedicação de todos os alunos.
    As observações finais sobre a obra do extraordinário Raul Brandão, a conversa muito divertida sobre o que é o sentido da existência e a nossa visão sobre o que é a vida tornou ainda mais espetacular e íntima esta nossa visita.

  2. Ana Filipa Alves diz:

    Visita ao Teatro Nacional de S. João (a.k.a. fuga à monotonia das aulas)

    Como encarar o propósito da visita? Conhecer mais aprofundadamente a obra de Raúl Brandão de modo a contribuir para o estudo do teste do dia seguinte? Ou como uma experiência enriquecedora que abriu pequenos novos horizontes para os alunos?
    Uma coisa é certa: entre as discussões filosóficas sobre o sentido da vida e o saltitar de uns lados para os outros ao som do grito “Copacabana!”, o espírito de união da turma em muito cresceu.
    O objetivo inicial do workshop sobre “O Doido e a Morte” passou rapidamente a um plano secundário, assim que eu e os meus colegas começámos a partilhar opiniões, perspetivas, ambições e sonhos. Foi geral o sentimento de descontração e desinibição – caraterística comum aos atores.
    Agora que menciono atores, tenho a dizer que o ator/encenador/simpático Nuno M. Cardoso revelou-se uma mais valia para a experiência e foi perfeitamente paciente com o grupo que lhe calhou na “rifa” (pois, porque lidar com 13 raparigas não é nada fácil…).
    Na minha opinião, foi uma boa desculpa para visitar a cidade invicta e assinalar mais um ou dois lugares no meu mapa mental ainda praticamente em branco.

  3. Raquel diz:

    No dia 12 de maio tivemos a oportunidade de visitar o Teatro Nacional de São João, no Porto.
    Querendo aproveitar um dia diferente, longe da escola mas para a escola, eu fiz-me acompanhar das minhas colegas Isa e Catarina Oliveira até ao Bolhão. Depois de tomar o pequeno-almoço, fomos passear pela cidade, onde tiramos muitas fotografias, enquanto esperávamos pelas 10:00h para dar entrada no teatro.
    Após o encontro com a turma e com a professora Arminda, as portas do Teatro Nacional abriram-se para nós e logo a beleza do espaço nos invadiu… Levaram-nos a visitar a sala principal, a qual pudemos comparar com as salas descritas nas grandes obras lidas, nomeadamente n’”Os Maias” e “Uma Família Inglesa”. De seguida, subimos vários andares até uma pequena sala onde o encenador Nuno M. Cardoso nos esperava para um workshop de teatro.
    Este workshop tinha como objetivo dar-nos mais informações acerca da obra estudada, “O Doido e a Morte” de Raúl Brandão, sobre a qual incidia o nosso teste de literatura, no dia seguinte.
    Para além de todas as mais-valias que retiramos desta obra, fizemos diversos jogos que acabaram por testar a nossa capacidade de concentração e ainda tivemos oportunidade de encenar a peça, o que foi muito divertido, nomeadamente pelo trabalho de equipa desenvolvido.
    Foi, portanto, uma excelente experiência para todos. “O Significado da Vida” acabou por ser o último tema da nossa conversa. Descobrimos inúmeros significados que a vida pode ter para cada um de nós, principalmente para o Nuno M. Cardoso. É sempre bom quando ouvimos relatos verídicos de alguém que já passou por várias adversidades e conseguiu realizar o seu sonho. Acho que acaba por mostrar que, com esforço e dedicação, conseguimos sempre atingir os nossos objetivos.

  4. José Maria Serrão diz:

    Visita de Estudo ao Teatro Nacional de S. João

    No passado dia 12 de Maio, fomos em visita de estudo ao Teatro Nacional de S. João, no Porto, no âmbito de uma oficina de teatro.
    Principiámos a actividade pelo acesso à sala de espectáculos, numa visão simplesmente magnífica: as dimensões, os camarotes superiores e a pintura no tecto conferem ao espaço um certo luxo, hoje em dia (infelizmente) apenas encontrado em teatros, para além de, definindo um espaço teatral “clássico”, de época, mantém intactas as características de uma sala de espectáculos moderna.
    Fomos encaminhados depois para uma sala mais pequena, onde o actor e director de cenografia Nuno Cardoso se nos apresentou como orientador da actividade, juntamente com uma sua colega, Mafalda. Seguiu-se uma conversa sobre a peça (“O Doido e a Morte”, de Raul Brandão) e sobre o tema aí glosado: a problemática existencial; as personagens enquanto crítica da sociedade contemporânea do autor, entre outros aspectos da realidade (ou, talvez até melhor, dos diferentes níveis dessa realidade).
    Foi-nos depois sugerida a realização de jogos, cujos objectivos foram, pelo menos para mim, claros: ajudar os alunos a ter um maior à-vontade, a “soltarem-se”, pode dizer-se; e também treinar a coordenação, assim tornando aos alunos mais fácil a representação.
    Finalmente, dividimo-nos em grupos, a fim de representarmos a peça: a meu ver, foi perfeito!
    Concluindo, tratou-se de uma actividade muitíssimo enriquecedora, que, na minha opinião, não apenas facilitou em grande medida a compreensão da peça, como também resultou para os alunos numa experiência – curta, sim, mas muito interessante – de teatro…
    É também digna de realce a atitude do actor Nuno Cardoso que – e penso ser esta a opinião geral – se revelou de uma grande ajuda, no âmbito de ensinamentos e modos de encenação para a nossa peça – além de, a nível pessoal, se mostrou alguém extremamente amigável, experiente e, acima de tudo, muitíssimo afável e cativante.

  5. Ana Sousa diz:

    Pequenos momentos, grandes memórias

    No dia 12 de maio, a nossa turma foi ao Teatro Nacional de São João, com o objetivo de fazer uma leitura dramatizada da peça “ O Doido e a Morte” de Raúl Brandão. Esta atividade, para além de ter servido como meio de aprofundamento de conhecimentos, serviu também como revisão para o teste que se encontrava agendado, para o dia seguinte.
    Antes de chegarmos ao teatro, a nossa professora Arminda levou-nos a conhecer o antigo café Águia D´Ouro, sendo um dos espaços descritos na obra “Uma Família Inglesa” de Júlio Dinis.
    A partir do ano 1908, este café passou a ser um cinema e adquiriu o nome “ Cinema Águia D´Ouro “. Todavia, em 2001, o Hotel B&b Porto Centro salvou este edifício, recuperando a fachada, que reporta à década de 1930. Este Hotel faz uma enorme homenagem ao cinema, utilizando como decoração uma vasta coleção de fotografias de grandes atores da história do cinema nomeadamente, a nossa maravilhosa Marilyn Monroe.
    Quando chegamos ao teatro, levaram-nos a conhecer a sala principal, que é extremamente fenomenal. De seguida, após termos subido uma longa escada, deparamos com uma sala mais pequena, onde provavelmente os atores fazem os seus ensaios e aí fomos muito bem recebidos, pelo ator e encenador, Nuno M. Cardoso.
    Num breve resumo, fizemos uma apresentação individual, de modo expressarmo-nos sobre os nossos conhecimentos acerca da obra que iríamos trabalhar. De seguida, começamos por fazer algumas atividades, que serviram para testar a nossa capacidade de concentração e que no fim se revelaram bastante interessantes… Aliás, no meio deste “relaxamento” acabamos por nos divertir e por aprender. Por fim, fizemos a leitura dramatizada, que pressuponha que déssemos vida à personagem, utilizando as técnicas aprendidas.
    Para concluir, eu gostei bastante de fazer esta atividade. Pois foi algo de novo para mim, visto que nunca tinha ido ao TNSJ, nem tinha feito um workshop de teatro.
    Sem dúvida alguma, que esta nova experiência de vida tornou-se bastante enriquecedora e será algo que eu nunca irei esquecer.

  6. Isa Ramos diz:

    No passado dia 12 de maio, por volta das 10 horas, a turma 11ºG encontrou-se no Porto, junto ao Teatro Nacional de São João.
    Já no Teatro, visitamos a sala principal e, de seguida, instalamo-nos numa sala de ensaio, onde permanecemos até ao final da visita. Na sala, o responsável – Nuno M. Cardoso -, junto com a sua colaboradora – Mafalda -, fez-nos perguntas que dariam informações, não só sobre nós mas também e, consequentemente, sobre a peça “O Doido e a Morte” – razão pela qual nos dirigimos ao Teatro. De seguida, fizemos um género de aquecimento físico.
    Após vários exercícios divertidos, a turma foi dividida em grupos de dois e, a cada grupo ficou destinada uma parte da peça (anteriormente referida). E, depois, cada grupo atuou conforme a parte destinada.
    Finalmente, juntamo-nos em círculo e discutimos, primeiro, o que correu bem e mal na peça e depois, qual era, para cada um dos presentes, a resposta para a questão da vida e da morte – que era o assunto fundamental d'”O Doido e a Morte”.

  7. Inês Rocha diz:

    No dia 12 de Maio, a turma de literatura do 11ºG, com a presença da professora Arminda Gonçalves, participou num Workshop de teatro, com Nuno M. Cardoso, encenador do Teatro de S. João.
    Desde o momento em que a minha turma entrou no teatro, a sua beleza desde os candelabros até às carpetes, deixou-nos boquiabertos. Percorremos o teatro até ao último andar onde nos encontramos com o encenador. Desde o início, o Nuno quis criar uma relação de entreajuda e desinibição para que qualquer “disparate” ou dúvida fosse aceite.
    Através de jogos como o “posso? vem!” ou o “Copacabana”, o Nuno e a Mafalda treinaram connosco os nossos reflexos e coordenação.
    Depois das apresentações e dos jogos, a turma foi dividida em vários grupos e cada um teve que representar dramaticamente um excerto da peça “O Doido e a Morte”. Cada grupo teve também que criar o cenário para a sua pequena peça.
    Para além de ter sido uma atividade bastante dinâmica, contribuiu também para uma melhor compreensão da peça, o que se mostrou muito benéfico visto que tínhamos teste no dia seguinte.
    Sem dúvida que o terceiro período tem sido um período bastante dinâmico e grande parte graças à professora Arminda. Acho que falo em nome de toda a turma ao agradecer-lhe várias atividades para cativar os seus alunos.

  8. Joana Gonçalves diz:

    Querido Diário,

    O dia 12 foi um dia extraordinário! Nem vais acreditar! Fui, juntamente com a minha turma e com a professora Arminda ao Teatro Nacional de São João! O objetivo da visita era que conhecêssemos mais sobre a peça “O doido e a morte” de Raul Brandão, mas acabou por se tornar muito mais do que isso. Foi uma manhã super divertida e, sem dúvida, que o à-vontade com que o encenador Nuno M. Cardoso nos deixou, quer através de jogos ou do diálogo que estabelecemos, nos permitiu tranquilizar e familiarizar com o espaço e com o próprio Nuno.
    Quando chegamos ao teatro, por volta das 10h, deixamo-nos logo encantar pelo espaço maravilhoso que era: enorme e excentricamente decorado. De seguida, dirigimo-nos até à “Sala Branca” e foi aí que “começou o espetáculo”. Lá dentro aguardavam-nos o, já referido, Nuno M. Cardoso e a Mafalda. Desde os jogos e do espetacular “Copacabana” até à encenação da peça realizada pelos alunos, foi de notar quer o conhecimento da obra (que cresceu após o workshop), quer o empenho dos alunos e a dedicação dos atores. Se havia um momento certo para termos uma atividade tão dinâmica e enriquecedora sobre a obra de Raul Brandão, aquele foi o dia! Íamos ter teste no dia seguinte e todas aquelas questões sobre o sentido da vida e a inverosimilhança na morte proporcionaram-nos uma melhor preparação.
    A meu ver, de uma forma bastante descontraída, conseguimo-nos envolver na atividade e julgo que cumprimos as expetativas. Para além de dinâmica, esta foi uma atividade, como já referi, bastante enriquecedora para nós, alunos e espero que para o Nuno e para a Mafalda também, visto que foi a primeira vez que trabalharam com o texto.
    Antes de lá chegarmos, comentamos pelo caminho que ia ser “uma visita excelente ou uma absoluta perda de tempo” e, sem dúvida, que foi excelente e uma atividade a repetir quando tivermos oportunidade.

  9. Filipa Rodrigues diz:

    A ida ao Teatro Nacional de São João, como não podia deixar de ser, foi extremamente interessante e divertida. O ator Nuno Cardoso, como bom profissional que é, fez com que esta mesma atividade seja considerada, por mim, como um Passeio e não como uma Visita de Estudo.
    Para o aquecimento (que mais divertido era impossível) fizemos diversos jogos que promoveram o espírito de equipa, a libertação individual e a criação de um um à-vontade muito favorável à representação da peça “O Doido e a Morte”, de Raul Brandão.
    Para concluir, tudo o que foi feito transmitiu-me imenso conhecimento, aprendi a lidar com o público e a encarar um palco. Espero repetir a experiência e viva o teatro!!

  10. Inês Silva diz:

    No dia 12 de Maio, tivemos a possibilidade, graças à nossa Professora Arminda Gonçalves, de visitar o Teatro Nacional De São João, no Porto.
    Confesso que não estava à espera de me divertir tanto e de achar esta visita tão agradável, como foi. Começamos por fazer uns jogos que nos ajudaram a descontrair e a esquecer por momentos tudo o resto.
    Este workshop sobre a obra “Doido e a Morte” de Raul Brandão foi dirigido pelo atencioso Nuno Cardoso com o objetivo de ficarmos a conhecer melhor toda a obra.
    Para além de todas estas vantagens que nos foram oferecidas, ainda pudemos encenar a obra o que conferiu ainda mais dinamismo e interesse à turma, gerando um clima de diversão.
    No final, Nuno esteve a fazer-nos algumas perguntas e acabamos com “Qual é o sentido da vida?” à qual todos fomos convidados a responder e sobre a qual nos debruçamos por alguns minutos. Esta pergunta deixou uma certa curiosidade no ar por ser de foro pessoal, no entanto, houve respostas bastante produtivas e foram partilhados pensamentos distintos mas que no fundo a ideia central era sempre a mesma.
    Gostava de poder agradecer, sobretudo ao Nuno, por nos ter recebido tão bem como recebeu e sobretudo por nos ter proporcionado esta experiência que creio que foi para todos excelente.

  11. Ana Catarina Teixeira diz:

    Querido diário,
    No dia 12 de Maio, a minha turma teve a possibilidade de participar num workshop, no Teatro Nacional de São João, no Porto, sobre a obra ‘’Doido e a Morte’’ de Raul Brandão.
    Confesso-te que fiquei surpreendida pela maneira como o coordenador da atividade, Nuno Cardoso, conduziu esta nova experiência por que passei. Achei formidável a capacidade que este teve de nos cativar, através de coisas simples, como a linguagem usada ou, simplesmente, a sua postura para connosco.
    No decorrer da atividade foram-nos propostos vários desafios que todos, sem exceção, aceitámos sem hesitar. Estes desafios que, à primeira vista, pareciam ser simples brincadeiras com vista a proporcionar um ambiente descontraído e agradável, tinham como objectivo exercitar a nossa capacidade de concentração.
    Estando quase a atividade a terminar, foi-nos proposto um desafio maior, a encenação, por nós alunos, da obra em questão de Raul Brandão. E como é que o fizemos? Bem, a turma foi dividida em vários grupos e a estes foram-lhes atribuídas partes do texto. Todos pudemos colocar o cenário e expor o texto conforme a ideia idealizada de cada um.
    E para terminar esta experiência da melhor forma, mais uma vez, Nuno Cardoso, surpreendeu-nos com uma pergunta – ‘’ Qual é para ti o sentido da vida?’’. Foram várias as respostas dadas e nelas encontramos um pouco da personalidade de cada um.
    Digo-te, com toda a sinceridade, que foi uma atividade muito bem conseguida e que poderia ser repetida, por ser diferente do habitual e por todo o ambiente criado, que funcionou como uma aula de revisão para o teste que se realizou no dia seguinte.
    Até breve, Ana Teixeira

  12. Inês Proença diz:

    No passado dia 12 de Maio tivemos o agradável privilégio de ir ao Teatro Nacional de São João, no Porto. Acompanhados por um ótimo dia de sol e calor, certamente o dia seria diferente do habitual. Note-se que não fomos assistir a uma peça de teatro, mas sim participar numa.
    Realizámos um workshop no âmbito da disciplina da literatura, relacionado com uma das obras estudadas (“O doido e a morte”). Este projeto foi guiado pelo ator Nuno M. Cardoso que inicialmente nos tentou pôr à vontade através de simples perguntas sobre nós, mas também relacionadas com a obra. “Como te chamas?”, “De que se trata o teatro de Raul Brandão?” “Existencialismo?” Com o objetivo de trabalhar a nossa coordenação e monitorização, fizemos alguns jogos simples mas divertidos como o polícia e o ladrão.
    Após saber que iríamos fazer teatro, visto que a nossa turma adora esse tipo de atividade, o entusiasmo foi comum entre todos nós. Entre a rápida procura de adereços, criação de cenários, leituras improvisadas e expressivas a turma dividiu-se em grupos para apresentar a peça “O doido e a morte”. Na verdade, tudo se tornou muito mais fácil devido ao espírito de equipa e à boa comunicação que existe entre a turma.
    Seguidamente e para finalizar esta atividade houve uma espécie de “debate” sobre o sentido da vida. Cada um de nós exprimiu o seu, desde “…estar com os amigos…”, “…aproveitar a vida…”, até “…deixar alguém que criei…”. Modos de levar a vida diferentes, no entanto todos com grande importância.
    No fim, como despedida e para não fugir ao ritual da turma, algumas fotos foram tiradas para guardar como recordação.
    A meu ver foi uma das melhores visitas que já tivemos, pois foi algo completamente diferente e claro….trabalhámos com temas abstratos, algo de que sempre gostei. Concluindo, uma visita que nunca irei esquecer e que espero que mais tarde a possamos repetir no âmbito de outras disciplinas.

  13. Francisca Machado diz:

    A “visita de estudo” ao Teatro Nacional de São João foi, para além de enriquecedora, uma manhã bastante confortável. Isto deve-se, não só ao à-vontade com que o fantástico Nuno Cardoso nos recebeu, mas também pelo facto da minha turma ser desde sempre muito unida.
    As discussões sobre o problema existencialista da obra “O Doido e a Morte”, as interpretações mais profundas sobre a obra e até a sua representação ajudaram a turma a familiarizar-se melhor com o principal objeto de estudo do teste do dia seguinte.
    Por fim, as reflexões sobre o sentido da vida foram, na minha opinião, a melhor parte de toda esta aventura. Com isto, conseguimos todos não só refletir um pouco sobre nós próprios e “o que estamos aqui a fazer”, mas também nos demos a conhecer melhor (mais intimamente) àqueles com quem nos relacionamos tão bem (os nossos “colegas” de turma).
    No geral, penso que foi uma oportunidade única, e sinto-me satisfeita, porque correu tudo maravilhosamente bem (melhor até do que aquilo que esperava).

  14. Sofia Novais diz:

    No dia 12 de Maio, a turma de literatura da escola secundária Augusto Gomes, 11ºG, visitou o teatro nacional de São João para a realização de um workshop de teatro.
    Como aluna e participante, penso que esta visita nos ajudou imenso na medida em que foi uma aprendizagem muito interativa e prática, cortando a monotonia das aulas.
    O assunto que tratamos, “o doido e a morte”, uma peça de Raul Brandão, e a forma como o trabalhamos fez com que fizéssemos o teste (que por acaso foi no dia a seguir à visita) com muito mais confiança, pois estávamos bastante familiarizados com o assunto. O ator que nos ajudou foi também uma mais valia para nós pois colocou-nos à vontade, ao ponto de falarmos de assuntos que nunca antes tínhamos falado, como o sentido da vida e o conceito de felicidade para nós, assuntos de grande reflexão e com um caráter bastante pessoal.
    Este tipo de “aulas”, para além de serem agradáveis, acabam por melhorar a relação entre a turma e a da turma com o professor, pois fomos para um sítio diferente todos juntos e divertimo-nos imenso na realização das tarefas em conjunto, e até nas deslocações para o teatro e para a escola.
    Finalmente, é nosso dever agradecer à professora Arminda Gonçalves que se esforçou para que tudo isto tivesse sido possível, mostrando ser uma excelente profissional que faz o melhor pelos seus alunos.

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