Reescrita da composição 12ºD

12ºD

“A cultura assusta muito. É uma coisa apavorante para os ditadores. Um povo que lê nunca será um povo de escravos.”     António Lobo Antunes

Elabore uma reflexão sobre o tema acima transcrito. Fundamente o seu ponto de vista recorrendo, no mínimo, a dois argumentos e ilustre cada um deles com, pelo menos, um exemplo significativo. Escreva um texto, devidamente estruturado, de duzentas a trezentas palavras. (50 pontos)

Sobre Arminda Gonçalves

Professora de Português da Escola Secundária Augusto Gomes em Matosinhos.
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20 respostas a Reescrita da composição 12ºD

  1. Bárbara Machado diz:

    Evoluir é saber mais

    A verdade é que se compararmos o Portugal dos séculos anteriores com o Portugal de hoje em dia, observamos diferenças notáveis. Será que a evolução ocorreu no sentido de melhorar o país, quem sabe o mundo?
    Enquanto que Portugal é considerado um país desenvolvido, ainda existem muitos países designados países em desenvolvimento (do terceiro mundo).
    Analisando Portugal como um país desenvolvido, e observando todas as perspetivas, tudo aquilo que aprendemos ao longo destes anos, constato que o nosso país evolui para melhor. Sabe-se que há muitos anos havia muita discriminação entre as classes sociais, o povo não tinha possibilidades para estudar, logo Portugal tinha uma elevada taxa de analfabetos. Naquela época, saber ler e escrever era considerado uma posição de prestígio. Além disso, conhece-se que naqueles tempos existia escravidão, algo que atualmente não é visível neste país. Talvez por ser um país desenvolvido ou talvez porque no presente, a educação escolar seja obrigatória até ao 12º ano. Visto que quase toda a gente sabe ler e escrever, a população sabe dos seus direitos e deveres, é uma população culta.
    Se analisarmos agora os países do terceiro mundo, podemos ainda observar muitas crianças que nunca tiveram o prazer de conhecer uma escola, muitos pais que não são devidamente informados, não há grande número de pessoas cultas. Talvez por isso, ainda haja muita discriminação entre as diferentes classes sociais.
    Concluindo, antigamente a cultura era algo desconhecido, algo inalcançavel para muitos, por isso havia tantos escravos enquanto que agora a cultura está “exposta” para que todos possam apreciá-la e evoluir com ela.

  2. Ana Pacheco diz:

    Ignorância gera impotência

    Um povo que possui conhecimento nunca vai ser um povo totalmente dependente do poder que é exercido sobre ele. Ou seja, um povo com cultura vai sempre usar o seu pensamento e o seu conhecimento face às adversidades que possam surgir.
    Esta tese apresentada pode ser discutida do lado em que o povo “lê e nunca será um povo de escravos” e do lado em que o povo não lê e será sempre um povo dependente e facilmente moldado.
    Em primeiro lugar, é possível confirmar que, perante um povo alfabetizado, com recursos e com uma vasta gama de conhecimento, é muito complicado competir, visto este ter muitas possibilidades de resposta. Estas “possibilidades de resposta” são referentes a todo o conhecimento que existe no povo com quem estamos a lidar, mesmo que este povo não tenha toda a liberdade para agir. Vou dar o exemplo da comunidade “Anonymous”: Estes “hackers” só têm a oportunidade de mudar algo, porque possuem conhecimentos referentes a muitas áreas, mas principalmente à informática, daí terem sucesso nos protestos de que fazem parte; não são derrotados porque possuem conhecimento das possibilidades de defesa e, por isso, conseguem-se defender com facilidade e com êxito. Mas isto não seria possível se os elementos pertencentes a esta comunidade não possuíssem a cultura e o conhecimento que têm, nem sequer tinham a oportunidade de protestar de uma forma tão global.
    Em segundo lugar, pode-se admitir que um povo que não lê e que não tem cultura suficiente, não sabe responder ao poder e será um povo facilmente moldado, será um povo impotente. Pode-se exemplificar esta afirmação a partir da situação atual da Coreia do Norte, em que o povo é limitado pelo Estado a níveis ridículos em comparação com a grande parte dos povos no mundo. É um povo limitado desde o acesso à Internet ao número limite de penteados que ada indivíduo tem a permissão para usar. O povo da Coreia do Norte não sabe o que é liberdade nem como lutar para mudar isso, pois o Governo não lhes dá a oportunidade de atingirem conhecimento e cultura suficientes para saber como o fazer ou sequer que têm que o fazer. Embora à primeira vista possa parecer descabido, um povo sem acesso à Internet nunca será um povo com tanto conhecimento como de um povo com Internet. Ficam limitados à educação que lhes é imposta pelo Estado e acabou aí o aprofundamento de certos assuntos que possam querer fazer.
    Em suma, um povo com cultura e com conhecimento lê, pensa e sabe como agir. E um povo ignorante será sempre impotente, será sempre “um povo de escravos”.

  3. Raquel Silva diz:

    Um povo que lê nunca será um povo de escravos

    Um povo que lê nunca será um povo de escravos.
    Um povo que lê não estará dependente de ninguém, porque ler e escrever praticamente todas as pessoas o sabem fazer. Como podemos ver hoje em dia, a escolaridade obrigatória vai até ao décimo segundo ano, ou seja, todos nós temos o privilégio de andar na escola, onde aprendemos não só a ler e a escrever, mas também a tornármo-nos pessoas mais independentes.
    Ler permite-nos aprender vocabulário novo e torna-nos pessoas cultas. Por exemplo, quando um indivíduo está a ler um livro e não sabe o que significa uma certa palavra, vai ao dicionário e tenta compreender o seu significado. Quando ele voltar a ouvir ou a ler aquela palavra ele irá saber o que significa, o que permite que ele se vá tornando mais culto e consiga melhorar a sua forma de escrever e ele falará com uma linguagem mais diversificada e até adequada.
    Um povo que tem cultura e que sabe ler e escrever não se submeterá a um ditador. Isto acontece porque saber ler e escrever são duas coisas que ninguém nos poderá tirar e podemos usar isso para enfrentarmos os ditadores.
    Em síntese, ler e escrever são coisas que ninguém nos poderá negar nunca e por isso podemos afirmar que um povo que sabe ler e escrever nunca será um povo de escravos.

  4. Elvira Paquete diz:

    Pessoas cultas vs. Ditadores

    “A cultura assusta muito. É uma coisa apavorante para os ditadores.Um povo que lê nunca será um povo de escravos.”
    Concordo com esta reflexão de António Lobo Antunes pois, na minha opinião, quanto mais uma pessoa lê e mais pesquisa sobre o mundo, mais culta ela se torna, assustando assim os ditadores ou os seus representantes pois estes, querendo fazer algo que não está crreti, conseguirão enganar mais facilmente uma pesssoa que de nada sabe do que uma pessoa culta que percebe que o que eles estão a fazer é errado.
    Por um lado, os governadores têm medo de não ter um grupo de escravos atrás deles, fazendo tudo o que eles mandam, pois uma pessoa culta não obdece a ordens sem motivos ou sem concordar com elas. Por exemplo, um candidato à presidência da república quer ter um grupo de apoiantes que o ajude a receber mais votos. Neste grupo de pessoas, para além de familiares e amigos, encontramos também “escravos” que acreditam nas mentiras que ele conta e lhe obdecem. O que não encontramos são pessoas cultas que sabem que o que ele diz é mentira, estando assim contra eles e “retirando-lhes” votos.
    Por outro lado, penso também que estes ditadores têm medo de como as pessoas cultas irão agir face às suas mentiras e esquemas. Por exemplo, uma pessoa culta sabe que as farmacêuticas que fazem experiências de vacinas em pessoas de África, que se deixam escravizar, estão erradas e certas vees tentam impedi-las, podendo acabar “desaparecidas” ou mortas por medo dos governantes destas empresas.
    Concluindo, as pessoas cultas assustam os ditadores não só pela sua maneira de pensar e por poder escravizá-los ou não, mas também pela sua maneira de agir face ao que acham incorreto.

  5. Diogo Oliveira 12ºD diz:

    “Quem não sabe é como quem não vê”

    “Quem não sabe é como quem não vê.”… Palavras da minha mãe, certamente da mãe dela e da mãe da mãe dela. Mas deixando os jogos de palavras de parte, a informação e o conhecimento são peças-chave para alguém que se quer manter actualizado e a par do que se passa (não só no seu próprio quarto, ou na sua comunidade, mas) no mundo…
    Para os apreciadores de arte, pintura particularmente falando, não pude deixar de reparar, que em certas ocasiões, os profissionais (e talvez não só) se afastam do quadro em questão para o compreenderem melhor. Curioso que estando perto do quadro “apanham”, de certo, alguns detalhes e pormenores mas apenas retrocedendo alguns passos e tentando captar aquela obra de arte e percebê-la como um todo, e não apenas como umas pinceladas de tinta numa tela branca, se apercebem do que o artista e aquela peça de arte transmitem. Com este exemplo pretendo demonstrar que a falta de informação nos pode induzir completamente em erro… A falta de conhecimento leva-nos a lutar por batalhas que não são nossas, a defender quem quem não nos interessa defender… porque somos fáceis de manipular! Que ditador não quereria um “rebanho” assim?
    Por outro lado (e aqui as coisas começam a tornar-se deveras interessantes) um povo que lê pode tornar-se num povo de escravos…! Não parece bem contradizer assim o António Lobo Antunes, mas vejam mas sigam a linha do meu pensamento… Se um ditador (porque é um ditador) controla um país não controlará também a imprensa e não manipulará tudo o que vemos, ouvimos e até pensamos? (e um exemplo bem próximo e relativamente recente de nós Portugal é o nosso Salazar, claro está). Claro que sim. Logo, seria feita uma selecção do que as pessoas lêem e conhecem certo? Um povo seria então manipulado por mentiras e meias (ou até nenhumas) verdades! Quão fácil não seria escravizar um povo assim?
    Concluindo, na cultura do nosso dia-a-dia um povo que lê pode tornar-se num povo de escravos (se é que já não o somos!). Somos constantemente enganados e manipulados, tomamos como verdadeiro aquilo que não experienciamos nós mesmos e sabemos apenas por terceiros… Muito cuidado com isto… “Quem não sabe é como quem não vê”, mas quem pensa que sabe e está iludido… é de longe muito mais perigoso…

  6. Mariana diz:

    A cultura

    A cultura é algo que pode assustar, principalmente os governadores. Para estes, o seu povo ter uma cultura alargada pode ser considerado um contratempo.
    Ter cultura é saber diversos factos, curiosidades e até querer saber mais. Uma das melhores maneiras de expandir a cultura é ler. Ler é algo que ajuda a ganhar vários conhecimentos em simultâneo tornando-nos assim indivíduos mais cultos. Por exemplo, ao ler um livro podemos aprender novas expressões ou palavras, podemos consolidar factos históricos, descobrir personagens que foram importantes no nosso Mundo ou até mesmo aprender algo sobre nós próprios.
    A cultura é algo que pode intimidar muitas pessoas, nomeadamente os governadores. Quanto mais cultura o povo tiver, menos os governadores podem prejudicá-los. A meu ver, já toda a gente viu alguém ser enganado pelos discursos bonitinhos dos governadores e uma das razões palas quais eu acho que isso acontece é pelo facto de que muitas pessoas não sabem o significado das palavras mas, uma vez que soa bem, está tudo ótimo.
    Neste caso, se esta gente tivesse, por exemplo, lido mais livros talvez fosse um pouco mais culta e conseguisse compreender melhor que está a ser enganada e ao mesmo tempo a tornar-se “escrava” dos seus governadores.
    Outro exemplo, desta vez no sentido literal da palavra os escravos eram pessoas geralmente consideradas pouco cultas o que as ajudava a serem obrigadas a fazer algo contra a vontade.
    Por tudo isto, eu considero que a cultura pode realmente ser algo assustador mas ao mesmo tempo é das armas mais poderosas que o ser humano pode ter.

  7. Joana Mendes diz:

    Marionetas livres

    Vivemos num mundo de marionetas. Toda a gente é controlada por fios invisíveis manuseados pelos grandes senhores do mundo. Mas, felizmente, há sempre algumas marionetas que se conseguem soltar desses fios e ganham a sua liberdade. Essas marionetas soltaram-se através do conhecimento. O povo que tem conhecimento não pode ser enganado como um que seja ignorante.
    Se as pessoas vivem numa cúpula, fechadas, longe do mundo, não conseguem pensar por si próprias e são um alvo fácil para aqueles que querem poder. Nos dias de hoje, toda a gente nasce num ambiente controlado por um grupo de pessoas. A única maneira de se libertarem desta teia é ir lendo, aprendendo, para que não fiquem presos para sempre. Um exemplo de uma forma como nos controlam é a televisão. É através dela que estas pessoas nos mostram o que querem mostrar e fazer-nos gostar e acreditar nisso. Normalmente, os seus alvos são as pessoas mais frágeis, nomeadamente crianças e idosos.
    No entanto, uma barreira à nossa liberdade pode ser mesmo a nossa pessoa. A nossa mente pode ser o problema. Podemos ter medo de saber de mais, ter medo de estar a passar algum limite imposto pelos mais poderosos. E é assim, a brincar com a nossa mente que eles conseguem esse poder sobre nós. Se alguém tentar soltar-se do seu controlo, essa pessoa é abatida e serve de exemplo.
    Portanto, a melhor maneira de evitar isto é tentar aprender mais, não nos focarmos só em nós, onde vivemos e na nossa cultura, mas abrindo os olhos ao mundo. Ver outras culturas, outros países e aprendendo com eles, tirando ideias. Ver coisas diferentes ajuda a tentar perceber o que está mal na nossa situação. Assim, se as pessoas poderosas não tiverem pontas soltas (pontas soltas de ignorância) por onde pegar em nós, eles não terão esse poder ou controlo. Desta forma, deixamos de ser marionetas.

  8. Maria Silva 12ºD diz:

    Por sociedade instruída

    Ao longo do passar dos séculos, a leitura passou a ser algo cada vez mais importante na sociedade. Nos nossos dias, alguém que não sabe ler torna-se um indivíduo menos informado acerca do que se passa à sua volta, pois os meios de comunicação são maioritariamente escritos e a leitura ajuda na compreensão dos valores impostos na sociedade.
    Invariavelmente, quando um país é governado pela ditadura, os níveis de instrução da sua população são mais baixos do que o normal. Isto deve-se ao poder de controlo que um governo consegue exercer sobre uma população analfabeta., ou seja, sobre uma população cujos ideais são moldados devido ao baixo nível de poder de compreensão do que poderá ajuda ou prejudicar a sua vida. A estes povos podemos apelidá-los de “povos escravos” pois nunca terão livre arbítrio para opinarem acerca do governo e farão tudo o que lhes impuserem.
    Contrariamente, num país em que a população seja instruída, os seus ideais serão diferentes e terão mais conhecimentos para poderem melhorar o seu nível de vida. Um governo democrático, ao contrário de um governo ditatorial, zela pela formação da sua população na medida em que cria níveis de escolaridade obrigatória. Uma população mais instruída irá lutar pelos seus direitos e exercê-los.
    Por fim, podemos concluir o quão importante é o “saber ler” na nossa sociedade. Podemos até afirmar que quem não lê é “como quem não sente”.

  9. Tânia diz:

    O direito da cultura

    A cultura é um direito de todos os cidadãos, mas nem todos têm a possibilidade e o privilégio de a ter.
    Por um lado, a cultura é diferente em todos os países, em geral. Por exemplo, um povo que nunca teve a possibilidade de frequentar a escola, não é tão privilegiado em relação aos que tiveram essa possibilidade. É o caso dos países desenvolvidos e os que ainda estão em desenvolvimento.
    Nos países desenvolvidos, as crianças, adolescentes, e adultos têm maior probabilidade de frequentar a escola do que os povos dos países em desenvolvimento, isto porque as condições de vida são bastante diferentes.
    Um povo com sabedoria ou cultura não se deixa dominar tão facilmente em comparação com aqueles que não a possuem.
    Para os ditadores, é muito mais complicado discursar perante um povo com cultura do que para um povo sem cultura, porque num país onde o povo conhece os seus direitos há uma maior revolta, caso se violarem os direitos desse povo. Enquanto que num país onde as pessoas não conhecem os seus direitos, há uma maior ingenuidade em relação a isso, o que provoca aos ditadores uma poder maior sobre esse povo.
    Em suma, há uma grande desvantagem em relação aos vários povos, que habitam no nosso planta, porque a importância da cultura e da sabedoria é a chave para o desenvolvimento dos países, e aqueles que não possuem a “chave” estão destinados a ser comandados e a viver sob as ordens de “seres superiores”.

  10. Patrícia Botelho diz:

    A cultura como símbolo de liberdade

    A cultura é a base da formação de opiniões próprias. Quanto mais informado e culto formos, mais fundamentada será a nossa posição relativamente aos nossos direitos à nossa liberdade.
    Para começar, gostava de explicar o porquê do medo dos ditadores. Estes conseguem o mundo perfeito (para eles), porque as pessoas se comportam como máquinas. Os seres humanos, embora criados com condições para pensar sozinhos e formular uma opinião, parecem programados para acatar ordens. A razão pela qual isto acontece é simples, eles não possuem uma base essencial, a cultura. Esta aparece aqui com o significado de conhecimento, e é este que faz com que os Homens tomem uma posição e formulem uma opinião. Estes deviam procurar saber mais o porquê e o como das coisas, para se tornarem mais autônomos e donos de si mesmos, mostrando aos ditadores que têm algo a dizer. Por exemplo, quando Salazar estava no poder, muitas obras eram proibidas e muitos artistas perseguidos, tudo porque estes eram cultos o suficiente para sonhar alto e mostrar um outro lado do mundo.
    Outro caso, também muito conhecido, é o dos escravos. Hoje em dia, o número de escravos é bastante mais reduzido. No entanto, podemos encontrar “escravos” mais atuais, pessoas que se sujeitam a condições de trabalho horríveis, porque a cultura lhes falta. Por exemplo, quantas pessoas trabalham em fábricas ou noutros sítios, em condições inacreditáveis,porque não sabem que têm o direito de ter mais? Demasiadas é a resposta correta.
    Para concluir,só quero alertar que saber mais não prejudica ninguém, aliás, só nos torna mais fortes, mais capazes. Lutem pelos vossos direitos e tornem-se pessoas cultas.

  11. Hugo Areias diz:

    Situação Mundial

    Ao longo da história do mundo, existiram diversos ditadores desde reis na Monarquia até ditadores republicanos que inclusive despoletaram guerras mundiais.
    Durante os tempos de Monarquia, a quantidade de pessoas que recebiam uma educação era muito reduzida,sendo que apenas uma pequeníssima percentagem do povo sabia ler.Isto faz com que o rei, mesmo muitas vezes também não saber ler,consiga facilmente manipular as pessoas para que acreditem no que lhes diz e não procurem liberdade.
    Depois de implantadas as ideias Republicanas,embora não tivessem desaparecido os ditadores,que nunca o irão,houve uma melhoria na literacia dos povos,o que fez com que começassem revoltas e manifestações contra o governo.O facto de terem existido duas guerras mundiais revela que as pessoas estavam dispostas a lutar pelos seus direitos.Ainda assim,nos países menos desenvolvidos,em que devido à falta de educação,grande parte do povo não sabe ler,continua até hoje a existir escravatura,como por exemplo na maior parte dos países africanos.
    Obviamente que qualquer pessoa com um pingo de bom senso repudia a escravatura, e por isso mesmo existem leis e medidas que visam à sua extinção, mas pessoas com poder tentarão sempre controlar os mais fracos e isto será alcançável enquanto não houver educação e a única maneira de o parar será a guerra.

  12. As diferenças de cultura na sociedade
    A famosa frase de António Lobo Antunes, «A cultura assusta muito. É uma coisa apavorante para os ditadores. Um povo que lê nunca será um povo de escravos.», quer dizer que neste mundo, na sociedade onde vivemos existiu e ainda existe muita desigualdade racial e discriminação.
    Muitas das vezes, os mais poderosos, os governadores, os ditadores são os que provocam a desigualdade racial e a discriminação, pois pensam que só por terem cargos maiores na sociedade e por terem maior poder monetário, que são mais que o povo, o trabalhador.
    Por exemplo, antigamente os ditadores, os tais que pensam ser poderosos, faziam de escravos as pessoas de cor de pele diferente das deles, como os negros.
    O povo analfabeto, um povo que não lê, é um povo com menos cultura e menos instrução. Mas , não quer dizer que este sirva de escravos para os mais poderosos. Pois estes, os analfabetos têm os mesmos direitos que os tais poderosos.
    Antigamente, os escravos trabalhavam de sol a sol, muitas vezes em troca de comida ou de meia dúzia de tostões para sustentar a sua família. Levavam no corpo toda a vez que erravam alguma coisa. Eles não tinham direitos nenhuns, só deveres.
    Portanto, atualmente na sociedade onde vivemos já ão existe grande desigualdade racial nem grande discriminação, pois já somos uma sociedade mais evoluída.

  13. Joana Craveiro diz:

    A evolução da cultura
    A evolução da cultura é visível desde os nossos antepassados até aos dias de hoje, algo que leva a uma evolução intelectual do Homem permitindo-lhe tomar certas atitudes que antigamente eram impensáveis.
    Na minha opinião, um povo que lê nunca será um povo de escravos dado que apenas saber ler faz com que obtenham mais conhecimento e lhes dê uma maior capacidade de se impor perante aquilo que não concordam. Ou seja, a capacidade de ter um pensamento diferente e muitas vezes revolucionário, dependendo da época e da sociedade em que se encontram, que lhes forneça as bases para lutar por aquilo em que acreditam.
    Um exemplo disso é o 25 de Abril. Em 1974 o povo tinha mais oportunidade de estudar, ou seja, aprender a ler e a escrever, do que por exemplo em 1900, o que lhes permitiu lutar pela liberdade de expressão que há tanto tempo desejavam.
    Além disso, com o aumento de conhecimento e sabedoria o povo consegue alcançar mais facilmente trabalho para conseguir ter uma vida independente e deixar de ser manipulado por partidos políticos, ditadores ou qualquer pessoa com um cargo importante para o país. Todas as pessoas têm bem a noção de que no mundo, ao longo dos anos, as coisas mudaram imenso. As pessoas têm o pensamento mais evoluído e aceitam alguns assuntos que antigamente eram considerados tabu como a homossexualidade, o racismo entre outras coisas.
    Em conclusão, a cultura e a diversidade de culturas só traz benefícios para o povo e acho que, de facto, nos devemos sentir sortudos por viver na época em que vivemos porque, apesar de tudo, nada se compara aos direitos conquistados ao longo do tempo pelas gerações anteriores.

  14. Ana Rita diz:

    A cultura e o poder
    Um povo culto é um povo que não se deixará dominar tao facilmente por alguém. A cultura e a sabedoria são algo essencial para as nossas vidas.
    Em primeiro lugar, se não soubermos ler não teremos conhecimento acerca das leis, do que nos é imposto ou dos nossos direitos. Assim, um povo inculto terá que se deixar guiar cegamente pelo seu líder uma vez que este é o único com conhecimentos que o permitem governar e fazer do povo escravos, se assim o entender.
    Pensemos em casos mais simples, uma criança que não tem conhecimento do certo e do errado e vai fazer o que lhe disserem sem sequer se questionar do porquê de o estar a fazer. Podemos assim transformá-la no monstro que quisermos. Equiparando esta criança com um povo, também este poderia ser usado com uma arma ou transformados em escravos por alguém com cultura/conhecimentos.
    Além do mais, é a cultura que possuímos que nos transforma no que somos. No nosso dia-a-dia deparamo-nos muito com a falta de cultura de imensas pessoas e estas só têm a perder. Por exemplo, muitos idosos pagam contas e dívidas que nem lhes são destinadas só porque não têm conhecimentos suficientes para saberem os direitos e obrigações que lhes são impostos. E quem lucra com isso? O Estado, pois.
    Quanto mais cultura possuirmos mais facilmente nos podemos revoltar com o que achamos estar mal e fazer algo que mude essa situação.
    Desta forma, concluo que a sabedoria e cultura nunca são demasiados e quanto mais cultura tivermos mais poderosos seremos.

  15. Susana rodrigues diz:

    O poder da cultura

    Na minha opinião, concordo com a “opinião” de António Lobo Antunes. Uma pessoa culta nunca será uma escrava porquês está tem conhecimento suficiente para perceber que todos temos direito à liberdade e que nós devemos defender em relação a isso, por esta razão que os ditadores têm tanto medo da cultura.
    Um dos argumentos que tenho para defender este meu ponto de vista é que se viajarmos agora para o passado, para a altura em que a taxa de analfabetismo era enorme, podemos reparar que a percentagem de escravatura também era bastante elevada e se compararmos com o século XXI vem que acontece exatamente o contrário, ambas as percentagens são mínimas. Isto prova que a falta de leitura afeta bastante o país onde estamos inseridos, ou seja, ao haver falta de leitura existe falta de cultura o que pode trazer escravatura no país, logo o país não desenvolve.
    Outro argumento que tenho para defender a minha opinião é que a cultura assusta tanto os ditadores que estes tentam restringir para aquilo que querem que o povo saiba, ou seja, o povo deste país em questão só sabe a cultura que o seu ditador quer e não têm oportunidade desabar mais por isso “ser ilegal”. Um exemplo que acho que explica bem este argumento é a Coreia do Norte. Neste país tudo o que se passa na televisão, rádio, etc é apenas desse país, este povo, normalmente, nada sabe acerca de outros países. Isto é uma estratégia que o Imperador arranjou para que o seu povo não tivesse conhecimento de como é a vida lá fora, tornando-os escravos à maneira deste Imperador.
    Com isto, podemos concluir que a leitura ajuda bastante para nos tornar mais cultos e para nós pôr com as ideias certas na cabeça, logo nunca seremos escravos de ninguém porque sabemos que temos direito à liberdade. Concluímos também que não é apenas a cultura adquirida nos livros que assusta os ditadores mas também aquela que é passada pelos media pois essa ainda é mais eficaz visto que mostra tudo o que se passa no mundo e nos alerta para o que devemos fazer.

  16. Rita Mota diz:

    A cultura tão temida

    A cultura assusta muito, sobretudo os ditadores, mas porquê? Será que isso pode influenciar de alguma maneira o comportamento e as acções do seu povo? Será que ainda podem fazer deles o que quiserem? Será que podem fazer deles seus escravos? Sem dúvida que não, daí o facto do seu povo ter cultura os assustar tanto.
    Na minha opinião, a cultura que uma pessoa tem diz muito sobre ela. Pessoas que têm cultura, que sabem que há um mundo lá fora, que têm noção dos seus direitos e obrigações, e que lutam por isso caso não tenham, são estas pessoas que assustam os de maior poder, pois podem-lhes fazer frente e lutar pelo que realmente merecem e não estarem sujeitos a certos trabalhos por obrigação, ou porque não têm outra escolha. Um povo com cultura, que se sabe impor e que até sabe que se pode ir embora do sítio onde se calhar está a ser escravizado, é sem dúvida uma vantagem com a qual os ditadores não estão a contar, pois estão habituados a ter pessoas ao seu serviço, que morrem à fome, que não sabem rigorosamente nada, apenas conhecem aquele meio onde vivem e sofrem. Estão habituados a pessoas que não sabem que existe um mundo lá fora, que apenas conhecem aquela realidade, trabalhar horas a fio, sem comer, sem dormir. Temos um grande exemplo, a raça negra, que toda a vida em muitos sítios sofreu escravatura, desde crianças até adultos, e ainda sofrem, mas exactamente por ser desde crianças, que não têm cultura nenhuma, nem têm interesse, só conhecem aquilo e têm que aceitar, pois é a única maneira de viver. Mas caso estas pessoas tivessem um mínimo de conhecimento, talvez pudessem fugir, ou até mesmo revoltarem-se, exigindo os seus direitos e talvez esta ditadura toda acabasse.
    Por isso, percebo o porquê da cultura assustar tanto, pois uma pessoa ou um povo com cultura, é uma pessoa ou povo completamente diferentes, capazes de mudar as coisas, capazes de se impor, capazes de saber que não têm que fazer aquilo, pois há sempre outra alternativa. Para se mudar esta realidade, as pessoas têm que saber que existe outras coisas para além daquilo, e ao saber-se isso, o mundo será completamente diferente.

  17. Maria Maçana diz:

    A cultura é arma

    É certo que um povo que lê nunca será um povo de escravos. A palavra e o conhecimento são armas, armas tais que os ditadores vivem apavorados de um povo culto, pois mante-los na ignorância dá-lhes livre acesso ao seu controlo.
    Olhemos para o caso da Coreia do Norte. Um povo que apenas conhece aquilo que lhes e permitido conhecer. Não tem acesso à Internet e também não tem muita liberdade de escolha no que toca à vida quotidiana. São pessoas que desde que nascem até que morrem tem “duas palas nos olhos como os burros” e são empurrados a viver assim, a não criar confusão nem atos de rebeldia e ficarem no seu canto a obedecer a uma pessoa “poderosa”.
    Pensemos também na qualidade de vida de alguns países Africanos, como por exemplo o Congo. É também um povo aprisionado à ignorante e ao pouco que lhes dão a conhecer do Mundo e da vida. Não há educação, não há cultura mas também não há forma de os conseguir tirar daquela tamanha miséria quando não lhes são concedidas todos os direitos que um ser-humano deve ter: conhecimento, educação, etc.
    Como estes dois exemplos há muitos, pessoas que vivem agarradas ao medo dos seus líderes e líderes agarrados ao medo de um povo culto capaz de corromper as suas ordens e leis.
    Resumindo, é um assunto que entristece, saber que vivemos num mundo injusto e controlado por pessoas gananciosas e obcecadas com o poder, que tiram oportunidades a milhões de pessoas de serem livres e posteriormente felizes e verdadeiramente realizadas com a sua vida.

  18. Inês Ferreira diz:

    Contribuição da cultura para uma sociedade mais justa

    Cultura é o conhecimento que todos nós devemos ter orgulho em possuir. É um meio fundamental no que toca a caracterizar o nosso país. Para além disso, torna-o único, especial! Assim, sem qualquer tipo de dúvida, admito que um povo culto é um povo mais sábio, com um olhar mais atento sobre tudo o que rodeia.
    Deste modo, é óbvio que a cultura por parte das classes mais desfavorecidas é temida pelos governadores portugueses pois tal como o excerto afirma: “um povo que lê nunca será um povo de escravos”. E porquê?
    Em primeiro lugar, um povo mais inteligente, mais culto e educado, possui uma maior capacidade de argumentação e portanto, de defesa em relação à sua opinião. Assim, torna-se muito mais fácil refutar as ideias dos governadores e lutar civilizadamente pelos seus direitos.
    Com o decorrer do tempo, têm-se vindo a organizar inúmeros sindicatos e manifestações por parte dos populares, o que comprova o desejo de “luta”.
    Em segundo lugar, face a esta crescente aquisição de sabedoria por parte do povo, os ditadores terão maior dificuldade em “ manipular” o povo, em enganá-lo. Estes senhores, que se acham superiores, talvez não saibam muito mais que alguns elementos dos populares! Vendo os seus poderes um pouco fragilizados, estes temem bastante a cultura.
    Hoje em dia, o número de escravos tem vindo a diminuir drasticamente em todo o mundo, em consequência de uma menor influência oriunda dos governadores.
    Em conclusão, a luta por todos os nossos direitos e por uma vida melhor é um dever! Não podemos deixar que nos submetam a condições que não merecemos.

  19. Sofia Barroso diz:

    A leitura é a arma mais forte
    Há muitas coisas que os ditadores, os homens de fato e gravata que acham que sabem tudo nos podem tirar. Eles podem nos tirar: dinheiro, serviços de saúde, pessoas que gostamos ou idolatramos etc…
    Mas o que eles não nos podem tirar, mesmo que quisessem é a nossa opinião. O que nos somos o que nos vivemos, o que nos aprendemos. Isto é que forma o nosso verdadeiro ser. Mas como é que é a nossa opinião formada? Qual é a base da nossa aprendizagem? Ler . Sim, isso, mesmo ler. A leitura é a base da cultura. É a base do conhecimento e da opinião de cada um.
    Porque é que acham porque é que acham que não há assim tanto tempo atrás entidades como a Igreja e o governo não queriam que o povo aprendesse a ler? Isto aparece bem representado na obra “Felizmente há luar”. Quando Principal Sousa diz que é absurdo o numero de pessoas que quer aprender a ler. Ou quando .D. Miguel diz que quer governar um Portugal cheio de gente ignorante mas feliz.
    Porque é que será que em países em que as mulheres são tratadas abaixo de cão e como um puro objecto sexual para o homem, elas são privadas de qualquer tipo de educação? Porque? Porque é que isso acontecia e ainda acontece?
    Por que as pessoas que no poder tem medo que as pessoas que eles governam, que temo poder em, percebam na injustiça que vivem, e se revoltem Que as pessoas percebam que nem todos vivem assim e que eles estão a ser maltratados e injustiçados
    Concluindo, a literatura ,o saber , o ler, o conhecimento é a arma mais forte, e aquela que ninguém nos pode tirar.
    Sofia Barroso nº25 12ºD

  20. João Paulo Nóvoa diz:

    Cultura: uma arma imprescindível
    A cultura é, de facto, o maior inimigo dos defensores da ditadura! Um povo que lê nunca será um povo de escravos!
    Certamente, nunca o será, pois a partir do momento em que se começa a investir na cultura, passa-se a ter acesso a uma grande arma. Arma essa, que é poderosíssima e segura, pois a cultura é o que está por trás da sabedoria. Quanto mais culto um povo for, mais sábio a nível cognitivo será!
    Vendo agora as coisas com base na ditadura, podemos dizer que esta é uma estratégia anti-cultura. Trata-se de um regime que serve unicamente para controlar o povo de maneira a dominá-lo. Claro está, que essa tarefa se torna muito mais fácil para os ditadores quanto o seu alvo desconhece os seus direitos e outros modos de vida, incluindo os diferentes regimes governamentais. Quando alguém tenta aumentar o seu nível de conhecimentos, torna-se mais culto e por sua vez, capaz de analisar a situação em que vive e mais facilmente revoltar-se!! Os ditadores optam por esse regime por temerem a cultura e o seu efeito revolucionário, cheio de força e com grandes hipóteses de sucesso.
    Para justificar um argumento, não há nada melhor que um exemplo do próprio país: o 25 de Abril! Se o povo não tivesse tido acesso a informações que lhes mostrassem regimes alternativos e menos controladores, a revolução não ia ter o sucesso que teve!
    Um povo culto não se deixa escravizar nem dominar por quem o teme! No entanto, para que as suas ações surtam efeito, é necessária a grande arma do conhecimento: a cultura!

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