PIL 3ºperíodo – FORUM “Uma Família Inglesa” de Júlio Dinis

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Sobre Arminda Gonçalves

Professora de Português da Escola Secundária Augusto Gomes em Matosinhos.
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14 respostas a PIL 3ºperíodo – FORUM “Uma Família Inglesa” de Júlio Dinis

  1. José Maria Serrão diz:

    Uma Família Inglesa, de Júlio Dinis
    O romance de Júlio Dinis apresenta um retrato bastante caricatural da sociedade portuguesa do séc. XIX, citadina e pretensamente cosmopolita, dominada pela ociosidade, e tentando ao máximo imitar o que é estrangeiro (nomeadamente o que é inglês).
    Narra a história de Charles Whitestone e a sua família, imigrantes de extracção burguesa em Portugal, com as suas diferenças de orientação familiar, e o modo como se orientam e habitam (n)a cidade do Porto, à época o mais importante ambiente comercial do país.
    Ao autor, porém, parece interessar-lhe mais a sua própria projecção idealizada do espaço social português tal como o entrevê mentalmente, enquanto desejo a sobrepor-se à realidade – do que essa realidade humana e social propriamente ditas. Tal como nos demais romances, não deixa de apresentar uma visão quase “idílica” da sociedade rural do tempo (“As Pupilas do Senhor Reitor”, por exemplo), a sociedade citadina presente em “Uma Família Inglesa” tem muito de idealizada e pretendendo impor um “modelo” que anda, mesmo em relação à época descrita, muito aquém da realidade.
    Os caracteres das personagens são fortemente estereotipados, segundo a visão pessoalíssima do autor. Mesmo não estando nós ainda muito adiantados na leitura do romance, creio ter já formada uma opinião: o estilo do autor parece-me bastante “maçudo”, pouco dinâmico, isto é, as descrições parecem servir apenas para “preencher” as páginas do livro – ao contrário do que senti na leitura de “Os Maias”, de Eça, em que as descrições são vivas, fortes, verdadeiras, e muito impressivas, num todo dinâmico que apenas enriquece o livro.

  2. Raquel diz:

    “Uma Família Inglesa”, de Júlio Dinis, conta-nos a história de uma família de fora (inglesa) em Portugal, nomeadamente na cidade do Porto.
    Todos os elementos pertencentes são fieis à sua terra natal, sendo por isso que nenhum costume inglês se perde por estarem num país diferente, isto é, todos os costumes, “tiques” e até alguns horários característicos do país estrangeiro se mantêm nesta estadia pela terra lusitana.
    É constituída por um pai, Richard, uma irmã, Jenny e um irmão, a personagem principal, Carlos. Carlos é muito ligado à sua irmã. Para ele, ela é considerada uma “musa”. Em todas as suas ações, Carlos preocupa-se em agradá-la e é nela que confia todos os assuntos da sua vida. Jenny é para Carlos como uma orientadora do caminho certo e Carlos apresenta-se sempre pronto para seguir o que ela lhe diz. Carlos e o pai não têm uma relação tão próxima mas isso não o impede de ter uma certa admiração pelo progenitor.
    É um livro que descreve bem aos vários sítios da cidade na sequência dos passeios de Carlos com amigos, nomeadamente na sua ida ao Teatro. É nesta pequena distração que Carlos conhece uma rapariga que o deixa e que nos deixa, a nós leitores, com uma certa curiosidade em saber quem é.
    Uma das coisas que me agradou bastante nas pequenas leituras que fomos fazendo na aula, para além de todo o luxo e requinte, foi a simpatia de Jenny para com os outros, com os empregados, principalmente. Revela uma enorme bondade para com eles e para com os seus problemas e tenta, de alguma forma, ajudá-los, tal como faz com o irmão, uma vez que é a sua conselheira.
    Sinto que a história prende o interesse dos leitores pelo suspense que contém e, também, pela informação que nos dá acerca de uma família diferente daquilo a que estamos habituados.
    Espero, então, continuar a sua leitura até ao fim e aí poder dar uma opinião mais concreta acerca desta obra.

  3. Ana Filipa Alves diz:

    Tendo eu pensado que já teria viajado do séc. XIX para a atualidade (visto que não é a primeira obra que, tanto este ano como em anteriores, tive o “prazer” de ler e estudar, tendo como base temporal esta época), a muito querida professora Arminda decide “espetar-nos” ainda mais um livro que descreve o dito século.
    Pois bem… da curta leitura feita nas aulas até então, pude reunir que a história segue a família burguesa, de origem inglesa, Whitestone, tendo como protagonista da intriga principal o jovem Charles.
    As personagens, geralmente e sem exceção, são abusados clichés: um exemplo é a doce e santificada Jenny, ferramenta mediadora entre as figuras masculinas da família, seu pai e irmão; outro será o infame Richard Whitestone, senhor da casa mas, mais que isso, um sério homem de negócios, típico cavalheiro britânico que, apesar de amar profundamente a sua família, tem uma exímia dificuldade em expressar as suas emoções.
    Regressando ao predilecto Charles, o rebelde filho varão… É um típico Casanova e ambiciona ter aquela alternatividade dos poetas, demonstrando ser, assim, apenas mais um pseudo-intelectual. Não quero apontar o dedo ao rapaz porque se há coisa que este fictício fez, foi manter-me interessada e envolvida na história – desde a breve descrição da sua infância até ao auge que foi o Baile de Máscaras, o rapaz bem soube prender-me o coração!
    A minha maior desilusão foi ter destruídas as minhas esperanças de uma história incestuosa à la Jaime e Cersei (para os não referenciados, estes são dois irmãos incestuosos, personagens principais das Crónicas de Gelo e Fogo, de George R. R. Martin). Sim, porque aquela misteriosa figura a quem Charles conseguiu roubar um beijo tinha uns certos ares de Jenny (ou se calhar era só imaginação minha). Não querendo, está claro, desvalorizar a intrigante Cecília, uma verdadeira beleza lusitana, muito amiga da jovem burguesa e aparente apaixonada de Charles.
    Creio que ainda haverá muitos episódios para contar e estou ansiosa para descobrir o desenlace deste improvável romance e, não querendo pôr os bois à frente da carroça, cedo um aplauso ao Julinho, que contra todas as probabilidades não me fez desistir de um livro português logo após o primeiro capítulo.

  4. Ana Sousa diz:

    O romance “ Uma Família Inglesa “ de Júlio Dinis retrata, essencialmente, a história de uma família aristocrata inglesa do século XIX. Nesta obra, temos a descrição de vários espaços físicos e sociais, como a elegante residência da família Whitestone e a Rua dos Ingleses, que era centro da vida comercial e financeira do Porto, entre outros.
    A família Whitestone é constituída por três membros: Charles, Jenny e o pai, Mr.Richard. Todos têm personalidades distintas e todos revelam ter uma grande importância para o culminar da ação. Charles, filho mais velho, leva uma vida boémia e é um frequentador assíduo de cafés e teatros.Não se interessa pelos negócios da família, apenas o faz quando lhe é pedido pela sua irmã, Jenny. Esta é a filha mais velha e, desde a morte da sua mãe, ocupa na família um lugar de extrema importância, pois é ela quem cuida de tudo o que se relaciona com o ambiente doméstico. Por fim, Mr.Richard, o chefe de família. Ele simboliza a austeridade inglesa e é o dono de uma casa comercial na Rua dos Ingleses.
    Charles e Jenny têm uma relação bastante cúmplice, visto que Charles considera Jenny como um “Ídolo” e tenta segui-la ao máximo. No que diz respeito a Charles e Mr.Richard, estes não tem uma relação muito próxima, pois Mr.Richard não aprova certas atitudes de Charles, nunca dispensando o seu estalinho com a boca e o seu “ Ho! “, que são bastante característicos da personagem.
    A intriga desenrola-se a partir da ida de Charles ao festejo do Carnaval, onde acaba por se envolver com Cecília, filha de Manuel Quintino (guarda livros da casa comercial de Mr.Richard), mesmo não sabendo quem ela é.
    Como ainda não avancei o suficiente na leitura da obra, ainda não posso manisfestar a minha opinião sobre o desenrolar da ação. No entanto, posso concluir que esta é bastante interessante e cativante, independentemente da escrita do autor. Acrescento que estou com uma enorme vontade de descobrir o que irá acontecer.

  5. Isa Ramos diz:

    A obra “Uma Família Inglesa” de Júlio Dinis, escritor portuense do século XIX, retrata de uma maneira apelativa a cidade do Porto e a sociedade inglesa lá residente.
    O livro gira em torno da família Whitestone – o pai, Mr. Richard, e os filhos, Carlos e Jenny – e Quintino – o guarda-livros, Manuel Quintino, e a filha, Cecília.
    Mr. Richard Whitestone é um homem sério e de costumes um pouco rígidos e aborrecidos, como pode ser visto, por exemplo, quando o narrador diz que todos os dias, depois do jantar, a família se reúne numa sala onde Jenny toca piano e lê pequenos excertos, enquanto o pai e o irmão a ouvem. Carlos é um jovem moderno e que procura viver sempre novas aventuras e, por isso, muitas vezes acaba por não estar o devido tempo com a família, o que deixa o pai triste. Jenny, por sua vez, é uma rapariga que, apesar da sua rigidez tipicamente inglesa e, obviamente, herdada do pai, mostra ter um grande coração e ser bastante meiga – por exemplo, quando um dos seus empregados parte um vaso importante para o pai e Jenny finge ter sido ela a fazê-lo; ou quando, numa das suas conversas com Cecília, se mostra compreensiva para com a amiga. Manuel Quintino trabalha para a família Whitestone e, apesar de achar que Carlos não faz nada, acha-o um rapaz simpático. Finalmente, Cecília, é uma jovem um bocado ingénua e calma que, juntamente com as suas vizinhas, se diverte muito e acaba por fazer algo que, no início, se arrepende.
    Apesar de achar que a maneira como lemos esta obra ter deixado um bocado a desejar, visto que o facto de saltarmos partes me deixou um pouco perdida na narrativa, também posso dizer que o romance que (finalmente) “encontramos” entre Carlos e Cecília está a começar a despertar mais a minha atenção – visto que não é o típico romance de “menino e menina conhecem-se, apaixonam-se e vivem felizes para sempre”.

  6. Joana Gonçalves diz:

    Confesso que, mesmo ao fim de tantas leituras interessantes feitas pela disciplina, livros ainda não foi algo pelo qual me apaixonei. Contudo e apesar desta minha opinião, “A Família Inglesa” de Júlio Dinis fez-me ficar apaixonada.
    Esta história desenvolve-se na segunda metade do séc. XIX, na cidade do Porto, tendo com personagens principais os elementos da família Whitestone, uma família de origem inglesa. Carlos, o filho, é um jovem boémio que não consegue, de forma alguma, responder às expetativas criadas pelo pai, na medida em que não consegue orientar o negócio da família e a sua irmã, Jenny, que desde a morte da mãe, ocupa o seu lugar em tudo o que está relacionado com as lidas domésticas e funciona (ainda) como uma espécie de elo entre a família, pois apazigua os conflitos entre o pai, Richard e o irmão. Toda esta agitação é alterada após um baile de Carnaval, onde Carlos se apaixonada por uma desconhecida. A meu ver, este é o episódio mais interessante e dos mais importante na ação, pois é a partir daqui que a atenção do autor se prende completamente pela curiosidade que essa tal mulher desconhecida suscita. Mais tarde, descobrimos que a amada de Carlos é Cecília, a filha do guarda-livros na casa comercial dos Whitestone. É à volta deste amor e dos seus conflitos que gira toda a ação.
    Para além de uma história amorosa, temos presente no livro toda uma crítica social que podia perfeitamente ser transferida para os dias de hoje. Para acrescentar, o subtítulo “Cenas da Vida do Porto” não poderia ter sido melhor escolhido, pois o livro possui várias descrições da cidade invicta. O enredo em si e a comicidade inesperada do autor cativam o leitor e a história em si fazem-nos querer saber o que acontecerá a seguir.
    Gostei imenso de ler o livro e tenciono terminar a leitura do mesmo quando terminarem as aulas.

  7. Filipa Rodrigues diz:

    “Uma Família Inglesa” de Júlio Dinis é uma obra aborrecidamente reflexiva, na medida em que critica a sociedade da altura, ociosa e decadente.
    Na obra, é-nos apresentada uma família inglesa estabelecida em Portugal, composta por Richard Whitestone, Jenny e Charles, a personagem principal. Como família estrangeira que é, apesar de não se encontrar no seu país, todos mantêm os seus costumes, o que simboliza o patriotismo (neste caso, inglês) marcante da obra.
    Ao longo de toda a obra, o realismo das descrições está sempre presente, o que confere mais dinâmica e vivacidade ao texto. Todas estas descrições retratam o “Porto Antigo”, o que, para mim, como leitora, sinto-me mais próxima da história por conhecer diretamente o seu cenário.

  8. Inês Silva diz:

    “Uma Família Inglesa” é uma obra de Júlio Dinis que conta a história da família “Whitestone” de origem inglesa que habita no Porto nos meados do século XIX, constituída por Richard,que era um comerciante tipicamente inglês que nunca se cansava de falar sobre Londres.
    Num baile de Carnaval, o filho de Richard, Carlos, encontra uma rapariga pela qual se apaixona, mesmo não sabendo quem é. Jenny, irmã de Carlos, é muito ligada a este, estando bastante presente na sua vida e orientando-o sempre pelos caminhos mais corretos.
    Sinceramente, creio que não posso formular já uma ideia sobre o romance, visto que ainda não estamos muito avançados na sua leitura, no entanto estes excertos que temos vindo a ler não me têm despertado muito interesse, chegando mesmo a ser aborrecidos.
    Finalmente, posso afirmar que concordo com o que o meu colega José Maria referiu. Realmente, as descrições de Eça no livro “Os Maias” são mais dinâmicas o que consequentemente, desperta mais interesse a nós leitores.

  9. Inês Rocha diz:

    “Uma Família Inglesa” é um romance escrito por Júlio Dinis, que retrata toda a vida da burguesia, mas em particular da família Whitestone. Com a cidade do Porto como pano de fundo da ação, Júlio Dinis conta uma história de amor. Num baile de Carnaval, Carlos, filho de Richard Whitestone, apaixona-se por uma rapariga de quem a identidade, inicialmente, é desconhecida. Numa conversa com a irmã Jenny, Carlos confidencia-lhe que algo havia acontecido com uma rapariga no baile. Jenny fica indignada e curiosa para descobrir quem era a rapariga e, ao constatar com a sua amiga, Cecília, esta lhe conta a aventura, que lhe seria proibida, que teve ao ido a um baile incognitamente. Jenny, juntando o testemunho do irmão e o testemunho da amiga, apercebe-se de que ambos contam a mesma história. Sendo assim, Jenny, ao pensar que seria outra aventura amorosa de Carlos, não conta nem a um nem a outro a sua descoberta.
    Nesta fase do livro, Júlio Dinis, cria uma vontade no leitor de descobrir qual será a atitude de Jenny com a sua revelação.

  10. Catarina Oliveira diz:

    “Uma Família Inglesa” de Júlio Dinis conta a história da família Whitestone que habita a cidade do Porto. A relação entre as personagens é, para mim, um elemento de grande importância. Carlos, um homem boémio, não consegue lidar com o negócio da família, o que desilude o seu pai. Consequentemente, a relação entre os dois é distante e com muitas dificuldades na comunicação. Jenny é a confidente do irmão e funciona como elo de ligação entre Carlos e o pai.
    A cidade do Porto adquire também grande relevância neste romance, na medida em que é nela que podemos ver a crítica social à sociedade pachorrenta e que se limita a imitar o que é estrangeiro. É também no Porto que se assiste a vários costumes e festas que se mantêm nos nossos dias, com atitudes diferentes como é evidente.
    O que mais me cativou na leitura foi, sem dúvida, o misterioso romance de Carlos com a mascarada Cecília, que deu um maior dinamismo à história e não deixou que se tornasse tão enfadonha.

  11. Inês Proença diz:

    Neste último período, como leitura para o PIL, a professora de literatura sugeriu “Uma família Inglesa” de Júlio Dinis. Esta obra conta a história de Charles Whitestone e da sua família aristocrata e inglesa do século XIX. Retratando vários contrastes entre as personagens temos, por um lado, Charles que vive uma vida boémia constantemente procurando algo que lhe fervesse o sangue, algo relacionado com aventura. Por outro lado, temos Jenny sua irmã que é quase como idolatrada na obra. Esta resolve todas as crises (principalmente entre o seu pai e irmão), assumindo uma figura maternal após a morte da sua mãe tendo como tarefas as funções de casa ou de família. Jenny mostra também ter um caractér altruísta pois preocupa-se com os outros não tendo medo de se prejudicar para tal não acontecer com os outros. Com efeito, estes contrastes são intensificados pelo pai destas personagens, Richard Whitestone. Este representa os valores rígidos dos ingleses e o cumprimento destes sem qualquer tipo de falha, de modo que entrará imensas vezes em conflito com seu filho que não atingia ás suas expectativas, pois não orientava o negócio da família.
    Além disso, o autor tem o cuidado de descrever vários espaços físicos e sociais, como a elegante residência da família Whitestone e a Rua dos Ingleses, que era centro da vida comercial e financeira do Porto, entre outros. É de se notar, tornando o livro um bocado cómico, o autor aborda um mundo novo em cujo desenvolvimento acredita e deseja.
    Em suma, confesso que a parte que mais me chamou a atenção durante a leitura da obra foi a referência a locais da cidade do Porto, visto que adoro esta. A narrativa já não a achei tão cativante ou até mesmo interessante, talvez devido ao modo como a leitura foi realizada.
    No entanto, nunca julguei um livro sem o acabar, não será agora que o farei. Esperarei para acabar a sua leitura para rever a minha opinião.

  12. Francisca Machado diz:

    O Romance de Júlio Dinis “Uma família inglesa” despertou-me rapidamente a vontade de ler mais, a curiosidade de saber o que vai acontecer a seguir (o que é raro, visto que sou conhecida por não apreciar leituras extensas).
    Penso que aquilo que me despertou tal sentimento foi o facto de esta ser uma obra maravilhosamente descritiva da cidade do Porto no século XIX e da sociedade decadente e imitadora dos costumes estrangeiros (nomeadamente ingleses, porventura os meus prediletos).
    É portanto, no geral, uma crítica alargada à sociedade portuguesa de então, e uma obra bastante dinamizada, principalmente pela descrição do ambiente carnavalesco e a paixão misteriosa de Carlos Whitestone e Cecília (despertada em tal festividade).
    Posso então finalmente afirmar que encontrei uma obra para ler este verão, o que me faz ficar extremamente agradecida à professora Arminda.

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